O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em relatório, analistas do banco afirmam que a companhia é ‘uma das melhores alocadoras de capital da cobertura’
A Eneva (ENEV3) passou por uma montanha-russa no início deste ano, influenciada pelas regras de um leilão de energia do governo. Passado o susto, as ações da elétrica — que acumulam ganho de 13% em 2025 — surgem como uma oportunidade de compra única para o Itaú BBA.
Segundo relatório divulgado no último domingo (2), os papéis da companhia são negociados a um valuation atrativo, mesmo considerando apenas os ativos e contratos existentes.
VEJA TAMBÉM: A temporada de balanços do 4T24 vem aí – veja como receber análises dos resultados das empresas e recomendações de investimentos
Além disso, a equipe enxerga que o papel possui um gatilho claro que pode destravar criação de valor relevante nos próximos meses: o leilão de reserva de capacidade, que será realizado pelo governo em junho deste ano (entenda melhor mais abaixo).
Em retrospecto, os papéis da Eneva (ENEV3) amargaram uma perda de 23% no ano passado e de 13% nos últimos 12 meses.
Para os analistas, a performance negativa é explicada por um “cenário macro desafiador e incertezas relacionadas ao leilão de reserva de capacidade e às condições hidrológicas”.
Leia Também
Ainda segundo o relatório, esses fatores levaram os investidores a diminuir suas expectativas de despacho térmico após o terceiro trimestre de 2024.
Em 2025, os papéis da companhia somam uma valorização de 13%. Para o Itaú BBA, essa recuperação não deve parar por aí.
Segundo relatório, o preço-alvo estipulado pelo Itaú BBA para as ações da Eneva foi reduzido de R$ 17,30 para R$ 16,50 – mas ainda sugere uma valorização potencial de 41%, considerando o preço atual (R$ 11,95).
Além disso, os analistas ainda reforçam que Eneva é “uma das melhores alocadoras de capital de sua cobertura”. Por isso, ressaltam que o nível atual de preço de ENEV3 representa uma “oportunidade única” de investimento.
De acordo com o relatório, as ações da companhia estão sendo negociadas a uma Taxa Interna de Retorno (TIR) real implícita de 14,4%.
O governo brasileiro marcou um novo leilão de reserva de capacidade de energia para o próximo dia 27 de junho. Essa iniciativa tem o objetivo de assegurar a disponibilidade de capacidade adicional no SIN (Sistema Interligado Nacional), sobretudo em momentos de escassez ou crises no fornecimento de energia.
Vale lembrar que o MME (Ministério de Minas e Energia) ajustou as regras para esse leilão, no último dia 6 de janeiro, passando a permitir que usinas térmicas já em operação participem.
A mudança beneficiou especialmente a Eneva, uma das maiores geradoras termelétricas do país, que antes estava impedida de tentar a recontratação de unidades do complexo Parnaíba.
VEJA TAMBÉM: 5 ações para buscar dividendos recorrentes na sua conta; baixe o relatório gratuito e entrevista completa sobre o setor
Segundo o relatório do Itaú BBA, espera-se que o leilão contrate pelo menos 10 GW de capacidade, entre projetos existentes e novos. “Vemos a Eneva em uma posição única para capturar uma parcela desse volume endereçável”, afirmam os analistas.
Outro ponto positivo destacado pelo banco foi com relação à frequência de despachos térmicos futuros.
Como visto no gráfico abaixo, apresentado no relatório do Itaú BBA, a amplitude média diária da geração hidrelétrica tem aumentado nos últimos anos.
“Vemos os fundamentos apontando para um despacho térmico mais recorrente no futuro próximo, particularmente relacionado à demanda de energia intradiária. Embora mais despacho possa representar um impacto positivo de curto prazo nos lucros, vemos o EBITDA recorrente da Eneva mais estabilizado nos próximos anos, mesmo com os melhores cenários de hidrologia.”
Esse outro gráfico, abaixo, ilustra como a relação entre o EBITDA da Eneva e as receitas fixas deve permanecer em um nível elevado nos próximos anos.
Os analistas do Itaú BBA também deram destaque a possíveis avenidas de crescimento para a Eneva ao longo dos próximos anos.
CONFIRA: tudo que acontece no dia a dia do novo governo Trump no Diário dos 100 dias
A principal delas é a monetização de moléculas de gás natural: segundo o relatório, a Eneva está explorando alternativas para monetizar suas reservas de gás natural, além da geração de energia.
E parece que esse movimento já começou. Segundo comunicado enviado ao mercado nesta segunda (3), a Eneva assinou um aditivo do contrato de fornecimento de gás natural liquefeito para a Virtu GNL. O suprimento terá início em março de 2025 e término em dezembro de 2034.
A companhia irá suprir a demanda de gás a partir de suas concessões na Bacia do Parnaíba, com ponto de entrega nas suas unidades de liquefação, na modalidade FOB (free on board), quando quem arca com o transporte é o comprador.
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil