🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Gabryella Mendes

Gabryella Mendes

MERCADO DE BIOENERGIA

Para o BTG, venda da Santa Elisa mostra pressa da Raízen (RAIZ4) em ganhar eficiência

Analistas enxergam movimento simbólico na reestruturação da companhia e destacam impacto operacional além do financeiro

Gabryella Mendes
Gabryella Mendes
16 de julho de 2025
16:18 - atualizado às 16:19
Fachada da Raízen roxa e branca
Imagem: Divulgação

Nem toda venda bilionária é só sobre dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso da Raízen (RAIZ4), a venda da Usina Santa Elisa revela algo maior: a estratégia acelerada da companhia para colocar ordem na casa.

Na terça-feira (15), a empresa informou que vendeu todas as áreas de fornecimento de cana-de-açúcar — próprias e de terceiros — associadas à Santa Elisa, por aproximadamente R$ 1 bilhão.

Segundo o BTG Pactual, a operação representa cerca de 5% do volume de cana previsto para a safra 2025/2026, e reforça o que os analistas chamam de “senso de urgência” na reestruturação da gestão, iniciada ainda no final de 2023.

Os analistas Thiago Duarte e Guilherme Guttila destacam que a operação vem na esteira de um processo mais amplo de otimização da estrutura agrícola da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A Raízen já havia se desfeito de quase 2,5 milhões de toneladas/ano de outros ativos de cana de usinas anteriormente vendidas ou desativadas, totalizando uma redução de 6,1 milhões de toneladas (mais de 6% do total) desde o início da reestruturação”, afirmaram.

Leia Também

Para o BTG, o movimento é simbólico. Isso porque a Santa Elisa é uma das usinas mais tradicionais do país, situada em uma das regiões canavieiras mais relevantes do Brasil.

Ao se desfazer de ativos menos eficientes, a Raízen sinaliza que a reestruturação vai além do alívio no caixa.

Os analistas apontam que uma injeção de caixa não altera consideravelmente a situação de uma companhia que possui mais de R$ 40 bilhões em dívida líquida. No entanto, eles acreditam que isso vai além do aspecto financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A Raízen também pode melhorar o desempenho operacional geral, para uma companhia que se tornou uma das produtoras de maior custo entre as empresas sucroalcooleiras do Brasil”, disseram.

A São Martinho (SMTO3) também saiu comprando

Entre os compradores da Usina Santa Elisa, a São Martinho (SMTO3) se destacou.

A empresa pagará R$ 242 milhões por uma área com cerca de 10.600 hectares de cana-de-açúcar, o que representa aproximadamente 800 mil toneladas anuais a partir da safra 2028/29.

A área será absorvida pela unidade de Pradópolis (SP), a apenas 25 km de distância.

De acordo com o BTG Pactual, o múltiplo de aquisição gira em torno de US$ 50 por tonelada. O patamar, na visão dos analistas, está abaixo do custo de reposição para o cultivo de cana em uma das regiões mais produtivas do país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esse múltiplo também é inferior ao valor em EV/tonelada negociado pela ação no mercado”, afirmou o banco.

Além da São Martinho, também participam da transação nomes como Alta Mogiana, Bazan, Batatais, Pitangueiras e Viralcool. 

Recomendação do BTG para Raízen foi mantida

Apesar do alto endividamento da Raízen, o BTG mantém recomendação de compra para as ações da companhia (RAIZ4), com preço-alvo de R$ 3,50. O valor representa um potencial de alta de 130,26%.

A recomendação para São Martinho (SMTO3) também é de compra, com preço-alvo de R$ 39 e potencial de valorização de 123,62%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

* Com informações do Money Times


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVOS CEOS NO PEDAÇO

Cury (CURY3): troca no comando depois de três décadas traz algum risco? BTG Pactual responde

17 de março de 2026 - 18:39

Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia

DESDOBRAMENTO DAS CRISES

Adeus, Raízen (RAIZ4) e Pão de Açúcar (PCAR3): dupla com recuperações extrajudiciais é cortada do Ibovespa

17 de março de 2026 - 17:45

Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado

REPORTAGEM ESPECIAL

Oncoclínicas (ONCO3) tenta mais um resgate — agora com a Porto — enquanto perde CFO que lideraria o turnaround

17 de março de 2026 - 17:16

Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?

AFOGADA EM DÍVIDAS

CSN (CSNA3): com mais dívidas até 2027 que dinheiro em caixa, situação segue em deterioração, diz BB Investimentos

17 de março de 2026 - 15:04

Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco

CRÉDITO TRAVADO

Consignados do C6 Bank em xeque: INSS barra novos empréstimos — e banco terá que devolver R$ 300 milhões a aposentados

17 de março de 2026 - 11:07

Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça

O PIOR FICOU PARA TRÁS

Natura (NATU3) reverte prejuízo, lucra R$ 186 milhões no 4T25, demite 1.400 funcionários e relança Avon; agora vai?

17 de março de 2026 - 11:02

O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente

FICOU PARA FORA DO CAMPO

Brava Energia (BRAV3) tem compra de ativos cancelada após decisão da Petrobras (PETR4); entenda

17 de março de 2026 - 9:35

A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados

SEM SAÍDA?

Fim da linha: Banco Central decreta liquidação do Banco Master Múltiplo

17 de março de 2026 - 8:23

Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo

REORGANIZAÇÃO

O novo modelo de administração da Cury (CURY) após 35 anos terá dois copresidentes

16 de março de 2026 - 19:55

A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração

DE VOLTA PARA A DONA

Petrobras (PETR4) vai às compras e paga US$ 450 milhões por fatia da Petronas em dois campos

16 de março de 2026 - 19:45

Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio

CHUVA DE PROVENTOS

Dividendos e JCP: saiba quando Itaúsa (ITSA3) pagará R$ 1,3 bilhão aos acionistas

16 de março de 2026 - 19:38

O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses

RELAÇÃO MAIS PRÓXIMA

Nubank recebe aprovação unânime para fazer parte da Febraban

16 de março de 2026 - 18:02

A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): mesmo com concorrência sem misericórdia e poucos gatilhos à vista, ação guarda oportunidade rara, diz Itaú BBA

16 de março de 2026 - 15:33

Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções

NÃO DÁ PARA IGNORAR

Embraer (EMBJ3) está barata demais, e Itaú BBA vê ponto de entrada atrativo para o investidor

16 de março de 2026 - 14:35

Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso

ANOTE NA AGENDA

JCP da Multiplan (MULT3): confira quando a empresa vai pagar R$ 110 milhões aos acionistas

16 de março de 2026 - 13:35

O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte

ATENÇÃO, ACIONISTA!

Dividendos e JCP: Petrobras (PETR4) atualiza a segunda parcela de proventos; confira a correção

16 de março de 2026 - 12:01

O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025

DE NOVO

Vem mais uma recuperação aí? Lupatech (LUPA3), fabricante para o setor de óleo e gás, busca medida cautelar de urgência, e ações caem na bolsa

16 de março de 2026 - 10:52

A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás

VEJA QUAL É O POTENCIAL

Petrobras (PETR4) no topo? Ainda não: BTG acha que ação pode mais e eleva recomendação para compra

16 de março de 2026 - 10:30

O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento

OUTRA BOIA SALVA-VIDAS?

Em meio à crise, Oncoclínicas (ONCO3) aposta em aliança de até R$ 1 bilhão com a Porto (PSSA3); CFO renuncia

16 de março de 2026 - 9:59

Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Nem roxinho, nem laranjinha: Revolut quer tirar o sono do Nubank e dos bancões para se tornar a ‘conta óbvia’ do brasileiro, afirma CEO

16 de março de 2026 - 6:07

Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar