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Relação entre preço das ações e lucro está longe do histórico e indica que ainda há espaço para subir mais; veja o que analistas dizem sobre o momento atual da bolsa de valores brasileira
Depois de uma festa de valorização do Ibovespa que durou 15 dias, a pergunta é: vale tentar entrar agora? Ontem a bolsa engatou o segundo dia de queda, embora tenha subido quase 30% no ano e batido recordes consecutivos.
Quem já está dentro da festança diz que há espaço para mais celebração. Mas ainda dá tempo de entrar e pegar um pouco dessa alta? Ou, no momento em que você decidir investir, vai descobrir que a cerveja está quente e o champanhe, sem gás?
O mercado pode estar passando por um viés de confirmação — a tendência de aceitar com facilidade tudo aquilo que reforça o que já acreditamos e de rejeitar aquilo que nos contradiz.
Isso porque nem as notícias negativas da semana colocaram água no chope dos investidores, diz o colunista de Seu Dinheiro Ruy Hungria.
Por exemplo, a ata dura do Banco Central sobre o caminho dos juros, em que investidores identificaram motivos para otimismo. O próprio presidente do BC, Gabriel Galípolo, disse esta semana que o banco não deu nenhuma dica. "Se você viu sinal sobre o que o BC pode fazer, entendeu errado", afirmou ele em um evento.
Mas há um número que pode indicar se há motivos para investir em ações brasileiras ou se é tudo fogo de palha.
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Esse número é a relação entre o preço das ações e os lucros. O múltiplo hoje está em 10x nas ações do Ibovespa — um valuation longe de qualquer bolha, explica Hungria nesta coluna aqui.
É também o que diz a pesquisa da Empiricus com 29 gestoras de fundos de ações. Veja o resultado da pesquisa aqui.
No entanto, atenção. É importante estar sóbrio o suficiente para manter a razão na hora de investir, para não acabar tendo prejuízos ao aplicar apenas com as emoções.
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Viajar ‘no precinho’ ou garantir cashback para seu próximo destino? Se você está em dúvida sobre a melhor escolha para aproveitar a Black Friday como um verdadeiro viajante profissional, o BTG Pactual te dá as duas opções. Portadores do Cartão de Crédito BTG Pactual têm flexibilidade entre diferentes programas de vantagens. Conheça aqui.
Melhor um pássaro na mão do que dois voando? Se em dezembro do ano passado a Log Commercial Properties (LOGG3) aumentou o pagamento de dividendos para 50% do lucro, para atrair mais investidores, a festa durou pouco.
A empresa de desenvolvimento de galpões logísticos decidiu cortar o payout para os obrigatórios 25% do lucro. A ideia é desenvolver mais em galpões logísticos, consolidar a sua posição e apostar em mais crescimento no futuro.
Para tentar amainar os ânimos, ela prometeu fazer pagamentos mensais, para garantir uma previsibilidade nos proventos.
Será que os investidores vão aceitar essa mudança na política de remuneração? Confira nesta matéria aqui.
O Ibovespa emendou o segundo pregão seguido de perdas, fechando a quinta-feira (13) aos 157.162 pontos, com queda de 0,30%. O principal índice da B3 acompanhou o pessimismo do mercado internacional.
Em Wall Street, nem mesmo o fim da paralisação do governo dos EUA foi capaz de segurar as bolsas no azul. Por lá, temores de que uma bolha tenha se formado no setor de tecnologia azedaram o humor dos investidores.
Nesta sexta-feira (14), a China também entra no jogo adicionando pressão ao divulgar dados fracos da economia do país. Assim, os mercados asiáticos fecharam a sessão de hoje no vermelho.
As bolsas europeias acompanham o movimento de queda, estendendo as perdas da véspera. Em Wall Street, o clima não é diferente: os índices futuros de Nova York também amanhecem registrando desvalorizações.
BALANÇO DOS BALANÇOS
Na maratona dos bancos, só o Itaú chegou inteiro ao fim da temporada do 3T25 — veja quem ficou pelo caminho. A temporada de balanços mostrou uma disputa desigual entre os grandes bancos — com um campeão absoluto, dois competidores intermediários e um corredor em apuros.
PONTO CEGO
A maior paralisação da história dos EUA acabou, mas quem vai pagar essa conta bilionária? O PIB norte-americano deve sofrer uma perda de pelo menos um ponto percentual no quarto trimestre de 2025, mas os efeitos do shutdown também batem nos juros e nos mercados.
“REALMENTE ME ASSUSTA”
A bolha da IA pode estourar onde ninguém está olhando, alerta Daniel Goldberg: o verdadeiro perigo não está nas ações. Em participação no Fórum de Investimentos da Bradesco Asset, o CIO da Lumina chamou atenção para segmento que está muito exposto aos riscos da IA… mas parece que ninguém está percebendo.
A VOZ DOS GESTORES
A bolsa ainda está barata depois da disparada de 30%? Pesquisa revela o que pensam os “tubarões” do mercado. Empiricus ouviu 29 gestoras de fundos de ações sobre as perspectivas para a bolsa e uma possível bolha em inteligência artificial.
ENTREVISTA EXCLUSIVA
Com ‘caixa cheio’ e trimestre robusto, Direcional (DIRR3) vai antecipar dividendos para fugir da taxação? Saiba o que diz o CEO. A Direcional divulgou mais um trimestre de resultados sólidos e novos recordes em algumas linhas. O Seu Dinheiro conversou com o CEO Ricardo Gontijo para entender o que impulsionou os resultados, o que esperar e principalmente: vem dividendo aí?
TEMPESTADE PERFEITA?
Banco do Brasil (BBAS3) não saiu do “olho do furacão” do agronegócio: provisões ainda podem aumentar no 4T25, diz diretor. Após tombo do lucro e rentabilidade, o BB ainda enfrenta ventos contrários do agronegócio; executivos admitem que novas pressões podem aparecer no balanço do 4º trimestre.
REAÇÃO AO RESULTADO
A tormenta do Banco do Brasil (BBAS3): lucro desaba 60%, e analistas ainda não veem calmaria no horizonte. O que esperar agora? O lucro do BB despencou no 3T25 e a rentabilidade caiu ao pior nível em décadas; analistas revelam quando o banco pode começar a sair da tempestade.
BALANÇO
Nubank (ROXO34) tem lucro líquido quase 40% maior no 3T25, enquanto rentabilidade atinge recorde de 31%. O Nubank (ROXO34) encerrou o terceiro trimestre de 2025 com um lucro líquido de US$ 782,7 milhões; veja os destaques.
SANGRIA NA BOLSA
Hapvida (HAPV3) atinge o menor valor de mercado da história, e amplia programa de recompra de ações. O desempenho da companhia no terceiro trimestre decepcionou o mercado e levou a uma onda de reclassificação os papéis pelos grandes bancos.
HORA DO “GRANDE CORTE”
De longe, a maior queda do Ibovespa: o que foi tão terrível no balanço da Hapvida (HAPV3) para ações desabarem mais de 40%? A companhia reportou resultados “muito fracos” no terceiro trimestre, com o aumento das sinistralidades e queda forte do Ebitda.
COMPRA OU VENDE?
Natura (NATU3) só deve se recuperar em 2026, e ainda assim com preço-alvo menor, diz BB-BI. A combinação de crédito caro, consumo enfraquecido e sinergias atrasadas mantém a empresa de cosméticos em compasso de espera na bolsa.
O PODER DOS PROVENTOS
Allos (ALOS3) entrega balanço morno, mas promete triplicar dividendos e ações sobem forte. Dá tempo de surfar essa onda? Até então, a empresa vinha distribuindo proventos de R$ 50 milhões, ou R$ 0,10 por ação. Com a publicação dos resultados, a companhia anunciou pagamentos mensais de R$ 0,28 a R$ 0,30.
NEGÓCIOS DE FAMÍLIA
Família Diniz vende fatia no Carrefour da França após parceria de 10 anos; veja quem são os magnatas que viraram os principais acionistas da rede. No lugar da família Diniz no Carrefour, entrou a família Saadé, que passa a ser a nova acionista principal da companhia. Família franco-libanesa é dona de líder global de logística marítima.
TRANSIÇÃO TURBULENTA
Todo mundo odeia o presencial? Nubank enfrenta dores de cabeça após anunciar fim do home office, e 14 pessoas são demitidas. Em um comunicado interno, o CTO do banco digital afirmou que foram tomadas ações rápidas para evitar que a trama fosse concluída.
PESQUISA PAYPAL
Quem tem medo da IA? Sete em cada 10 pequenos e médios empreendedores desconfiam da tecnologia e não a usam no negócio. Pesquisa do PayPal revela que 99% das PMEs já estão digitalizadas, mas medo de errar e experiências ruins com sistemas travam avanço tecnológico.
SEM GASTAR NADA?
Onde já é possível tirar a habilitação gratuitamente? Confira quais Estados já aderiram à CNH Social. Com a CNH Social em expansão, estados avançam em editais e inscrições para oferecer a habilitação gratuita a candidatos de baixa renda.
BLACK FRIDAY 2025
Itaú vs. Mercado Pago: quem entrega mais vantagens na Black Friday 2025? Com descontos de até 60%, cashback e parcelamento ampliado, Itaú e Mercado Pago intensificam a disputa pelo consumidor na Black Friday 2025.
BOLSA PARA CELULAR
iPhone Pocket: Apple lança acessório para o smartphone que custa até cerca de R$ 1.216. O produto de edição limitada é lançado em parceria com a grife japonesa Issey Miyake, fundada pelo designer que criou as golas altas pretas usadas por Steve Jobs.
VALE O PREÇO?
Na contramão da Black Friday, Apple lança ‘bolsinha’ a preço de celular novo; veja alternativas bem mais em conta que o iPhone Pocket. Apple lança bolsinha para iPhone em parceria com a Issey Miyake com preços acima de R$ 1,2 mil.
UM DOS MAIS TRADICIONAIS DO PAÍS
Do passado glorioso ao futuro incerto: a reforma milionária que promete transformar estádio de tradicional clube brasileiro. Reforma do Caindé prevê R$ 700 milhões para modernizar o estádio da Portuguesa em São Paulo, mas impasse com a Prefeitura ameaça o projeto.
PAUSA PARA O DOCE
Rosewood São Paulo abre pop-up com doces da chef confeiteira Saiko Izawa. A inauguração marca a primeira vez que suas criações são vendidas diretamente ao público; o espaço conta com opções clássicas e receitas de sucesso da chef para viagem.
SÓ TEM EM VERSALHES
Como é o hotel dentro de Versalhes com diárias de até R$ 90 mil. Com apenas 13 suítes, o hotel Le Grand Contrôle é o único com permissão para operar nos domínios do castelo mais famoso da França.
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
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O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
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