O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de pressão dos minoritários e movimentações importantes nos bastidores, a matriz francesa elevou a oferta. Ações disparam na bolsa
O Carrefour Brasil anunciou a melhora dos termos da proposta para fechar seu capital na bolsa brasileira.
A matriz francesa elevou em cerca de 10% a oferta aos acionistas minoritários, que vinham questionando a oferta de R$ 7,70 por ação, considerada muito baixa. Agora, o preço oferecido por papel é de R$ 8,50.
Na visão do JP Morgan, a operação deve ser aprovada na assembleia, que foi adiada da próxima segunda-feira (7) para o dia 25 de abril.
A nova proposta representa um prêmio de 46,2% sobre o preço médio negociado das ações CRFB3 nos últimos trinta dias anteriores a 10 de fevereiro — véspera do anúncio oficial da proposta de fechamento de capital do Carrefour Brasil pelo controlador francês.
Se forem considerados os últimos 90 dias antes da data do anúncio, representa um valor 39% maior em relação ao preço médio nesse período.
Na abertura do pregão desta sexta-feira (04), as ações negociam em alta de mais de 10% na bolsa de valores — uma das poucas altas da bolsa hoje. Acompanhe aqui nossa cobertura.
Leia Também
Antes do anúncio, o processo de oferta pública de ações (OPA) já vinha sendo marcado por movimentações importantes nos bastidores.
Na primeira delas, segundo apuração do Valor Econômico, as consultorias de aconselhamento de votos Glass Lewis e ISS recomendaram aos acionistas votarem contra a proposta de deslistagem do Carrefour Brasil (Atacadão) da bolsa brasileira.
Ambas argumentavam que a avaliação proposta subestimava significativamente o valor justo do Carrefour Brasil, observando que a oferta pública havia sido feita dentro das mínimas históricas da CRFB3.
A orientação costuma ser seguida pelos investidores institucionais estrangeiros. Entre eles, a Fidelity (que detém 3,42% de participação), Vanguard (com quase 1%) e a BlackRock (com aproximadamente 0,70%).
Do outro lado, a Península — gestora da família Diniz, que detinha 7,3% das ações do Carrefour Brasil —, que não votaria na assembleia em razão da ligação com o controlador, passou por uma reorganização ao retirar o Península II Fundo de Investimento em Participações (FIP) da sua gestão.
A mudança ocorreu porque o GIC, fundo soberano de Cingapura, se desvinculou da gestora para votar separadamente na proposta de incorporação do Carrefour Brasil pelo Carrefour França.
Assim, o FIP, que ficou com 2,4% do capital do Carrefour Brasil, poderia votar também na Assembleia Geral Extraordinária (AGE), indicando um movimento do Carrefour França e da Península para conceder maiores chances de a oferta ser aprovada.
Na visão do BTG Pactual, o adiamento da assembleia e a melhora nos termos da proposta para os minoritários devem gerar uma reação positiva nas ações.
Em relatório, o banco destaca que resultados fracos e alta alavancagem financeira nos últimos trimestres pressionaram a ação, que acumula queda de 45% nos últimos 12 meses — o que provavelmente explica a oferta feita pelo Carrefour SA.
O banco tem uma visão conservadora sobre a companhia, dados os desafios de integração e recuperação das operações do Grupo BIG, além do cenário de custos de financiamento mais elevados e alta alavancagem. Assim, os resultados devem continuar pressionados no curto prazo.
No entanto, o BTG enxerga uma tendência de melhora gradual para os próximos trimestres, graças aos esforços da companhia em otimizar o portfólio de lojas e pela recente retomada da inflação de alimentos (ainda que haja dúvidas sobre o impacto disso no volume de vendas).
A relação de troca proposta pelo acionista controlador para o resgate das ações abrange três opções que, com a mudanças, ficaram da seguinte forma:
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar