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Para Renato Hermann Cohn, diretor financeiro (CFO) do banco, com a bolsa voltando aos trilhos, o cenário começa a mudar para o mercado de ofertas de ações
A forte valorização da bolsa brasileira e a retomada do apetite por risco podem ser o sinal que os investidores ansiavam de que a seca de IPOs e follow-ons na B3 está chegando ao fim. Pelo menos, esta é a avaliação de um dos diretores do BTG Pactual.
Para Renato Hermann Cohn, diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores (DRI) do banco, embora a volatilidade tenha drenado os fluxos da renda variável nos últimos meses, com a bolsa voltando aos trilhos, o cenário começa a mudar para o mercado de ofertas de ações.
"Estamos começando a ver alguma movimentação, que há algum tempo estava estagnada", disse Cohn, destacando a recuperação da bolsa como um possível ponto de virada para o mercado de ações.
No pregão desta terça-feira (13), o Ibovespa renovou o recorde de pontuação máxima da bolsa brasileira, ao ultrapassar a marca de 138.942 pontos. A “antiga” máxima intradiária do índice aconteceu em 8 de maio, quando o índice registrou 137.634,57 pontos.
Porém, ele é cauteloso quanto ao retorno dos IPOs (ofertas iniciais de ações).
"Talvez os IPOs demorem um pouco mais. Não vejo isso acontecendo de forma imediata, pois as condições ainda precisam melhorar", disse, em conversa com jornalistas.
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Na avaliação de Cohn, há empresas prontas para abrir o capital, mas elas devem esperar o melhor momento para garantir o sucesso dessas ofertas.
“Estamos todos torcendo para que o mercado volte, mas se vai dar tempo de fazer em 2025, é difícil dizer.”
Segundo o diretor, essa retomada de emissões no mercado de renda variável pode abrir uma oportunidade de recuperação para o banco de investimento do BTG.
As receitas da área de Investment Banking foram umas das poucas linhas negativas no balanço do banco, divulgado nesta segunda-feira (12). Confira aqui mais detalhes sobre o resultado.
De olho na performance das ações do próprio BTG Pactual, Cohn afirma que o banco ainda não "chegou ao teto".
“As ações do setor financeiro, em geral, estão sendo afetadas por uma correção do mercado, mas o desempenho do BTG segue em linha com o crescimento sólido da companhia”, afirmou.
"Ainda tem bastante espaço para a nossa ação andar. Conforme formos entregando os resultados, as pessoas vão se convencendo disso", acrescentou.
As units BPAC11 operam por volta de R$ 40,50, acumulando alta de 49,4% em 2025 e de 18,8% em um ano.
Do lado do mercado de dívida, Cohn destacou que a volatilidade do dólar e das taxas de juros prejudicou as emissões no começo do ano, mas a partir de março e abril, “a situação foi bem melhor”.
Para o segundo trimestre, o diretor do BTG acredita que o volume de operações de dívida será substancialmente maior do que no primeiro, com o mercado de emissão de títulos já demonstrando sinais de recuperação.
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Já sobre o mercado de fusões e aquisições (M&A), Cohn acredita que a atividade deve acelerar nos próximos meses, apesar da tendência mais fraca nos primeiros meses do ano. “Tem bastante coisa para sair neste ano.”
“Acho que o mercado foi mais fraco no início de 2025, mas a volatilidade não foi o principal fator. Agora, esperamos um volume maior de operações fechando nos próximos trimestres”, afirmou.
Questionado sobre a potencial aquisição de ativos do Banco Master, Cohn afirma que “não tem interesse particular por nenhum negócio do banco”.
No entanto, destaca que, se houver alguma operação de mercado onde existam ativos disponíveis à venda, o banco pode analisar para comprar.
O diretor do BTG afirmou que, dependendo do que acontecer e se houver ativos disponíveis no mercado, “o banco pode ajudar nesse processo, auxiliando tanto os reguladores como o sistema financeiro”.
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