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Na bolsa de Nova York, a ação NU renovava máximas, negociada a US$ 16,06, alta de 3,11% no pregão. No acumulado de 2025, o papel sobe mais de 50%.
O Nubank (ROXO34) voltou a surpreender o mercado ao registrar lucro de US$ 783 milhões no terceiro trimestre, alta de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior. A rentabilidade também bateu recorde, ao atingir 31%, acima dos 30% registrados um ano antes.
Na bolsa de Nova York, a ação NU renovava máximas, negociada a US$ 16,06, alta de 3,11% no pregão. No acumulado de 2025, o papel sobe mais de 50%. Por aqui, ROXO34 operava perto da estabilidade, cotada a R$ 14,21.
Segundo o Banco Safra, o grande destaque do resultado foi a queda nas despesas com provisões, que recuaram 7% ante o trimestre anterior, somando US$ 977 milhões — mesmo com o avanço robusto na concessão de cartões e empréstimos sem garantia.
Apesar da surpresa positiva, os analistas afirmam que o nível atual de custo de risco gerou dúvidas sobre a sustentabilidade, ponto levantado durante a teleconferência de resultados.
O Nubank, porém, buscou esclarecer o tema ao destacar melhorias estruturais nos processos de concessão, monitoramento e cobrança.
“Iniciada no segundo trimestre de 2025, a estratégia CLIP vem mostrando sucesso até agora, sugerindo que o forte momentum de lucros deve persistir”, afirmou o Safra.
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A fintech reforçou que a estratégia é contínua, apoiada por modelos proprietários com uso de inteligência artificial que aprimoram a análise de crédito.
“A contribuição da receita deve manter o ritmo atual, e a trajetória das provisões pode representar mais um potencial positivo”, acrescentaram.
Entre os bancos, o BTG Pactual permanece firme na recomendação de compra para as ações do Nubank.
Segundo a instituição, o consenso para os lucros de 2026 está próximo de US$ 3,6 bilhões, enquanto a anualização do lucro somente do terceiro trimestre já se aproxima de US$ 3,1 bilhões — um sinal de que a operação segue acelerando.
“Reafirmamos nossa recomendação, considerando sua escala, crescimento estrutural, perspectivas e posicionamento único no ecossistema financeiro digital do Brasil”, afirmam os analistas.
O BTG também destaca:
“Continuamos a ver o Nubank como uma das vencedoras de longo prazo entre as instituições financeiras da América Latina e reiteramos nossa visão positiva sobre o papel.”
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