O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os analistas, a operadora da bolsa brasileira é mais do que apenas uma aposta em ações — e chegou o momento ideal para comprar os papéis B3SA3
Ainda que os investidores estejam ávidos por um bull market das ações brasileiras, o BTG Pactual está confiante que a operadora da bolsa não precisa de um rali para se tornar atraente: a hora de investir na B3 (B3SA3) é agora.
A notícia de uma decisão favorável no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) destravou o último gatilho que faltava para animar os analistas do banco com a operadora da bolsa brasileira.
Na noite passada, a B3 informou que o Carf cancelou definitivamente o auto de infração da Receita Federal que questionava a amortização do ágio fiscal da incorporação da Bovespa Holding, em maio de 2008. O valor atualizado do processo no fim de 2024 era de R$ 5,77 bilhões.
O desenrolar positivo dessa história, acrescido ao valuation deprimido das ações B3SA3, levou o BTG a elevar a recomendação para a B3, de neutro para compra.
Os analistas mantiveram o preço-alvo de R$ 13,50 para os próximos 12 meses, o que implica uma valorização de cerca de 28,5% em relação ao fechamento anterior — isso já considerando o retorno estimado aos acionistas de cerca de 10%, considerando dividendos e recompra de ações.
No pregão desta quinta-feira (13), os papéis da operadora da bolsa brasileira lideram os ganhos Ibovespa durante todo o dia, terminando a sessão com alta de 10,57%, a R$ 11,61. O Seu Dinheiro contou como foi o dia dos mercados e você pode conferir aqui.
Leia Também
A batalha entre a B3 (B3SA3) e a Receita Federal se estende há anos, com cinco autos de infração relacionados à fusão entre as antigas Bovespa e BM&F, que ocorreu há mais de 15 anos.
Os dois primeiros casos foram perdidos devido a votos empatados no Carf, enquanto o terceiro foi vencido em 2024, levando a sua resolução definitiva e estabelecendo um precedente favorável para os casos restantes.
O quarto caso, em revisão pela câmara superior do Carf até agora, também recebeu uma decisão favorável.
Agora, a câmara superior do Carf decidiu unanimemente a favor da B3 e a decisão é final, mas não impactará os demonstrativos financeiros da empresa, pois não havia sido provisionada anteriormente.
Na avaliação do mercado, essa decisão deve melhorar significativamente as perspectivas para o caso final da B3, que ainda deverá ser julgado.
“Para nós, isso representa um grande evento de redução de riscos, especialmente para investidores estrangeiros que acompanham de perto a B3 e têm perguntado consistentemente sobre essa questão ao longo dos anos sem uma resposta clara”, avaliou o BTG.
Vale lembrar que a B3 ainda tem R$ 5,3 bilhões em processos fiscais pendentes relacionados aos casos de ágio restantes para os anos de 2008 a 2011 e 2017.
Ao pensar na B3, muitos investidores associam imediatamente a operadora da bolsa de valores apenas ao mercado de ações brasileiro.
No entanto, o BTG Pactual acredita que a B3 transcende essa visão tradicional, representando uma oportunidade de investimento que vai além do que uma mera aposta em ações.
A empresa diversificou tanto o modelo de negócios que o desempenho das ações brasileiras têm perdido cada vez mais relevância nos resultados da empresa nos últimos anos.
“Dada a diversificação e a diluição significativa das receitas de renda variável nos últimos anos, a B3 parece estar muito próxima do piso em termos de resultados”, avaliou o BTG.
Para os analistas, apesar da qualidade dos resultados da operadora da bolsa ter melhorado, a ação continua sendo negociada a múltiplos historicamente baixos, enquanto oferece um rendimento atrativo de retorno aos acionistas.
Isso torna as ações B3SA3 uma boa opção defensiva entre os nomes de índice beta mais alto — cuja volatilidade costuma acompanhar as mudanças de cenário macroeconômico — no Brasil.
“Apesar do aumento do ruído sobre a concorrência nos últimos meses, a gestão da B3 tem enviado uma mensagem construtiva para 2025. Não sabemos quando a reavaliação ocorrerá ou quando os volumes surpreenderão, mas a assimetria para nós parece inclinada para o lado positivo. Portanto, acreditamos que é finalmente hora de elevar as coisas para o próximo nível. Compre.”
O Goldman Sachs também tem recomendação de compra para as ações B3SA3. A perspectiva construtiva deve-se ao valuation depreciado da operadora da bolsa, atualmente negociada a um múltiplo de 10,9 vezes o preço/lucro estimado para 2025.
O múltiplo não só está 37% abaixo da média histórica, de 17,4 vezes, como também está aquém da média de valuation das bolsas globais, que negociam a 25,1 vezes.
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander
Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região
Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa