🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

O INIMIGO AGORA É… O MESMO?

Hapvida (HAPV3) revive pesadelo do passado… só que pior: além do balanço, o que realmente está por trás da queda de 42% em um dia?

Não é a primeira vez que as ações da Hapvida são dilaceradas na bolsa logo após um balanço. Mas agora o penhasco foi maior — e tem muito mais nisso do que “só” os números do terceiro trimestre

Bia Azevedo
Bia Azevedo
24 de novembro de 2025
6:01 - atualizado às 10:41
Montagem em fundo vermelho, com um aparelhos médicos, e o logo da Hapvida no canto superior esquerdo
Hapvida - Imagem: Montagem Seu Dinheiro/ Canva Pro

Se um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, uma tempestade pode muito bem cair… a Hapvida (HAPV3) que o diga. A empresa esteve no centro de um forte temporal na bolsa há duas semanas, com queda de 42% em um único dia, logo depois de divulgar o balanço do terceiro trimestre — e até agora lida com os sintomas do ‘resfriado’ que isso causou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esta não é a primeira vez que um resultado ‘abala a imunidade’ da operadora de planos de saúde e dentários. 

Em março de 2023, a companhia se viu em uma situação bem parecida ao cair mais de 30% em um pregão depois de publicar os números referentes ao quarto trimestre de 2022. Inclusive, os sintomas que causaram a crise na época são muito parecidos com os de agora.

Outro ponto que se repetiu em relação à queda de 2023 foram gestores se dizendo  cansados de dar chances à Hapvida. E, se a reclamação voltou é porque, bem ou mal, houve uma nova chance — mesmo que a empresa nunca tenha recuperado totalmente sua “saúde” na avaliação dos investidores.

Hapvida: o inimigo agora é … o mesmo?

Em ambos os casos, o mercado não gostou nada de ver o aumento da sinistralidade, que é o percentual de uso dos serviços prestados pela operadora de saúde versus a receita total recebida. No terceiro trimestre de 2025, esse indicador chegou aos 75,2%, avanço de 1,4 ponto percentual (p.p) ante o ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, se lá atrás os resquícios da pandemia ainda justificavam o problema, desta vez o CEO da Hapvida, Jorge Pinheiro, culpou as viroses e as temperaturas mais baixas por um período mais prolongado.

Leia Também

Mas Pinheiro admitiu que parte disso veio para ficar como consequência de uma melhora no serviço prestado nos hospitais — com redução no tempo de atendimento no pronto socorro e pontualidade nas consultas e exames agendados previamente. Além disso, a empresa disse ter eliminado a fila acumulada de procedimentos cirúrgicos.

BTG Pactual, JP Morgan, Goldman Sachs e Itaú BBA demonstraram preocupações com essa linha do balanço.

“Embora reconheçamos que houve frequência atípica de uso da rede no trimestre, o desempenho fraco também está ligado a fatores que não são necessariamente temporários e podem elevar o custo por beneficiário por um período prolongado e, eventualmente, exigir reaceleração de ticket médio para que a empresa consiga atingir metas de rentabilidade”, dizem os analistas do Itaú BBA em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acontece que a Hapvida não tem muito espaço para cobrar mais caro, segundo um gestor ouvido pelo Seu Dinheiro que preferiu não se identificar. O mercado de planos de saúde — especialmente no Sudeste e Sul — é praticamente um jogo de “rouba monte”.

Para crescer significativamente, a Hapvida precisa conquistar beneficiários de outras operadoras. Até porque o total de usuários de planos de saúde cresce pouco a cada ano e gira em torno dos 50 milhões há pelo menos cinco anos.

E, se esse é o objetivo — como o próprio CEO reforçou na teleconferência —, a empresa não consegue repassar preços que fiquem acima da concorrência, por exemplo. 

Outros sintomas antigos

O aumento da sinistralidade está por trás dos outros pontos em comum entre os problemas do presente e passado: entre eles, a queda no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que veio bem abaixo do esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste terceiro trimestre, o indicador de desempenho operacional ajustado ficou em R$ 746 milhões — queda de 2,4% em relação ao ano anterior —, cerca de 25% aquém do projetado pelo Itaú BBA e BTG Pactual e 30% abaixo do JP Morgan.

O consumo de caixa (de R$ 25 milhões no 3T25) também entra nessa lista, impactado pela sinistralidade elevada e pelo aumento das provisões para procedimentos realizados na rede credenciada e no SUS.

  • Vale lembrar que, na época, a empresa estava lidando com os custos da integração após a fusão com a NotreDame Intermédica, um ponto que detalharemos mais adiante.

Mas isso não justifica uma queda tão abissal

“Foi um resultado ruim, mas não a ponto de cair mais de 40%. Então há um aspecto técnico também”, diz um outro gestor com quem o Seu Dinheiro falou.

Muitos fundos tinham uma posição não desprezível na empresa. Por exemplo,  fundo de ações da Squadra teve perdas de quase 5% no dia, um da Atmos, que chegou a perder quase 2%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando investidores começaram a vender depois dos resultados ruins, os fundos que tinham posições médias para grandes dificilmente teriam coragem de comprar mais e é provável que tenham entrado na ponta vendedora a fim de reduzir o risco a qualquer preço.

“No final das contas, o único comprador do dia ali foi a família Pinheiro [dona do negócio]. O plano de recompra foi 100% executado no dia. Não fosse isso, as ações teriam caído mais”, complementa o gestor.

Daniel Utsch, gestor de renda variável da Nero Capital, também vê um efeito técnico. “De uns anos para cá, os fundos quantitativos ganharam muita força. Neles, as estratégias são baseadas em um trading algorítmico. Esse tipo de fundo é muito relevante para as movimentações de curto prazo”, ressalta. 

Nesses modelos, os algoritmos analisam os resultados e estimam o movimento esperado para a ação. Quando identificam, por exemplo, que o lucro veio muito pior do que o projetado e que o papel deveria cair mais do que está caindo no leilão, o sistema automaticamente dispara ordens de venda. Esse mecanismo, segundo o gestor da Nero, ajuda a intensificar movimentos bruscos em dias de divulgação de balanços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diagnóstico da Hapvida

A Hapvida já foi tratada como uma das queridinhas do mercado, vista por gestores e analistas como uma tese quase exemplar. 

O entusiasmo vinha da verticalização, estratégia em que a operadora controla tanto os planos quanto os hospitais onde os pacientes são atendidos. Esse arranjo, segundo o mercado, ajudava a reduzir desperdícios, evitar conflitos de interesse e manter os custos sob controle.

Só que esse modelo foi pensado na região Nordeste, onde a companhia foi fundada pelo médico oncologista Candido Pinheiro Koren, em 1979.

“Lá, a Hapvida conseguiu se tornar uma baita alternativa ao SUS. O cliente  acessava um plano barato e se sentia bem atendido, perdoando possíveis falhas, porque a alternativa seria justamente o atendimento público”, afirma um outro gestor com quem o Seu Dinheiro conversou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E isso funcionou bem: combinando o modelo de negócios com uma estratégia agressiva de aquisições, a empresa passou a dominar o jogo por lá… até a fusão com a NotreDame Intermédica, anunciada em 2021, quando a Hapvida colocou os pés no Sudeste.

“Quando desenhávamos os possíveis cenários para a empresa, o pior deles seria se o jogo no Sudeste fosse tão diferente do Nordeste a ponto de tudo o que havia sido aprendido lá não servir para absolutamente nada. Na prática, isso poderia até se tornar um fator que atrapalhasse a operação na região”, diz o gestor com quem falamos.

E, para ele, é exatamente isso que está acontecendo com a companhia.

O problema da fusão com a Intermédica 

Na visão do gestor, o buraco no Sudeste é mais embaixo. A concorrência é muito mais acirrada — o que coloca uma espécie de teto no ticket médio cobrado, por exemplo — , os custos para construir e operar hospitais são mais elevados e o gasto médico da região também pesa mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, a Hapvida até hoje não conseguiu cumprir as promessas mirabolantes de fortes sinergias que seriam geradas a partir da fusão, diz Gabriel Mollo, analista do Daycoval.

Para ele, a companhia ainda não achou um modelo rentável para operar no Sudeste. “Isso não necessariamente é um problema. A questão é quando você não tira o pé do crescimento, segue subindo parques e hospitais, colocando dinheiro na operação sem entender necessariamente qual é o retorno disso”, diz um gestor.

O mercado já estava olhando para esses problemas na região, mas a empresa seguia tratando como se fosse algo sendo resolvido.

“A promessa era de que a judicialização estava caindo, os sinistros diminuindo e a rede própria aceleraria o atendimento ao tirar pacientes da rede credenciada. Nada disso aconteceu. Eles continuam investindo em hospitais, mas isso não apareceu na margem, nem nos sinistros, nem na conta do SUS.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste terceiro tri, aliás, a Hapvida pagou R$ 92,3 milhões referentes ao acordo de ReSUS e multas da ANS — um desembolso que incluiu R$ 18,9 milhões saindo diretamente do caixa. Além disso, as provisões relacionadas ao SUS praticamente dobraram no trimestre, subindo 106,7% na comparação anual, para quase R$ 120 milhões.

Essas provisões são um dinheiro que a Hapvida deixa ‘separado’ para arcar com os custos dos atendimentos de beneficiários do plano de saúde na rede pública.

O que fazer com as ações?

Para todas as pessoas com quem conversamos para esta matéria, a indicação é ficar de fora dos papéis. E não são só eles: o JP Morgan, por exemplo, cortou a recomendação para os papéis de compra para neutra. O UBS rebaixou a indicação de compra para neutra depois do resultado do terceiro trimestre.

Já outros bancões — como BTG Pactual, Goldman Sachs e Bradesco BBI —, mantiveram “compra”, mas cortaram severamente as projeções e preços-alvo para a companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Eu acredito que nesse momento o ideal seria que o investidor esperasse esse momento difícil passar para avaliar os fundamentos da empresa”, diz Mollo. 

Já outro gestor deixa claro: “do ponto de vista de minoritário, não me parece que faz sentido tomar esse risco. Primeiro, é preciso entender qual vai ser o retorno desses investimentos em hospitais em São Paulo, por exemplo”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

VACA LEITEIRA?

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) turbina retorno após balanço do 4T25 — com direito a JCP, recompra e devolução bilionária aos acionistas

23 de fevereiro de 2026 - 14:42

A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3

FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

REFORÇO DE CAPITAL

Após quase triplicar na B3, Banco Pine (PINE4) lança follow-on e quer levantar até R$ 400 milhões na bolsa

23 de fevereiro de 2026 - 11:13

Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes

DE OLHO NA BOLSA

Cosan (CSAN3) considera IPO da Compass Gás e Energia, em meio a crise na Raízen (RAIZ4)

23 de fevereiro de 2026 - 10:34

A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012

AMIANTO NO TALCO?

Natura paga US$ 67 milhões para encerrar processo da Avon nos EUA relacionado a acusações de câncer causado por talco

23 de fevereiro de 2026 - 9:40

A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto

ENTREVISTA COM CEO

Exclusivo: CEO do Bradesco (BBDC4) rebate críticas ao resultado: “disseram que não tínhamos mais como crescer, mas mostramos o contrário”

23 de fevereiro de 2026 - 6:12

Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE

APERTO DE MÃOS

Vale (VALE3) firma acordo de R$ 2,6 bilhões com grupos indianos para impulsionar exportação de minério de ferro

22 de fevereiro de 2026 - 14:43

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar