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O celular mais vendido do país combina desempenho e durabilidade, mas custa caro
O iPhone 16 segue firme como o celular mais vendido no Brasil em 2025. Não é só sobre tecnologia: é sobre status, economia e, claro, sobre quanto os brasileiros estão dispostos a pagar para ter um pedaço da maçã na mão.
No entanto, o fato de o iPhone 16 liderar em unidades vendidas não significa que a Apple seja a rainha do mercado de smartphones.
A Samsung segue soberana em participação, com 36,21% das vendas em julho, seguida por Motorola, Xiaomi e Apple, segundo levantamento do StatCounter.
Enquanto Samsung e Xiaomi vendem milhões de unidades, a Apple faz uma mágica: vende menos aparelhos, mas domina a venda individual de modelos premium. A explicação é simples:
Além disso, o iPhone 16 possui chip A17 Bionic, que garante performance até para os apps mais exigentes, nas câmeras que entregam fotos e vídeos de estúdio e no design premium que mantém a marca no topo do desejo.
Começa em R$ 7.000. Sim, o iPhone 16 é caro. Mas para quem busca performance, durabilidade e integração total ao ecossistema Apple, o investimento se justifica.
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Para quem pensa em comprar, calma: a chegada do iPhone 17 tende a derrubar levemente os preços, abrindo espaço para promoções e parcelamentos tentadores nas grandes lojas e operadoras.
Se a prioridade for custo-benefício, alternativas como Galaxy A16 5G e Redmi 14C 4G entregam bom desempenho e câmeras decentes, sem estourar o bolso.
Com a expectativa do iPhone 17, o iPhone 16 usado virou commodity. Quem quer migrar coloca o aparelho a venda — e o mercado de seminovos explode. Parcelamento, cashback, trade-in: tudo vira estratégia para conseguir a novidade sem quebrar o bolso.
Segundo a Forbes, o iPhone 17 está previsto para setembro de 2025, e promete novos modelos (iPhone 17, 17 Pro, 17 Pro Max e o finíssimo iPhone 17 air), um processador mais rápido, inteligência artificial aprimorada e câmeras turbinadas.
Preços oficiais? Ainda não são conhecidos, mas é bom preparar a carteira — o salto não deve ser enorme, mas o peso dos impostos e do dólar vai doer no bolso.
O mercado brasileiro de smartphones não permite que os fabricantes durmam no ponto.
O iPhone 16 lidera em unidades vendidas, mas a Samsung segue firme, atacando em todas as faixas de preço.
Xiaomi e Motorola também não estão paradas, todas disputando sua fatia das vendas.
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No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas
Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato