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CVM entendeu que fundos que têm como cotista o empresário Nelson Tanure atuaram em conjunto com o controlador da Ambipar na compra em massa que resultou na disparada das ações na B3

A disparada sem precedentes de mais de 1000% das ações da Ambipar (AMBP3) no ano passado intrigou o mercado e chamou a atenção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Agora a autarquia determinou que os responsáveis pelas compras dos papéis na bolsa realizem uma oferta pública de aquisição (OPA) na B3.
No entendimento da xerife do mercado de capitais, as aquisições ultrapassaram o limite de um terço das ações da empresa em circulação (free float) na bolsa.
Ainda de acordo com a CVM, a gestora Trustee — cujos fundos têm como cotista o empresário Nelson Tanure — atuou em conjunto com o controlador da Ambipar na compra em massa que resultou na disparada das ações na B3.
A Trustee agora tem até o dia 21 de abril para lançar a OPA pela participação dos minoritários. Cabe lembrar que ainda cabe recurso da decisão da área técnica da CVM.
Ainda não está claro qual o preço por ação caberia em uma eventual OPA. A autarquia identificou que a barreira de um terço do capital ocorreu em 12 de julho do ano passado. Nessa data, os papéis da Ambipar (AMBP3) encerraram o dia a R$ 21.
Na tarde desta sexta-feira, as ações da empresa de gestão ambiental recuavam 0,25%, a R$ 121,69. A Ambipar vale hoje pouco mais de R$ 20 bilhões na B3.
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As ações da Ambipar passaram uma escalada praticamente sem precedentes desde o fim de maio do ano passado. A alta teve início após uma série de aquisições dos papéis na bolsa pelo controlador da companhia, Tércio Borlenghi Junior.
Além disso, a própria Ambipar foi a mercado com um programa de recompra de ações. A entrada dos fundos da Trustee que têm Nelson Tanure como cotista impulsionou ainda mais os papéis.
A alta das ações da Ambipar levou a um movimento de short squeeze. Ou seja, os investidores que apostavam na queda dos papéis foram forçados a cobrir as posições. Esse movimento amplificou ainda mais a valorização na bolsa.
Parte do mercado já apontava para um possível movimento conjunto de Tércio e Tanure, bem como da necessidade da realização de uma OPA pela compra do limite de um terço das ações em circulação.
Em resposta, a Ambipar informou que recebeu com surpresa o comunicado.
“A Ambipar, bem como seu controlador, Tercio Borlenghi Jr., atua em total conformidade com a legislação vigente e com as normas regulatórias estabelecidas para o mercado. A Ambipar buscará as devidas informações para tomar as providências cabíveis junto a esse órgão de controle”.
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