O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro, o Brasil poderia até sair ganhando com a pausa na guerra tarifária, mas precisaríamos arrumar a casa para a bolsa andar
“Tiraram uma verdadeira espada de Dâmocles que pairava sob o comércio internacional. Com as tarifas em 145%, não era mais taxação, era embargo comercial”. É assim que o economista e professor do Insper, Roberto Dumas Damas, descreveu o entendimento entre EUA e China para redução temporária das taxas sobre importação entre os países.
Nesta reportagem, o Seu Dinheiro explica mais detalhes sobre a trégua entre Pequim e Washington. Em entrevista ao Seu Dinheiro, Damas explica que um acordo duradouro entre as duas potências tende a ser positivo para o Brasil. Mas ele alerta: “nós sairíamos ganhando na segunda derivada, não na primeira”.
Justamente por isso estamos vendo Wall Street disparar e o Ibovespa “chupando o dedo”, ao encerrar o pregão desta segunda-feira quase no zero a zero. Isso porque o país se beneficiaria com uma melhora nas perspectivas para economia global, que afasta — pelo menos por ora — o temor de uma recessão mundial.
“Provavelmente a economia global vai crescer mais do que o esperado. Assim, você já vê um cenário em que as commodities — como petróleo, minério de ferro e agrícolas — passam a se valorizar. Isso é bom para o Brasil”, explica Damas.
André Valério, economista sênior do Inter, concorda. “Mesmo que o acordo ainda esteja em construção, só o fato de haver uma reaproximação já muda o humor global. O sentimento é de uma catástrofe evitada — e isso pode beneficiar bastante o Brasil, especialmente nas exportações de commodities”, disse em conversa com o Seu Dinheiro.
Valério destaca o fato de que a China vinha importando mais produtos agrícolas do Brasil do que dos EUA com a escalada da guerra comercial — e isso pode ser revertido no curto prazo.
Leia Também
Mas, segundo o economista, esse efeito deve ser compensado pela recuperação no preço dessas commodities, que vinham sendo duramente afetadas.
“Se houver uma reversão, o Brasil tende a se beneficiar duplamente: em preço e em volume”, destaca o economista do Inter.
Já para o sócio-fundador da Nord Investimentos, Bruce Barbosa, um acordo duradouro entre China e EUA não importa muito para o Brasil. “O Brasil é tão problemático que não sente tanto os efeitos disso. O problema do Brasil é a política econômica”.
Damas concorda: “desde que Trump voltou [à Casa Branca], paramos de olhar a questão fiscal, por exemplo. Então talvez seja a hora de começar a voltar um pouco os olhos para a economia doméstica também”.
Valério segue na mesma linha, enfatizando que questões domésticas — como a política — devem voltar para o radar dos investidores. “Por enquanto, o mercado está focado no ambiente externo, mas isso deve mudar”.
Sobre o câmbio, se os EUA e a China evitarem uma desaceleração global com um acordo mais firme, o dólar tende a continuar forte. Não por fraqueza do real, mas por valorização da moeda americana em um cenário externo mais otimista.
“No médio prazo, esse movimento pode ser compensado pelo aumento das exportações brasileiras e maior fluxo de capital”, explica Valério.
O Inter espera um câmbio de R$ 5,80 no final deste ano. Nesta segunda-feira (12), o dólar à vista terminou com alta de 0,52%, cotado a R$ 5,6840. No ano, a moeda norte-americana acumula desvalorização de 8%.
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente
Para brasileiros com mais de 18 anos, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O Comitê de Política Monetária avaliou que o balanço de riscos para a inflação segue mais elevado do que o usual, refletindo principalmente as incertezas em torno dos conflitos no Oriente Médio
Com o avanço dos crimes cibernéticos, é importante entender o efeito de uma senha segura para proteção de dados
Prêmio em jogo na Lotofácil quase triplica depois de acúmulo, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores bem maiores nesta terça-feira (5).
A comédia fashion por pouco não desempenhou o melhor lançamento cinematográfico de 2026, se não fosse por “Super Mário Galaxy”
O canadense Justin Bieber, contratado como atração principal do Coachella, foi o artista mais bem pago da história do festival, mas não escapou da mordida do Leão
Segundo a OMS, risco para o público geral permanece baixo; até o momento, um caso de hantavírus foi confirmado e outros três são suspeitos
Maio conta com apenas um feriado (que já passou), mas tem data comemorativa do Dia das Mães neste domingo (10)
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado para o fim do mês
Entre mudanças relevantes em FIIs, expansão do Mercado Livre e disputa entre bancos pela alta renda, leitores acompanharam os principais movimentos do mercado na semana
Os principais concursos do sábado (2) terminaram com prêmios acumulados na Mega-Sena e na Quina, enquanto a Lotofácil teve apostas contempladas com mais de R$ 1 milhão
Veja a data de pagamento oficial dos benefícios do INSS; dia exato depende do valor recebido e o do número final do benefício
Abono salarial do PIS/Pasep 2026 é pago até agosto; dia exato da transferência segue nascimento ou número de inscrição
O principal índice da bolsa brasileira acumulou perda de 1,80% na semana e encerrou a última sessão, na quinta-feira (30), aos 187.317,64 pontos
Confira o calendário de maio do programa Pé‑de‑Meia, que oferece até R$ 9,2 mil para alunos de baixa renda permanecerem na escola
Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas com recursos do FGTS não poderá fazer apostas online por um ano
A redução ou isenção de tarifas para o comércio entre os dois blocos econômicos deve abrir espaço para a expansão de exportação brasileira para a Europa; veja o que está em jogo
Segundo o banco, a autoridade monetária segue comprometida com um ciclo de flexibilização, mas agora sob maior cautela, diante da piora do ambiente inflacionário
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA