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A empresa norte-americana espera ganhar mais espaço frente as concorrentes chinesas CATL e BYD
A Tesla (TSLA34) assinou seu primeiro acordo para construir uma usina de baterias em escala na China. A empresa americana anunciou na mídia chinesa que este será o maior projeto do tipo no país quando estiver pronto e está estimado em cerca de 4 bilhões de yuans, o equivalente a US$ 556 milhões.
O acordo levanta questionamentos, especialmente em um período de relações comerciais tensas entre os Estados Unidos e a China. A empresa de Elon Musk, entretanto, busca estreitar laços com o Gigante Asiático para se blindar dos problemas diplomáticos entre os países.
A fábrica de baterias da Tesla em Xangai está a todo vapor, tendo produzido mais de 100 das suas baterias gigantes para uso em escala, os chamados Megapacks, no primeiro trimestre de 2025.
Cada Megapack consegue fornecer até um megawatt de energia por quatro horas. Para se ter ideia do valor dessa capacidade, cada Megapack é vendido por pouco menos de US$ 1 milhão nos EUA. Não se sabe, entretanto, o preço na China.
A Tesla já vem exportando seus Megapacks para a Europa e Ásia a partir de sua fábrica em Xangai, para atender à demanda global e de destacar frente concorrentes.
Mas o que faz uma usina de baterias em escala?
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Segundo a CNBC norte-americana, a usina que deverá ser construída pela Tesla irá atuar como um "regulador inteligente" para a eletricidade urbana.
Como a energia solar ou eólica não estão disponíveis o tempo todo, as baterias em escala de rede são essenciais para equilibrar a oferta e a demanda na rede elétrica, armazenando o excesso de energia gerada para uso posterior.
Isso significa que elas ajudam a resolver a pressão no fornecimento de energia das cidades, garantindo que a eletricidade seja segura, estável e eficiente. E a demanda por essa tecnologia na China é enorme.
O país estabeleceu a meta de adicionar quase cinco gigawatts de capacidade de bateria até o fim de 2025, elevando o total para 40 gigawatts.
Para a Tesla, a oportunidade é importante, já que a companhia de Elon Musk compete com grandes empresas chinesas pela tecnologia de baterias elétricas.
A CATL, uma líder global em baterias e concorrente da Tesla, poderá ser uma de suas fornecedoras de componentes para os Megapacks. Junto com a BYD, ambas fizeram avanços significativos no desenvolvimento e na fabricação de baterias nos últimos anos, e a primeira detém cerca de 40% da participação no mercado global.
No fim das contas, a construção dessa usina não só fortalece a posição da Tesla, mas principalmente impulsiona a segurança energética e a transição para fontes mais limpas na China.
*Com informações de agências internacionais.
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