Minerva (BEEF3) anuncia aumento de capital social com direito a nova emissão de ações; o que muda para os acionistas?
Ao todo, foram emitidas 44.815 novos papéis ordinários da companhia, com valor de R$ 5,17

A Minerva (BEEF3) anunciou na última terça-feira (19) que aprovou a homologação do aumento em seu capital social por bônus de subscrição por parte de seus acionistas, com direito a novas emissões de ações.
A nova emissão é uma vantagem adicional aos acionistas que subscreveram papéis na operação de aumento anterior, ocorrido em 29 de abril, de acordo com documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Com a homologação, o capital social passou de R$ 3.680.640.435,69 para R$ 3.680.872.129,24. Este ajuste representa um aumento de R$ 231.693,55. Ao todo, foram emitidas 44.815 novas ações ordinárias, com valor de R$ 5,17.
- VEJA TAMBÉM: O que você precisa saber para investir agora? O Touros e Ursos, podcast do Seu Dinheiro, convida os principais especialistas do mercado para dar o veredito; assista aqui
A Minerva afirma que o objetivo é estimular a participação dos acionistas na operação de captação.
As ações emitidas da companhia são nominativas, escriturais e sem valor nominal. Elas conferem os mesmos direitos e benefícios que os demais papéis ordinários.
Com isso, as ações bônus permitem o recebimento integral de dividendos e qualquer outra remuneração de capital declarada a partir da data do exercício dos bônus de subscrição, na última segunda-feira.
Leia Também
Apesar de pequeno, o novo aumento vem após a redução do capital social em R$ 577,3 milhões, com o objetivo de absorver prejuízos acumulados até o fim de 2024 — um ajuste contábil, permitido pela Lei das S.A., para limpar o passivo acumulado no balanço da empresa, sem a redução no número de papéis da companhia.
No pregão de hoje, a ação BEEF3 avançava 1,14% por volta das 13h20, cotada a R$ 5,33.
Minerva: prejuízo no passado, lucro no presente
O novo aumento vem na esteira da divulgação dos resultados do segundo trimestre deste ano (2T25), quando a Minerva registrou um lucro líquido de R$ 458,3 milhões, um salto de 380,2% frente ao mesmo período de 2024, o maior patamar trimestral da história, segundo a companhia.
O número veio muito acima do esperado pelos analistas, segundo as estimativas compiladas pela LSEG. A média apontava para um lucro líquido de R$ 175 milhões para a exportadora de carne bovina no período.
Receita líquida e Ebitda também foram recordes, segundo a Minerva, totalizando R$ 13,9 bilhões e R$ 1,3 bilhão, respectivamente.
A companhia destacou que o desempenho reflete uma boa combinação entre volume de vendas, preços e controle de custos. Segundo a empresa, o avanço contínuo da integração das unidades adquiridas, com captura de sinergias, tem ajudado a impulsionar a rentabilidade.
A performance dos ativos no segundo trimestre alcançou uma receita bruta de aproximadamente R$ 3 bilhões, segundo o balanço, o que representa um crescimento de 103,6% ante o trimestre anterior.
NA BERLINDA
“Sem saída fácil”: Braskem (BRKM5) despenca mais de 13% após UBS BB rebaixar ação e cortar preço-alvo em 74%
16 de setembro de 2026 - 14:09LA BELLE DE JOUR
Amazon esquenta disputa em setor após aposta da Raia Drogasil (RADL3); veja quem vence, segundo o BTG Pactual
16 de setembro de 2026 - 12:01TIROU O PÉ
XP rebaixa ação da Sanepar (SAPR11) mesmo com potencial de 33% de alta na bolsa. O que está faltando para o papel?
16 de setembro de 2026 - 11:21QUEM ROUBA A CENA?
O roxinho perdeu o brilho? Itaú BBA rebaixa Nubank e elege um novo favorito entre os bancões
16 de setembro de 2026 - 10:44O CÉU É O LIMITE
Valor de mercado da Petrobras (PETR4) chega perto de R$ 700 bilhões, no maior patamar da história
15 de setembro de 2026 - 19:26FUSÕES E AQUISIÇÕES
JBS e Viva criam joint venture em couros, mas deixam ativos no Texas, na Alemanha e no México de fora
15 de setembro de 2026 - 19:14ATENÇÃO, ACIONISTA!
Dividendos e JCP: WEG (WEGE3) aprova quase meio bilhão de reais em proventos — mas não está sozinha
15 de setembro de 2026 - 17:52O MAIOR RETORNO PARA O SEU BOLSO
Empresas do Brasil pagaram mais de R$ 22 bilhões em dividendos no último trimestre; veja quem superou a Petrobras (PETR4) como maior pagadora
15 de setembro de 2026 - 13:28PROVENTOS
Dividendos e JCP: Dona da Vivo (VIVT3) vai pagar R$ 500 milhões aos acionistas; confira os prazos
14 de setembro de 2026 - 19:10SETE CHAVES?
O segredo da Vale (VALE3) não está mais tão bem guardado assim — e já aparece no preço da ação
14 de setembro de 2026 - 18:31JOIA ESCONDIDA?
Itaú BBA aposta em banco ‘fora do radar’ que entrega ROE acima de 30% e pode saltar 45% na bolsa
14 de setembro de 2026 - 17:58CRÉDITO PARA QUEM?
Com calote em alta e agro sob pressão, bancos fecham torneira para famílias e apostam em outro segmento
14 de setembro de 2026 - 16:32CONCORRÊNCIA
A5X, nova bolsa brasileira de derivativos, capta R$ 360 milhões com gigantes do mercado — e já tem data para estrear as negociações
14 de setembro de 2026 - 13:41FORÇA, FOCO E FÉ?
Cleusa Maria: a empresária que nunca tinha provado um bolo na vida e criou um império de R$ 800 milhões
14 de setembro de 2026 - 7:07CASO MASTER
Fraudes entre Master e BRB chegam a R$ 17 bilhões e Banco de Brasília diz ser vítima de atos criminosos
13 de setembro de 2026 - 15:44TER OU NÃO TER
Petróleo acima de US$ 100 muda a tese para Petrobras (PETR4)? O que ainda favorece — e o que ameaça — a ação
11 de setembro de 2026 - 18:53MENOS ALARDE
IA vai destruir a humanidade? Neurocientista brasileiro rebate previsão alarmante de ex-pesquisadores da OpenAI
11 de setembro de 2026 - 15:31NAS ÁGUAS DO MINÉRIO DE FERRO
Vale (VALE3) segue blindada, mas outra mineradora brasileira está à deriva no mar mais caro dos últimos anos
11 de setembro de 2026 - 14:15SAÚDE FINANCEIRA NA VEIA
Como a Amil saiu da crise e agora se dá ao luxo de recusar proposta multibilionária de compra de fundos estrangeiros
11 de setembro de 2026 - 11:40POTENCIAL