O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desse total, a Tim é a que fica com a maior parte da distribuição aos acionistas: R$ 2,2 bilhões; confira cronogramas e datas de corte
Com o mercado já respirando os ventos da mudança fiscal, Tim (TIMS3), Camil (CAML3), Allos (ALOS3), Vivo (VIVT3), Azzas 2154 (AZZA3) e Movida (MOVI3) pisaram no acelerador e anunciaram nesta terça-feira (16) um pacote que ultrapassa R$ 4 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) — e ainda teve distribuição extraordinária.
Os anúncios se inserem em um cenário mais amplo da Bolsa, onde cresce o movimento de companhias que correm para antecipar a distribuição de proventos. A estratégia busca proteger os acionistas e assegurar retornos antes que a nova tributação sobre proventos mude as regras do jogo a partir do ano que vem.
A maior parte dessa distribuição ficou com a Tim: R$ 2,210 bilhões como antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2025, a ser imputada ao dividendo mínimo obrigatório.
Segundo a companhia, o total de proventos declarados ao longo do ano somam R$ 4 bilhões, em linha com as projeções do Plano Estratégico 2025-2027 em fevereiro.
Do montante, R$ 1,790 bilhão serão pagos na forma de dividendos, correspondentes à R$ 0,7482883774 por ação ordinária. O pagamento ocorrerá até o dia 30. Terão direito, acionistas posicionados na base da companhia em 19 de dezembro. As ações passam a ser negociadas "ex-direito" a partir do dia 22.
Após cada data de corte, as ações passam a ser negociadas “ex-direitos”, ou seja, sem o direito aos proventos anunciados e passarão por um ajuste na cotação. Assim, o investidor pode optar por comprar os papéis agora e garantir os benefícios, ou esperar e adquirir as ações por um valor menor — mas sem direito aos proventos.
Leia Também
A Tim ainda vai distribuir R$ 420 milhões em JCP, a R$ 0,1755760439 por ação, com data de corte em 22 de dezembro. A partir do dia seguinte, 23, os papéis passam a ser negociados "ex-direito". O pagamento está previsto para 30 de junho de 2026.
Junto com a distribuição de dividendos e JCP, o conselho da Tim aprovou o cancelamento de 28.678.509 ações mantidas em tesouraria, sem redução do capital social, as quais foram adquiridas no âmbito do Programa de Recompra vigente. Em função do cancelamento, o capital social da TIM passa a ser dividido em 2.392.125.889 ações ordinárias.
A Camil abriu a noite, com a distribuição de R$ 420 milhões em dividendos, com base nas reservas de lucros e nos resultados acumulados até novembro de 2025. O pagamento será feito em 12 parcelas entre março de 2026 e dezembro de 2028.
Serão oito parcelas de R$ 25 milhões cada, equivalentes a R$ 0,073 por ação ordinária, e quatro parcelas de R$ 65 milhões cada, equivalentes a R$ 0,190 por ação ordinária. Confira o cronograma:
Depois da Tim, a Allos ficou com a maior fatia dos dividendos: R$ 438 milhões. O valor será distribuído em três parcelas iguais de R$ 146 milhões cada, com pagamento previsto entre janeiro e março de 2026. Em cada etapa, os acionistas receberão cerca de R$ 0,29 por ação.
A primeira parcela terá como data de corte o dia 19 de dezembro de 2025, com as ações passando a ser negociadas sem direito ao dividendo a partir de 22 de dezembro. O pagamento ocorrerá em 5 de janeiro de 2026.
A segunda tranche considera como data de corte o dia 21 de janeiro de 2026, com data ex-dividendos em 22 de janeiro e pagamento em 3 de fevereiro de 2026.
Já a terceira parcela terá data de corte em 19 de fevereiro de 2026, com as ações passando a ser negociadas ex-dividendos em 20 de fevereiro e pagamento marcado para 3 de março de 2026.
Terão direito aos dividendos os acionistas registrados nas respectivas datas de corte. Os valores serão creditados na conta bancária informada ao Itaú, responsável pela escrituração das ações da companhia, ou repassados pelas instituições de custódia, disse a Allos.
A companhia informou ainda que o valor por ação pode sofrer ajustes em função do programa de recompra de ações em andamento.
A Vivo anunciou o pagamento de R$ 350 milhões em JCP. O valor por ação será de R$ 0,10 bruto, equivalente a R$ 0,09 líquido após a dedução de 15% de Imposto de Renda.
O pagamento será realizado até 30 de abril de 2026, em data a ser definida pela diretoria da companhia. Para ter direito ao recebimento, os investidores precisam estar posicionados em 29 de dezembro de 2025.
Já a Azzas 2154, companhia resultante da fusão da Arezzo e do Grupo Soma, anunciou a distribuição de R$ 320 milhões no formato de dividendos para os seus acionistas. O valor equivale a R$ 1,58 por ação ordinária.
Terão direito aos dividendos declarados as pessoas inscritas como acionistas da Azzas no dia 19 de dezembro de 2025. As ações passam a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 22 de dezembro.
Ainda segundo a companhia, pagamento dos dividendos será realizado em uma única parcela, no dia 30 de dezembro de 2025.
Os valores relativos aos dividendos serão imputados aos dividendos mínimos obrigatórios relativos ao exercício social que se encerrará em 31 de dezembro de 2025.
Há um mês, a Azzas 2154 já havia aprovado a distribuição de R$ 180 milhões em dividendos, montante equivalente a R$ 0,892 por ação ordinária.
A Movida, por sua vez, anunciou o pagamento de R$ 255 milhões em JCP, a R$ 0,75186692 por ação. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 19 de dezembro de 2025. As ações serão negociadas “ex-JCP” a partir de 22 deste mês.
No mesmo comunicado, a Movida informou que seu conselho de administração realizará oportunamente um aumento de capital social privado dentro do limite do capital autorizado. A operação, segundo a empresa, tem como objetivo a preservação da estrutura de capital e da posição de caixa, mantendo a distribuição de lucros da no patamar de 25% do lucro líquido do exercício social.
No mar de pagamento de proventos desta noite, ainda teve quem anunciasse uma distribuição extraordinária: a M. Dias Branco, no valor de R$ 200 milhões, a R$ 0,60 por ação.
Os acionistas titulares de ações da companhia na data-base de 19 de dezembro de 2025 estão aptos a receber o pagamento, que está marcado para 30 de dezembro de 2025, mesma data dos dividendos mensais, de R$ 0,030 por ação, já aprovado em 21 de fevereiro.
*Com informações do Money Times
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida