🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

CONFLITO DE INTERESSES

Mobly (MBLY3) expõe gasto ‘oculto’ da Tok&Stok: R$ 5,2 milhões para bancar plano de saúde da família fundadora — que agora tem cinco dias para devolver o dinheiro

Em comunicado, a Mobly destaca que os pagamentos representam mau uso de recursos da companhia, conflito de interesses e violação da governança corporativa

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
17 de abril de 2025
9:57 - atualizado às 10:37
Megaloja da Mobly no bairro de Pinheiros, São Paulo
Megaloja da Mobly no bairro de Pinheiros, São Paulo. - Imagem: Divulgação

Na noite da última quarta-feira (16), a Mobly (MBLY3) — controladora da Tok&Stok — revelou, em um comunicado ao mercado, a descoberta de um gasto indevido e recorrente desde 2013: a varejista de móveis e decoração desembolsou R$ 5,2 milhões ao longo dos anos para custear planos de saúde de ex-conselheiros ligados à família fundadora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No total, os pagamentos eram destinados a cerca de 30 pessoas da família Dubrule ou ligadas a ela. A Mobly notificou esses ex-conselheiros para encerrar os pagamentos e restituir o valor integral em até cinco dias. 

A empresa destacou que os pagamentos configuram mau uso de recursos da companhia e violação de governança corporativa.

Fora isso, para a controladora, trata-se de um potencial conflito de interesses, especialmente se esses pagamentos não eram do conhecimento dos demais acionistas ou do conselho.

A batalha da Mobly com a família Dubrule

Desde março deste ano, a família Dubrule tem tentado retomar o controle da Tok&Stok menos de um anos depois da união entre as duas companhias, em novembro de 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta era comprar mais de 122,7 milhões de ações a R$ 0,68 cada. Este valor representava um desconto de cerca de 50% sobre o preço de mercado à época, estratégia que contrasta com as usuais ofertas, que oferecem um prêmio sobre o valor das ações.

Leia Também

A família também propôs a remoção da cláusula de "poison pill" do estatuto da Mobly, que obriga à realização de uma OPA quando um acionista atinge participação acionária relevante.

Eles argumentaram que a eliminação dessa cláusula daria mais flexibilidade à base acionária, permitindo uma decisão livre de cada acionista sobre a adesão à OPA. 

À época, a diretoria e o conselho da Mobly apontaram a proposta como “inviável”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Família propôs investimento em caso de OPA

No começo deste mês, os fundadores enviaram uma carta à varejista de móveis propondo uma capitalização da companhia, condicionada à aprovação da oferta pública de aquisição (OPA) de ações de minoritários.

Os acionistas Régis, Ghislaine e Paul Dubrule, fundadores da Tok&Stok, se comprometeram a injetar R$ 100 milhões na Mobly caso a OPA seja bem-sucedida.

Além disso, eles afirmaram que planejam converter quase R$ 56,5 milhões em debêntures da Tok&Stok em ações da Mobly, bem como capitalizar outros R$ 68,8 milhões em créditos que detêm contra a Tok&Stok.

Apesar desse compromisso financeiro, a Mobly manifestou ceticismo sobre a operação. A empresa segue com temores de que os acionistas que decidirem não aderir à OPA dos Dubrule poderiam ter suas participações diluídas no processo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em comunicado ao mercado, a controladora afirmou que "é dever fiduciário dos administradores buscar a maximização do preço para os acionistas em qualquer potencial OPA pelo controle".

Por isso, a administração manteve a recomendação do conselho de administração para que os acionistas rejeitem a proposta de exclusão da "pílula de veneno", prevista no estatuto da empresa, na assembleia geral ordinária e extraordinária (AGOE) marcada para 30 de abril.

Segundo a Mobly, apesar do compromisso "irrevogável e irretratável" de capitalização dos Dubrule em caso de sucesso na potencial OPA, o novo comunicado não especificou os termos e condições dessa oferta.

Na carta enviada neste mês, os Dubrule afirmam que "entendem que as medidas de capitalização são fundamentais para assegurar a viabilidade econômica e a continuidade" da companhia e de suas subsidiárias, "que se encontram, hoje, em situação crítica".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa, por sua vez, diz que a afirmação "parece contraditória no contexto da potencial OPA", em que o preço proposto, de apenas R$ 0,68, "reflete um expressivo desconto sobre o valor de mercado e sobre o valor patrimonial contábil das ações da companha, soando mais como ameaça de ampla diluição aos acionistas que não aceitem vender suas ações na potencial OPA".

A Mobly também rebate as alegações da família Dubrule sobre a "situação crítica" da companhia, lembrando que o "alto endividamento da Tok&Stok", incluindo o pedido de falência de abril de 2023, é anterior à aquisição do seu controle pela Mobly e resultado de "mais de 40 anos de sucesso" da família Dubrule na gestão da subsidiária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

'IMPÉRIO' DISCRETO

Transire: a empresa brasileira que ninguém vê, mas todo mundo usa — e que agora quer IPO na Nasdaq para bancar expansão global

25 de fevereiro de 2026 - 6:01

Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras

DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners

24 de fevereiro de 2026 - 19:48

Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética

CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões

24 de fevereiro de 2026 - 18:09

O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA

FICOU PARA TRÁS

Comeu poeira? Ação do Nubank decepciona entre os bancos em 2026, mas analistas enxergam “oportunidade rara” antes do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 17:47

Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar

COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado

24 de fevereiro de 2026 - 15:53

Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária

24 de fevereiro de 2026 - 15:30

Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem

MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar