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Elon Musk e Vivek Ramaswamy foram a Washington para defender cortes trilionários no orçamento, com alvos que incluem servidores públicos, programas sociais e gastos militares
O dia 20 de janeiro não chegou e Donald Trump ainda não iniciou o segundo mandato, mas Elon Musk já está colhendo os frutos de sua aposta no republicano. Nesta quinta-feira (5), o bilionário se reuniu com o Congresso norte-americano para angariar apoio ao seu ambicioso plano de cortar pelo menos US$ 2 trilhões do orçamento federal.
O dono da Tesla estava acompanhado de seu parceiro nessa empreitada, o ex-candidato presidencial republicano Vivek Ramaswamy. Os dois estão realizando reuniões com grupos de legisladores, seguidas por sessões com a maioria dos representantes republicanos.
O empenho de Musk não é à toa. O comprometimento do homem mais rico do mundo com a campanha de Trump foi tão grande que ele investiu mais de US$ 130 milhões em sua candidatura presidencial. No discurso de vitória, Trump declarou: "Nós temos uma nova estrela. Uma estrela nasceu, Elon!"
Os frutos de todo esse engajamento foram colhidos antes mesmo de Musk ter um cargo no futuro governo de Trump. As ações da Tesla (TSLA) saltaram logo depois de confirmada a vitória de Trump, chegando a subir mais de 15% — e não pararam desde então. Hoje, os papéis voltaram a operar em forte alta em Nova York com a visita de Musk ao Congresso. Em 30 dias, as ações da Tesla acumulam ganho de 53,63%.
Trump nomeou Musk e Ramaswamy para liderar uma força-tarefa encarregada de reestruturar o governo dos EUA, que gastou US$ 6,8 trilhões no último ano fiscal.
Como líderes do "Departamento de Eficiência Governamental" (DOGE, na sigla em inglês), órgão ainda não oficializado, a dupla defende cortes como a demissão de milhares de servidores federais, a redução de regulamentações e o encerramento de programas expirados, incluindo benefícios para veteranos de guerra.
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O apoio do Congresso é essencial para implementar essas mudanças ambiciosas. Contudo, mesmo com os republicanos controlando as duas casas e a Casa Branca no próximo ano, grande parte dos gastos federais está em programas como saúde, previdência e benefícios, que ficam fora do processo orçamentário anual.
Além disso, embora Trump tenha prometido proteger o Social Security (previdência social) e o Medicare — programa que oferece assistência médica a idosos, pessoas com deficiência e portadores de certas doenças —, sua gestão anterior (2017-2021) viu os gastos federais subirem de US$ 4 trilhões para US$ 6,2 trilhões, sem avanços na contenção de despesas.
Ramaswamy sugeriu que o caminho inicial será combater desperdícios, fraudes e abusos em programas de benefícios antes de propor reformas mais profundas.
"Estamos lidando com um problema muito grande e abordando-o com um nível adequado de humildade", afirmou em um evento em Washington.
Apesar das controvérsias, algumas propostas do DOGE encontraram apoio bipartidário. O senador Bernie Sanders, por exemplo, declarou que "Elon Musk está certo" ao defender cortes em gastos militares.
Já o deputado democrata Jared Moskowitz, da Flórida, foi o primeiro de seu partido a aderir ao caucus DOGE na Câmara, destacando que "reduzir gastos governamentais ineficazes não deveria ser uma questão partidária."
O deputado democrata Ro Khanna também manifestou interesse na iniciativa, sugerindo cortes no setor militar e criticando contratos de defesa que, segundo ele, "exploram o povo americano."
O teste apenas começou para Musk e Ramaswamy. O sucesso do plano dependerá não apenas do apoio do Congresso, mas também da capacidade da dupla de equilibrar cortes com as promessas de campanha do presidente eleito. Ainda é dezembro, mas o ano de Donald Trump já começou em Washington.
*Com informações da Reuters e Yahoo Finance
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