O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na visão da varejista, essa nova estrutura será importante para acelerar o crescimento e fortalecer os serviços para parceiros e vendedores
Em busca de acelerar a evolução de sua plataforma digital, o Magazine Luiza (MGLU3) decidiu chacoalhar sua estrutura organizacional com várias mudanças de lideranças.
Agora, as vice-presidências de Plataforma e de Negócios, até então sob gestões distintas, serão unificadas sob o comando do diretor de tecnologia (CTO) André Fatala.
Com a nova estrutura, o Magazine Luiza passa a operar com duas vice-presidências estratégicas:
Na visão da varejista, essa nova estrutura será importante para acelerar o crescimento e fortalecer os serviços para parceiros e vendedores, além de continuar “desempenhando um papel relevante na digitalização do varejo brasileiro e na construção de uma infraestrutura digital robusta para o país”.
O anúncio acontece dias antes da divulgação do balanço do Magalu no quarto trimestre de 2024, programada para a próxima quinta-feira (13), após o fechamento dos mercados. Você confere aqui o calendário completo de resultados do 4T24.
Prata da casa, André Fatala atua ativamente na transformação digital do Magazine Luiza (MGLU3) desde que desembarcou na varejista, há cerca de 15 anos.
Leia Também
Agora, com a reestruturação, o executivo assume a nova posição com o objetivo de expandir as áreas de Marketplace, Marketing e Ads.
Essas divisões de negócios eram até então lideradas por Eduardo Galanternick, um dos responsáveis pelo crescimento do e-commerce do Magalu, que saltou de R$ 2 bilhões para R$ 46 bilhões em GMV (Volume Bruto de Mercadorias) na última década.
Fatala também estará encarregado de integrar as novas divisões sob seu comando às áreas de Tecnologia e Cloud.
Segundo o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Galanternick deverá contribuir com a transição em curso.
"A união das vice-presidências se dá em um momento em que muitos processos e decisões de negócios estão sendo automatizados e executados por sistemas de software, algoritmos e, principalmente, por modelos de inteligência artificial. Andre Fatala tem ampla experiência tanto no desenvolvimento quanto na aplicação desses sistemas, além de um conhecimento profundo do DNA do Magalu", disse a empresa, em nota.
Na visão do JP Morgan, a saída de Eduardo Galanternick, visto como um executivo experiente que liderou a expansão da plataforma de e-commerce da empresa, deve ter um impacto negativo sobre as ações MGLU3.
"Isso ocorre em meio a uma competição crescente de outros operadores de e-commerce como Mercado Livre e operadores transfronteiriços, enquanto o Digital continua sendo um vertical de crescimento de longo prazo chave para a empresa", destacou o banco.
Os analistas têm recomendação "Underweight", equivalente a venda, para as ações do Magazine Luiza (MGLU3).
A vice-Presidência de Plataformas será reforçada com novos executivos para impulsionar o crescimento do marketplace. Junto à chegada de Fatala no comando, o Magazine Luiza também anunciou a entrada de Ricardo Garrido como diretor executivo de Marketplace.

Garrido trabalhou por quase uma década na Amazon, responsável por importantes lançamentos e crescimento no Brasil, como o Kindle e a Alexa, e liderou o marketplace do e-commerce da empresa nos últimos quatro anos.
Agora no Magalu, o executivo será responsável pelas áreas Comercial, Desenvolvimento de Sellers, Advanced Analytics e Magalu Entregas do Marketplace, além de incorporar o time de tecnologia voltado para a plataforma Magalu.
Com isso, Daniel Vincenzi assume como diretor de tecnologia (CTO) do Marketplace.
O Magazine Luiza também anunciou a chegada de Marielle Paiva, que assumirá a recém-criada diretoria de Growth na vice-presidência de Plataformas, com foco no crescimento da base de clientes e na otimização dos investimentos em marketing e conversão.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira