O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre consolidações que criam fundos imobiliários gigantes na bolsa e desafios macroeconômicos, Bruno Nardo, gestor de multiestratégia da RBR Asset, analisa o momento do setor
Tamanho é documento para os fundos imobiliários (FIIs). A taxa Selic está em 15% ao ano, no maior nível em quase duas décadas, mas o IFIX, principal índice desse mercado, acumula alta de 11,5% em 2025. Em meio a esse desempenho surpreendente, o setor imobiliário passa por uma onda de consolidação que promete mudar o mapa dos fundos listados na bolsa.
Não é um movimento por acaso. FIIs menores estão com dificuldade de captar recursos, enquanto os maiores se fortalecem, incorporam concorrentes e ganham liquidez. O resultado é a criação de veículos bilionários, mais robustos e capazes de atrair investidores institucionais.
E como fica o investidor pessoa física em meio a esse cenário? É hora de investir em fundos imobiliários?
No episódio do Touros e Ursos desta semana, Vinícius Pinheiro recebe Caio Araújo, analista da Empiricus, e Bruno Nardo, gestor de multiestratégia da RBR Asset, para falar sobre a consolidação do mercado e as oportunidades de investimento nos FIIs em tempos de juro alto.
Segundo Caio Araújo, o movimento de fusões dos fundos imobiliários é reflexo do ambiente mais restritivo da economia. “O juro está em 15%, e a gente convive com esse juro de dois dígitos há bastante tempo. As gestoras precisam se movimentar para gerar valor ao cotista”, afirma.
Essas aquisições são comuns a players maiores, que ganham espaço absorvendo estratégias de fundos menores ou pouco capitalizados, segundo Araújo. Em momento de estresse para a indústria, como o atual, a consolidação se torna uma forma de sobrevivência, diz o analista.
Leia Também
Bruno Nardo reforça esse ponto com o exemplo da RBR. A gestora propôs a fusão entre o RBR Alpha (RBRF11) e o RBR Plus (RBRX11). “Quando eu penso na junção desses dois fundos, a gente entende que vai ter um fundo maior com o melhor de cada um dos lados”, diz.
O gestor defende que a união traz escala e mais liquidez. O RBRX11 é um fundo menor e pouco negociado na bolsa, enquanto o RBRF11 é maior e tem uma estratégia mais limitada. “Juntos, a gente forma um fundo maior, mais eficiente, que entrega uma experiência melhor para o investidor”, diz Nardo.
Apesar da Selic alta, Araújo vê espaço para a valorização dos FIIs no curto prazo. O analista acredita que o preço dos fundos ainda é convidativo e, diante da possibilidade de corte de juros nos próximos meses, a tendência é ainda mais favorável para o segmento.
Para ele, shoppings são destaque. “É um setor que hoje a gente vê um cap rate de quase dois dígitos. O recorrente, que é a geração operacional do fundo, está crescendo. Acho que os fundos de shopping entram no radar”, afirma.
Nardo concorda, mas reforça a atratividade dos FIIs de crédito, que pagam em linha com o juro alto e também corrigem a inflação. “Crédito é um excelente lugar para proteger o capital e planejar o futuro. É um setor que eu aloco bastante”, afirma.
Na visão do gestor, o cenário de incerteza cria boas chances para quem acompanha de perto. “Quando tudo cai, o investidor vende fundo bom e ruim ao mesmo tempo. Nessa hora aparecem oportunidades interessantes para comprar ativos de qualidade com desconto”, diz.
No Touros e Ursos da semana — lembrando que os “touros” são os destaques positivos e os “ursos” são os negativos —, Araújo escolheu a Multiplan (MULT3) como o destaque positivo. A empresa aumentou sua participação no Barra Shopping, do Rio de Janeiro, com cap rate de quase 9%, algo que ele afirma ser raro em ativos desse nível.
Nos Ursos, a Reag e a Operação Carbono Oculto, que investiga o uso de fundos de investimento por organizações criminosas, foram os principais destaques.
Ibovespa, RBR, Virgo e a política monetária do país também passaram pelos pontos altos e baixos da semana anterior.
Veja detalhes dos Touros e Ursos e da análise sobre FIIs e o mercado imobiliário no episódio completo:
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação