O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No cenário global, o resultado dessa concorrência acirrada é diferente daquele visto na segunda maior economia do mundo; confira quem se deu melhor em cada um desses mercados
O duelo entre a BYD e a Tesla ganhou novos números nesta sexta-feira (3). Depois de a chinesa informar um estouro de vendas no mercado local em dezembro, agora é a vez da fabricante de carros elétricos de Elon Musk bater recorde na segunda maior economia do mundo.
Em 2024, as vendas da Tesla aumentaram 8,8% por lá, para um recorde de mais de 657 mil carros. No ano, a norte-americana entregou 36,7% de seus carros para clientes na China, seu segundo maior mercado.
Só que em dezembro, a performance da fabricante de veículos elétricos de Elon Musk não foi suficiente para desbancar a BYD.
As vendas da Tesla na China no último mês do ano caíram, enquanto as montadoras locais continuaram a comprimir a participação da norte-americana no mercado chinês.
Em dezembro, a fabricante de carros elétricos dos EUA vendeu 93.766 carros na China, 0,4% a menos em comparação com o ano anterior, mas 18% a mais do que em novembro, segundo dados da China Passenger Car Association (CPCA).
E, embora a demanda robusta por automóveis tenha continuado em dezembro na China — muito em função dos subsídios agressivos do governo —, a BYD permaneceu em primeiro lugar em vendas, com um recorde de 509.440 unidades entregues no último mês do ano.
Leia Também
A Tesla ficou em quinto lugar em termos de vendas de carros na China em dezembro, depois de cair do top 3 em outubro.
A China foi responsável por 70% das vendas globais de veículos elétricos e híbridos nos primeiros 11 meses de 2024, e mais de 90% de um aumento nas vendas globais de veículos elétricos e híbridos em relação ao ano passado veio da China, segundo dados do setor.
Com vendas globais anuais de 1,79 milhão de carros, a Tesla ainda ficou ligeiramente à frente da BYD, cujas vendas de veículos elétricos cresceram 12,1% para 1,76 milhão globalmente.
A gigante de veículos elétricos dos EUA reduziu sua força de trabalho global no ano passado diante da demanda morna e da competição mais acirrada dos fabricantes chineses, e cortou o tamanho da equipe de vendas na China.
À medida que a guerra de preços na China entra em seu terceiro ano, a Tesla estendeu um desconto de 10.000 yuans (US$ 1.369,99) em empréstimos pendentes para seu best-seller Model Y, bem como financiamento sem juros de até cinco anos para alguns carros Model 3 e Model Y até o final deste mês.
A BYD, que liderou uma competição de corte de custos com suas séries Dynasty e Ocean de veículos elétricos e híbridos plug-in, superou sua meta de vendas, com a comercialização de veículos de passeio subindo 41% para mais de 4,25 milhões de unidades no ano passado.
As remessas internacionais da campeã chinesa de carros elétricos aumentaram 71,9%, para 417.204 unidades, ou 9,8% das vendas globais — abaixo da meta de exportação de 450.000 para 2024 em um momento na qual enfrenta uma tarifa adicional de 17%.
Quase um em cada cinco carros BYD vendidos fora da China estava no Brasil, onde a BYD e o Jinjiang Group estão enfrentando investigações sobre as condições dos trabalhadores no canteiro de obras de uma fábrica local da BYD.
*Com informações do Estadão Conteúdo e da Reuters
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar