🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

TURBULÊNCIA SEM FIM

Braskem (BRKM5) recebe novo rebaixamento e Moody’s avisa: petroquímica pode permanecer no “olho do furacão” por até 18 meses se não tomar atitude

A agência de classificação de risco cortou o rating da Braskem de Ba3 para B2, com a perspectiva agora negativa. Entenda a mudança

Camille Lima
Camille Lima
14 de agosto de 2025
20:09
Unidade da Braskem (BRKM5) em Maceió (AL)
Unidade da Braskem (BRKM5) em Maceió (AL) - Imagem: Braskem

A Braskem (BRKM5) está atravessando uma turbulência que parece não ter fim. Após a Fitch rebaixar suas classificações no início da semana, a petroquímica enfrenta mais um revés — agora, com o rebaixamento pela Moody's

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A agência de classificação de risco cortou o rating da Braskem de Ba3 para B2, com a perspectiva agora negativa. 

Este movimento foi acompanhado pela redução da classificação dos bonds da Braskem America Finance Company, que são totalmente garantidos pela Braskem SA.

De acordo com a Moody's, o rebaixamento reflete a contínua fragilidade nas métricas de crédito e na geração de caixa da empresa, pressionada pelo ciclo de retração no setor petroquímico e pelas operações ainda frágeis no México. 

Segundo os analistas, a alavancagem da empresa, que chegou a níveis alarmantes, e a contínua queima de caixa, refletem um cenário em que as margens continuam apertadas e o mercado global de petroquímicos segue estagnado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com as incertezas relacionadas ao ambiente macroeconômico, provisões em Alagoas e a continuidade das operações contidas no México, a Braskem permanecerá negativa em 2025 e seu colchão para suportar a fraqueza do setor nos próximos anos diminuiu”, disse a agência.

Leia Também

A Moody's alerta que, sem ações urgentes para reverter a situação, a Braskem pode permanecer no “olho do furacão” por até 18 meses.

A tarefa hercúlea da Braskem (BRKM5) se quiser evitar novos rebaixamentos

De acordo com a Moody’s, a pressão sobre a Braskem (BRKM5) pode continuar intensa pelos próximos 12 a 18 meses. 

“Na ausência de quaisquer medidas protecionistas que melhorem o Ebitda da empresa, esperamos que a alavancagem ajustada da Braskem permaneça em torno de 11 vezes a 13,5 vezes nos próximos 12 a 18 meses, visto que o Ebitda da empresa continua pressionado pelos spreads petroquímicos, apesar das iniciativas contínuas da empresa para melhorar a lucratividade”, escreveram os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão da agência, a geração de fluxo de caixa livre da Braskem também permanecerá pressionada pelo fraco nível de operações, além dos desembolsos remanescentes relacionados a Alagoas e pelo programa de transformação que visa tornar a empresa mais competitiva no longo prazo.

Por isso, a petroquímica terá uma tarefa hercúlea se quiser evitar novos rebaixamentos.

Os riscos para a classificação da Braskem

Segundo os analistas, a Braskem enfrentará desafios enormes se quiser evitar mais rebaixamentos e, em um cenário mais extremo, até mesmo uma crise de liquidez. 

Para que as perspectivas da empresa melhorem, será necessário acelerar a resolução dos problemas em Alagoas e no México. Além disso, reduzir a alavancagem e melhorar a geração de fluxo de caixa livre são tarefas urgentes para evitar mais cortes nas suas notas de crédito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os analistas, o rating da Braskem poderá ser rebaixado caso a Braskem se deteriore ainda mais devido a passivos adicionais que surjam de eventuais processos e ações coletivas, além de volumes de vendas ou spreads petroquímicos mais fracos do que o previsto.

Isso potencialmente resultaria em maior alavancagem e queima de caixa, incapacidade de renovar políticas financeiras mais agressivas, incluindo pagamento de dividendos polpudos. 

Caso os resultados operacionais da Braskem continuem mais fracos de forma sustentada ou a alavancagem seja persistentemente alta ao longo do ciclo, o rating da Braskem também estaria sob pressão.

Mas nem tudo está perdido. A Moody's aponta que, caso a Braskem consiga melhorar seu desempenho operacional e reduzir a alavancagem, há espaço para uma possível elevação na classificação no futuro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso, claro, depende de uma reestruturação eficaz, um ambiente mais estável para o mercado e a resolução de passivos e problemas operacionais.

Em termos práticos, a Braskem poderia ter sua classificação elevada se solucionasse os problemas relacionados ao evento geológico em Alagoas, aprimorasse sua liquidez e flexibilidade financeira, e mantivesse uma política financeira conservadora. 

Uma alavancagem abaixo de 5,5 vezes, sustentada durante os ciclos de commodities, também seria um fator importante para a recuperação do rating da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

VACA LEITEIRA?

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) turbina retorno após balanço do 4T25 — com direito a JCP, recompra e devolução bilionária aos acionistas

23 de fevereiro de 2026 - 14:42

A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3

FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

REFORÇO DE CAPITAL

Após quase triplicar na B3, Banco Pine (PINE4) lança follow-on e quer levantar até R$ 400 milhões na bolsa

23 de fevereiro de 2026 - 11:13

Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes

DE OLHO NA BOLSA

Cosan (CSAN3) considera IPO da Compass Gás e Energia, em meio a crise na Raízen (RAIZ4)

23 de fevereiro de 2026 - 10:34

A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012

AMIANTO NO TALCO?

Natura paga US$ 67 milhões para encerrar processo da Avon nos EUA relacionado a acusações de câncer causado por talco

23 de fevereiro de 2026 - 9:40

A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto

ENTREVISTA COM CEO

Exclusivo: CEO do Bradesco (BBDC4) rebate críticas ao resultado: “disseram que não tínhamos mais como crescer, mas mostramos o contrário”

23 de fevereiro de 2026 - 6:12

Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE

APERTO DE MÃOS

Vale (VALE3) firma acordo de R$ 2,6 bilhões com grupos indianos para impulsionar exportação de minério de ferro

22 de fevereiro de 2026 - 14:43

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto

APÓS CRISE DO MASTER

BRB confirma que governo do DF irá capitalizar o banco com 12 imóveis públicos, levantar até R$ 2,6 bilhões e garantir liquidez financeira

22 de fevereiro de 2026 - 12:43

Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar