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VAI DAR PRA 'REPETIR' A DOSE?

Itaú (ITUB4), Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) têm lucros 22% maiores em 2024, mas ‘elemento mágico’ que fez os bancões lucrarem tanto pode não existir em 2025

Com a previsão de alta dos juros e desaceleração econômica, os bancos esperam colocar pé no freio em determinadas linhas de negócio

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8 de fevereiro de 2025
16:39 - atualizado às 14:59
Fachadas dos bancos Itaú, Santander e Bradesco, com notas de R$ 100 ao fundo. - Imagem: Divulgação/iStock.com/Joa_Souza | Montagem: Maria Eduarda Nogueira

R$ 74,8 bilhões: este foi o lucro líquido dos três maiores bancos privados do Brasil. 

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Juntos, Itaú (ITUB4), Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) lucraram 22,1% a mais em 2024 do que no ano anterior, segundo dados compilados pelo Estadão.

Essa bonança foi alavancada pelo crescimento do crédito, um cenário que deve mudar em 2025. Com a previsão de alta dos juros e desaceleração econômica, os bancos esperam colocar pé no freio. 

Um panorama dos resultados dos bancos

A maior expansão de carteira foi a do Itaú, com crescimento de 15,5% em um ano. 

Houve influência do câmbio, que eleva o saldo de empréstimos a empresas denominados em dólar, mas o banco também cresceu entre micro, pequenas e médias empresas e na carteira de pessoas físicas. Em ambos os casos, o foco foi nos clientes com melhor capacidade de pagamento.

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Em cartões de crédito, por exemplo, o banco teve crescimento de 4,9% em relação ao final de 2023. Essa expansão foi concentrada nos segmentos Uniclass e Personnalité, de média e alta renda, em que a alta da carteira no mesmo período foi de 17,5%.

Leia Também

Veja aqui o balanço completo do quarto trimestre de 2024 (4T24) do Itaú (ITUB4).

No Santander, o foco foi em determinadas linhas de crédito. Na financeira, por exemplo, o banco teve crescimento de 20% na carteira de automóveis, em que aposta para ampliar as vendas cruzadas de produtos e serviços à base de clientes. Em cartões, 88% dos clientes são correntistas.

"Nós não fazemos a gestão do banco pela margem financeira bruta, mas sim pela margem líquida, ajustada pelo risco", afirmou o presidente do Itaú, Milton Maluhy. Com esse foco, entre 2022 e o ano passado, o banco reduziu de forma relevante a exposição a clientes de maior risco, como os de baixa renda.

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Veja aqui o balanço completo do 4T24 do Santander (SANB11).

O Bradesco também deu maior destaque à margem financeira líquida, que cresceu 32,7% no ano passado com a queda de 24,9% nas provisões contra a inadimplência. "Não estou trabalhando com a expectativa de que a gente tenha problema na inadimplência, estamos muito seguros com o que estamos originando", disse o presidente do banco, Marcelo Noronha, em entrevista à imprensa.

Veja aqui o balanço completo do 4T24 do Bradesco (BBDC4).

O que esperar dos ‘bancões’ em 2025?

Para 2025, há expectativa de aumento da rentabilidade, sim, mas contando com crescimento menor da carteira de crédito. O Itaú prevê alta de até 8,5%, por exemplo, e considera que a margem deve ter expansão maior, de até 11,5%.

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O Santander não informa guidances, mas também sinalizou que o ano será de desaceleração. "É provável crescer na mesma ordem de grandeza de 2024. É pouco provável nós crescermos mais", disse o presidente do banco, Mário Leão, à imprensa.

No Bradesco, a expectativa é crescer de 4% a 8%. No ano passado, o banco expandiu a carteira de crédito em 11,9%, em uma retomada após dois anos de desaceleração para reverter o crescimento na inadimplência da carteira. "Tem uma regulagem do nosso apetite a risco, que se reflete no nosso guidance", afirmou Noronha.

O motivo para as projeções menos otimistas é a deterioração do cenário macroeconômico, com a alta dos juros. 

Além de consumir uma fatia maior da renda das famílias, a Selic mais alta deve colocar um freio na atividade, aumentando o desemprego. Tudo para conter a inflação, que ainda deve fechar o ano acima do teto da meta oficial.

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O Itaú, por exemplo, prevê que a Selic chegará a 15,75% ao ano no final de 2025, 2,5 pontos porcentuais acima do patamar atual. 

A equipe de análise econômica do Bradesco afirmou, em relatório divulgado na quarta-feira (5), que a probabilidade de uma recessão no segundo semestre ficou maior.

Estes cenários se refletem em outros pontos das projeções dos bancos. 

O Itaú, por exemplo, espera que as provisões contra a inadimplência cresçam neste ano. 

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"Vemos o patamar de provisionamento do banco como resultado da incorporação de um cenário muito desafiador, o que pode deixar espaço para reversão caso a economia mostre resiliência, ou formar um escudo caso o cenário ruim se confirme", afirmou o analista Gustavo Schroden, do Citi, em relatório.

A equipe do Safra considerou que embora apontem na mesma direção, os guidances de Itaú e Bradesco contam histórias diferentes. 

"Diferente do guidance do Itaú, que tem tom conservador e parece desenhado para ser superado, o do Bradesco parece ter um alvo que exige grande esforço, especialmente considerando a alta de 15% esperada para a margem líquida", escreveu o analista Daniel Vaz.

Maluhy, do Itaú, disse que o banco está preparado para crescer mais que o previsto se houver espaço. "A nossa velocidade de reação para qualquer cenário que venha à frente é muito rápida. Não são decisões que você toma em 30 ou 60 dias, são decisões que você toma todos os dias", afirmou em teleconferência com analistas.

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Noronha deu sinais na mesma direção. Segundo ele, o Bradesco começou a desacelerar o crédito já no quarto trimestre do ano passado, mas não descarta surpresa positiva caso o cenário-base do mercado não se confirme.

* Com informações do Estadão Conteúdo.

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