O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os acionistas Régis, Ghislaine e Paul Dubrule, fundadores da Tok&Stok, se comprometeram a injetar R$ 100 milhões na Mobly, caso a OPA seja bem-sucedida
O imbróglio entre a Mobly (MBLY3) e os fundadores da Tok&Stok pelo controle da companhia acaba de ganhar mais um capítulo.
A família Dubrule, fundadora da Tok&Stok, enviou uma nova carta à varejista de móveis propondo uma capitalização da companhia, condicionada à aprovação da oferta pública de aquisição (OPA) de ações de minoritários.
Os acionistas Régis, Ghislaine e Paul Dubrule, fundadores da Tok&Stok, se comprometeram a injetar R$ 100 milhões na Mobly caso a OPA seja bem-sucedida.
Além disso, eles planejam converter quase R$ 56,5 milhões em debêntures da Tok&Stok em ações da Mobly, bem como capitalizar outros R$ 68,8 milhões em créditos que detêm contra a Tok&Stok.
Apesar desse compromisso financeiro, a Mobly manifestou ceticismo sobre a operação. A empresa segue com temores de que os acionistas que decidirem não aderir à OPA dos Dubrule poderiam ter suas participações diluídas no processo.
A família Dubrule, fundadora da Tok&Stok, enviou em março uma carta manifestando intenção de abocanhar o controle da Mobly (MBLY3) por meio de uma OPA, menos de um ano após a união das duas companhias.
Leia Também
A proposta era comprar mais de 122,7 milhões de ações a R$ 0,68 cada. Este valor representava um desconto significativo de cerca de 50% sobre o preço de mercado à época, estratégia que contrasta com as usuais ofertas que buscam um prêmio sobre o valor das ações.
A família também propôs a remoção da cláusula de "poison pill" do estatuto da Mobly, que obriga a realização de uma OPA quando um acionista atinge participação acionária relevante.
Eles argumentaram que a eliminação dessa cláusula daria mais flexibilidade à base acionária, permitindo uma decisão livre de cada acionista sobre a adesão à OPA.
À época, a diretoria e o conselho da Mobly apontaram a proposta como “inviável”.
Em comunicado ao mercado hoje, a Mobly afirmou que "é dever fiduciário dos administradores buscar a maximização do preço para os acionistas em qualquer potencial OPA pelo controle".
Por isso, a administração manteve a recomendação do conselho de administração para que os acionistas rejeitem a proposta de exclusão da "pílula de veneno", prevista no estatuto da empresa, na assembleia geral ordinária e extraordinária (AGOE) marcada para 30 de abril.
Segundo a Mobly, apesar do compromisso "irrevogável e irretratável" de capitalização dos Dubrule em caso de sucesso na potencial OPA, o novo comunicado não especificou os termos e condições dessa oferta.
A empresa também afirma que a carta "não traz qualquer indicativo a respeito do preço por ação a ser
praticado em seu compromisso de capitalização" e que justifique a afirmação de que os acionistas da Mobly que optarem por não vender as ações na OPA "não seriam injustificadamente diluídos”.
Na carta enviada neste mês, os Dubrule afirmam que "entendem que as medidas de capitalização são fundamentais para assegurar a viabilidade econômica e a continuidade" da companhia e de suas subsidiárias, "que se encontram, hoje, em situação crítica".
A empresa, por sua vez, diz que a afirmação "parece contraditória no contexto da potencial OPA", em que o preço proposto, de apenas R$ 0,68, "reflete um expressivo desconto sobre o valor de mercado e sobre o valor patrimonial contábil das ações da companha, soando mais como ameaça de ampla diluição aos acionistas que não aceitem vender suas ações na potencial OPA".
A Mobly também rebate as alegações da família Dubrule sobre a "situação crítica" da companhia, lembrando que o "alto endividamento da Tok&Stok", incluindo o pedido de falência de abril de 2023, é anterior à aquisição do seu controle pela Mobly e resultado de "mais de 40 anos de sucesso" da família Dubrule na gestão da subsidiária.
A companhia ressalta que, antes da aquisição, a dívida da Tok&Stok foi reestruturada, um processo que a família Dubrule teria tentado "obstruir e impedir", propondo uma capitalização de R$ 100 milhões que visava à retomada do controle da Tok&Stok sem o devido pagamento aos acionistas.
*Com informações do Money Times.
Na disputa pela conveniência no e-commerce de medicamentos, o Mercado Livre estreia com preços mais baixos e navegação mais fluida, mas ainda perde em rapidez para rivais já consolidados como iFood, Rappi e Raia
“Apesar do bom desempenho operacional e avanços na Resia, a geração de fluxo de caixa fraca no Brasil deve pressionar a reação do mercado”, disse o banco BTG Pactual em relatório.
O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte
A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações