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Conhecida como ‘bolsa das PMEs’, startup busca investidores para levantar capital para empresas que faturam até R$ 500 milhões ao ano
A startup BEE4 (fala-se ‘bee-four’, em inglês, ou ‘bifor’, no nosso português) é uma espécie de bolsa das pequenas e médias empresas, criada por dois ex-executivos da XP Investimentos – Patrícia Stille e Rodrigo Fiszman, atualmente CEO e presidente do conselho da empresa, respectivamente.
Pois foi atuando Brasil afora que os dois conheceram vários empresários e grandes famílias regionais, e notaram que havia um segmento de companhias não atendidas pelo mercado de capitais e com falta de oportunidades de financiamento: as PMEs (pequenas e médias empresas).
Essas empresas que faturam até R$ 500 milhões ao ano estavam “totalmente fora do radar da Faria Lima”, segundo Stille.
E não se trata de um universo pequeno, não. Segundo dados do Sebrae, as PMEs representam mais de 90% das empresas existentes no país, são responsáveis por quase um terço do PIB nacional e por mais de 60% dos empregos com carteira assinada.
Os dois, então, decidiram desenvolver por aqui esse mercado de acesso. Para isso, foram pesquisar pelo mundo iniciativas que estavam dando certo – por exemplo, AIM (Reino Unido), TSX (Canadá) e Nasdaq (Países Nórdicos).
“Fomos entendendo o que esses países tinham em comum em seus mercados de acesso, ou seja, infraestrutura de mercado, bolsas de PMES, tanto para o mundo de ações, quanto para o mundo de dívida”, afirma Stille.
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Perceberam que havia “descontos regulatórios”, ou seja, menos exigências para essas empresas menores. “Não dá para você exigir de uma empresa que tem R$ 100 milhões, R$ 200 milhões em faturamento, o mesmo que para uma empresa de R$ 1 bilhão. É outra musculatura”, diz a empreendedora.
A BEE4, então, aplicou para o sandbox regulatório (uma espécie de espaço de testes) da CVM em 2020, e começou a operar nesse ambiente de testes em 2022.
De lá para cá, o foco da empresa foi fazer IPOs de PMEs. Enquanto a B3 passava por um momento de seca, a BEE4 começava a dar seus primeiros passos. Desde então, já foram quatro lançamentos de ações:
· Engravida (09/09/2020), clínica de reprodução humana, que captou R$ 4,2 milhões;
· Mais Mu (06/2/2022), de snacks saudáveis, que captou R$ 4,1 milhões;
· Plamev Pet (02/05/2023), de planos de saúde pet, que captou R$ 5,4 milhões;
· Eletron Energia (17/07/2023), de eficiência energética, que captou R$ 3,3 milhões.
No momento, a BEE4 realiza a captação para a Roda Conveniência, empresa de mini mercados autônomos do Rio de Janeiro. A fase de reservas vai até 17 de junho, e a arrecadação mínima esperada é de R$ 5,3 milhões.
Qualquer investidor interessado pode participar, com aporte mínimo de R$ 62,50. O investimento pode ser feito por duas corretoras parcerias da BEE4: Genial e Itaú Private Bank. Segundo Stille, o processo é semelhante àquele para investir em grandes ações, como Petrobras e Vale, por exemplo.
Para o segundo semestre, a BEE4 promete novidades para os próximos meses. Após receber novas licenças, a empresa pretende, no final de julho, entrar efetivamente em renda fixa e começar a operar tanto debêntures como notas comerciais para as pequenas e médias empresas.
Em janeiro, a startup foi autorizada pela CVM a atuar como Central Depositária. Em abril, veio a licença definitiva para atuar como Mercado de Balcão Organizado.
Agora, a startup aguarda a definição do regime Fácil (Facilitação do Acesso a Capital e de Incentivo a Listagens) da CVM, com novas regras para facilitar o acesso de empresas ao mercado de capitais e reduzir os custos e burocracias para elas.
A audiência pública sobre o Fácil aconteceu de setembro a dezembro, e no momento a CVM Analisa as sugestões feitas para chegar a um texto final. A divulgação não tem data certa, mas espera-se que ocorra nos próximos meses.
Para quem se interessa pelo setor, Stille afirma que tem muita empresa no pipeline. Sem poder abrir os nomes, ela diz que “tem sempre no mínimo mais de 30 empresas” em negociações com a BEE4.
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