O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na contramão da Nvidia, a Intel vem sofrendo com a perda de participação no mercado, em meio a dificuldades de se colocar no mercado de inteligência artificial
O mundo dos chips ficou (ainda) mais agitado nos últimos dias. Ontem, o site The Information publicou que a Intel e a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC) teriam chegado a um acordo preliminar para formar uma joint venture para operar as fábricas da companhia norte-americana.
O site citou duas fontes envolvidas nas discussões e afirmou que a TSMC, maior fabricante de chips do mundo, teria uma participação de 20% na nova empresa.
Segundo o site, a Casa Branca e autoridades do Departamento de Comércio dos Estados Unidos estariam pressionando as duas companhias a fecharem um acordo para resolverem a crise na fabricante norte-americana.
Na contramão da Nvidia, a Intel vem sofrendo com a perda de participação no mercado, em meio a dificuldades de se colocar no mercado de inteligência artificial.
Em 2024, a Intel registrou prejuízo líquido de US$ 18,8 bilhões, o primeiro desde 1986.
As ações da empresa perderam 60% de seu valor em 2024, em comparação com um aumento de mais de 23% no S&P 500. As ações recuperaram parte dessas perdas este ano e subiram quase 12%.
Leia Também
Em dezembro, o CEO Pat Gelsinger anunciou sua saída do cargo. No mês passado, o novo nome foi anunciao para o seu lugar: Lip-Bu Tan.
Analistas do Citi estão céticos sobre a joint venture entre as duas empresas, argumentando que tal movimento não teria sucesso devido a diferenças fundamentais nas operações, segundo reportou o site Investing.com.
"Não acreditamos que a TSMC operando/formando uma joint venture com a Intel funcionaria devido às diferenças na fabricação e operações”, escreveram os analistas.
Para o Citi, a Intel deveria abandonar suas ambições de fundição para terceiros e focar na fabricação de seus próprios chips.
"Acreditamos que a fundição da Intel provou ao longo dos anos que não pode competir com a TSMC, e forçar uma empresa a usar uma fabricação vastamente inferior destruiria o valor para os acionistas de uma empresa ‘fabless’ como QCOM [Qualcomm] ou AVGO [Broadcom]”, escreveram.
Uma empresa fabless é uma empresa que projeta e comercializa produtos, mas terceiriza a sua fabricação
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética