🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MAIS AÇÕES EM CIRCULAÇÃO

Azul (AZUL4) tenta arrumar a casa com aumento de capital de até R$ 3,37 bilhões; papéis caem mais de 2% na B3

Segundo a companhia aérea, o aumento de capital está inserido no contexto da reestruturação e visa não só obter novos recursos financeiros; saiba quais são as outras finalidades da operação

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
21 de fevereiro de 2025
11:35 - atualizado às 19:19
Ações da Azul (AZUL4) lideram quedas do Ibovespa em 2024.
Imagem: Canva PRO/ Divulgação/ Montagem Seu Dinheiro

A psicologia diz que o ato de arrumar a casa pode ajudar uma pessoa a se sentir melhor. No caso da Azul (AZUL4) não foi bem isso que aconteceu — não para os acionistas. A companhia aérea anunciou na noite de quinta-feira (20) um aumento de capital de até R$ 3,37 bilhões, provocando a queda das ações na B3 nesta sexta-feira (21).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

AZUL4 recuou 2,16%, cotada a R$ 3,63. No mês, as perdas são ainda maiores, de 15,6%. No ano, no entanto, os ativos ainda estão positivos, acumulando ganho de 2,5%.

A notícia do aumento de capital da Azul vem em um momento no qual a companhia aérea tenta colocar ordem na casa e se aproxima de uma fusão com a Gol (GOLL4), que apresentou um plano de recuperação judicial nos EUA no fim do ano passado.

Para a empresa, a operação representa uma fonte de financiamento com a entrada de novos sócios. Para quem já tem ações da companhia aérea, no entanto, significa diluição do valor do ativo. 

Os detalhes do aumento de capital da Azul — e a condição para a operação acontecer

O conselho de administração da Azul aprovou o aumento de capital mediante a subscrição privada de novas ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) no valor de, no mínimo, R$ 72 milhões e, no máximo, R$ 3,37 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação prevê a emissão de 1,2 bilhão de novas ações ordinárias no piso e de 2 bilhões do topo. Além disso, inclui 722.279.696 de novos papéis preferenciais — todas nominativas e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 0,06 para as ONs e R$ 4,50 para as PNs

Leia Também

No caso das preferenciais, o valor é 21,3% maior que o fechamento do papel no pregão de quinta-feira (20). 

Segundo a Azul, a diferença entre o preço de emissão das novas ações ordinárias e preferenciais decorre exclusivamente da razão de 1:75 correspondente ao benefício econômico atribuído pelo Estatuto Social às ações preferenciais. 

Portanto, todos os acionistas da companhia aérea estarão subscrevendo ações pelo preço economicamente equivalente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação, no entanto, está condicionada à aprovação da alteração do limite do capital autorizado na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) marcada para 25 de fevereiro de 2025.

Mais um passo na reestruturação 

A Azul explica que o aumento de capital está inserido no contexto da reestruturação da companhia e visa não só obter novos recursos financeiros.

Segundo a empresa, a operação deve contribuir para melhorar a futura estrutura de capital e para aumentar a liquidez, além de ajudar na manutenção do enquadramento ao limite de 50% de ações preferenciais com voto restrito emitidas, tendo em vista que parcela dos créditos detidos pelos credores será convertida em ações preferenciais em razão das operações envolvidas na reestruturação.

Segundo a Azul, o aumento de capital contará com o apoio dos acionistas controladores da companhia, que subscreverão novas ações no contexto do aumento de capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia aérea detalha ainda que preço de emissão das novas ações preferenciais foi fixado com base na perspectiva de rentabilidade futura, considerados os efeitos da reestruturação e o potencial desempenho financeiro futuro. 

Também foi considerada a média ponderada por volume (VWAP) de cotação das ações preferenciais nos 30 pregões na B3, realizados no período de 9 de janeiro de 2025 a 19 de fevereiro de 2025, aplicado um ágio de, aproximadamente 7%.

Com SELIC mais ALTA, GRINGO deve VOLTAR os OLHOS para o BRASIL?

Esse não é o primeiro aumento de capital da Azul

No início do mês, a Azul anunciou que seu conselho de administração aprovou o aumento de capital da companhia em até R$ 6,1 bilhões. 

Essa operação está ligada aos acordos firmados entre a Azul e determinados arrendadores e fornecedores de equipamentos que detêm parcela das obrigações de arrendamentos pendentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste caso, o aumento de capital da Azul ocorrerá por meio da aquisição privada de novas ações preferenciais, no valor de, no mínimo, R$ 1,5 bilhão e, no máximo, R$ 6,1 bilhões. 

A companhia aérea emitirá, ao menos, 47 milhões  de ações e, no máximo, 191 milhões de ações, ao preço de R$ 32,08 cada.

Você pode conferir os detalhes dessa operação aqui

  • LEIA TAMBÉM: BB Seguridade anuncia R$ 4,4 bilhões em dividendos, mas não está entre as 5 ações preferidas para investir agora; entenda

A reestruturação de dívida da Azul e a fusão com a Gol 

Em janeiro, a Azul concluiu o processo de reestruturação de dívidas que abrangeu a eliminação de cerca de US$ 1,6 bilhão em débitos do balanço patrimonial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O valor inclui a conversão de aproximadamente US$ 557 milhões em obrigações relacionadas a ações de arrendadores e fabricantes em novas ações preferenciais da Azul, com emissão prevista para o primeiro trimestre de 2025.

A companhia também trocou US$ 243,6 milhões em notas existentes por novos acordos comerciais e fez ajustes nos prazos de vencimento de outras dívidas, com a inclusão de juros incorporados ao principal.

Com a finalização do processo, a Azul também levantou US$ 525 milhões por meio da emissão das notas superprioritárias, que incluem uma opção de pagamento de juros em dinheiro ou com a inclusão dos mesmos no valor principal.

O financiamento foi crucial para a reestruturação da dívida da empresa e para garantir uma maior flexibilidade financeira no futuro, de acordo com a própria Azul na ocasião.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a reestruturação, a Azul conseguiu melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem dos últimos 12 meses, passando de 4,8x para 3,4x, com base nos números do terceiro trimestre de 2024.

Além disso, no começo do ano, a Azul e a Gol firmaram acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU) para regularizar dívidas previdenciárias e fiscais no valor de cerca de R$ 7,5 bilhões, somando as duas empresas — sendo R$ 5 bilhões relativos à Gol.

Outro assunto que sobrevoa a Azul é uma possível fusão com a Gol, controlada pela Abra. 

Em meados de janeiro, as duas companhias assinaram um memorando de entendimentos não vinculante (MoU) para avaliar uma combinação entre os negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caso a fusão seja concretizada, Azul e Gol manterão certificações operacionais separadas, mas estarão sob uma única entidade listada. O objetivo é combinar outras áreas para ampliar as ofertas e produtos aos clientes, além de gerar sinergias e melhorar a eficiência.

Juntas, as duas companhias teriam uma participação aproximada de 60% no mercado nacional, superando os 40% da rival Latam, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).  Além disso, Azul e Gol juntas valem mais de R$ 2 bilhões na bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EFEITO BRENT

Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Brava (BRAV3): quem perde e quem ganha com a medida de Lula para compensar petróleo caro

13 de março de 2026 - 18:00

Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras

DE VOLTA AO BÁSICO

Em reestruturação, a Azzas, dona da Arezzo e da Hering, ainda não alçou voos; veja por que BTG e Santander acreditam que ainda vale investir

13 de março de 2026 - 17:03

A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco

NOVA FASE DA EMPRESA

Magalu (MGLU3) resolve problema que nem o ChatGPT conseguiu ainda: por que Fred Trajano está ‘all in’ em Inteligência Artificial

13 de março de 2026 - 12:54

Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu

DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

NA MODA

O que Safra e BB Investimentos viram na Lojas Renner (LREN3)? Veja por que a ação pode subir até 40%

12 de março de 2026 - 15:15

“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra

BRIGA DE GIGANTES

A ameaça da Shopee: Mercado Livre (MELI34) é rebaixado pelo JP Morgan por preocupações com a concorrência, e ações caem

12 de março de 2026 - 12:45

O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026

CENÁRIO INCERTO

Casas Bahia (BHIA3) virou a página da sua dívida, mas cenário ainda é preocupante: entenda o que mexe com a empresa agora

12 de março de 2026 - 12:15

A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.

NA CORDA BAMBA

CSN (CSNA3) volta ao vermelho no 4T25 e prejuízo dispara 748% em um ano. O que pesou no balanço?

12 de março de 2026 - 10:01

Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas

VAI PAGAR?

Raízen (RAIZ4): S&P Global rebaixa rating para ‘calote seletivo’ após pedido de recuperação de R$ 65 bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 9:43

O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária

RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

12 de março de 2026 - 7:57

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

DEPOIS DA RE

Nada é tão ruim que não possa piorar: Citi abandona ações do GPA (PCAR3) e Fitch corta rating

11 de março de 2026 - 19:47

O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C

CRESCIMENTO ESTRUTURAL

Já deu para a WEG (WEGE3)? Por que analistas veem menos gatilhos para a ação no curto prazo mesmo com tese positiva

11 de março de 2026 - 19:23

Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo

SD ENTREVISTA

Espaçolaser (ESPA3) tem lucro maior no 4T25, vê ano de virada e quer estar pronta para a volta das small caps na bolsa, diz CFO

11 de março de 2026 - 19:07

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar