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O republicano também lembrou da breve conversa com o presidente brasileiro nos bastidores da ONU, em Nova York

O tão esperado encontro entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a sair do papel. A caminho da Malásia para a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), o presidente dos Estados Unidos confirmou que vai se reunir com Lula durante a viagem.
"Acredito que vamos nos reunir, sim”, disse Trump, nesta manhã (25), sobre o encontro com o petista. O republicano também afirmou que pode reduzir as tarifas ao Brasil, que chegam a 50%.
“Sim, sob as circunstâncias certas, seguramente”, completou ao responder se considerava rever o patamar do tarifaço. Trump foi questionado no avião presidencial, o Air Force One, por jornalistas que o acompanham.
Ele lembrou também da conversa breve nos bastidores da ONU, em Nova York, em setembro. Na época, Trump adotou tom amistoso e disse que sentiu "uma boa química" em relação a Lula.
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O presidente brasileiro também comentou sobre o aguardado encontro entre ele e Trump, que deve ocorrer amanhã (26), e disse que não há veto a nenhum assunto.
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“Não existe veto a nenhum assunto. Não tem assunto proibido para um país do tamanho do Brasil conversar com um país do tamanho dos Estados Unidos. Podemos discutir de Gaza à Ucrânia, de Rússia a Venezuela, materiais críticos, minerais, terras raras. Qualquer assunto”, afirmou o petista.
Em relação ao tarifaço, Lula já adiantou que o Brasil deve defender o argumento de que as taxas impostas ao país não têm motivação sustentável.
“Tenho todo o interesse e disposição de mostrar que houve equívoco nas taxações. Quero provar com números. A tese pela qual se taxou o Brasil não tem sustentação. Os Estados Unidos têm superávit de US$ 410 bilhões em 15 anos com o Brasil”, argumentou.
Lula também reforçou que o objetivo do encontro é reestabelecer a boa relação entre EUA e Brasil.
“Estou convencido de que a gente pode avançar muito e voltar a uma relação civilizatória com os Estados Unidos, coisa que já temos há 201 anos. Nosso interesse é contribuir para que as coisas terminem da melhor forma possível: que ganhe o Brasil e que ganhe os Estados Unidos. Mas, sobretudo, que ganhe o povo brasileiro e o povo americano”, disse.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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