🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

FOCO NOS PROVENTOS

Vulcabras (VULC3): Santander corta preço-alvo da ação, mas expectativa de aumento nos dividendos mantém o interesse pela dona da Mizuno e Olympikus

Os analistas do banco destacam a busca por novos lançamentos e a falta de oportunidades para acelerar o crescimento por meio de aquisições

Micaela Santos
Micaela Santos
13 de setembro de 2024
14:38
Estação de produção de calçados da Vulcabras (VULC3)
Imagem: Divulgação

Capturando oportunidades de mercado com o lançamento de novos produtos e sem oportunidades de M&As (fusões e aquisições) à vista, a Vulcabras (VULC3) tem tudo para se consolidar com uma sólida pagadora de dividendos, segundo o Santander.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um novo relatório divulgado nesta sexta-feira (13), o banco atualizou as estimativas para a gestora das marcas Olympikus, Under Armour e Mizuno. Apesar da perspectiva positiva, o Santander cortou o preço-alvo para as ações VULC3 da Vulcabras.

A nova estimativa de potencial de valorização é de R$ 22, ante R$ 25 projetados anteriormente. O valor representa uma alta de 24% em relação ao fechamento anterior. Por outro lado, o Santander manteve a recomendação outperform, equivalente a compra

O que esperar da Vulcabras (VULC3) em 2024?

Após conversas com gestores da companhia, o Santander afirma que a Vulcabras continua confiante sobre as oportunidades de mercado para o lançamento de novos produtos.

“A perspectiva para o 2S24 [segundo semestre de 2024] parece positiva para o mercado doméstico, com o 3T24 [terceiro trimestre de 2024] provavelmente registrando alto crescimento de um dígito, semelhante ao 2T24, e alguma ligeira aceleração no 4T24, de acordo com nossas estimativas. No entanto, os mercados estrangeiros provavelmente permanecerão pressionados devido à desaceleração macro da Argentina”, afirma o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobre alocação de capital, a Vulcabras reforçou o compromisso em maximizar o retorno aos acionistas, segundo os analistas. “E com a falta de oportunidades para acelerar o crescimento por meio de aquisições, a Vulcabras poderia facilmente aumentar os dividendos.”

Leia Também

Já na perspectiva de oportunidades em produtos, o Santander destacou os planos da empresa de lançar uma nova linha de chuteiras de futebol, a Regente, focada em um público mais jovem. O lançamento também deve aumentar a produção nesse segmento. 

Apesar da falta de oportunidades em M&As, a Vulcabras ainda busca adquirir uma “operadora de varejo sólida com resultados comprovados”. O objetivo, segundo o Santander, é que ela opere lojas conceito da marca esportiva Under Armour. Porém, na visão do banco, existem desafios para que essa aquisição se torne possível.

Lucro e receita

Com o fim gradual da desoneração da folha de pagamento em diversos setores da economia, incluindo o calçadista, o Santander também revisou os impactos nos lucros da Vulcabras em 2025. Segundo o banco, o alívio fiscal deve terminar entre 2025 e 2027. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até lá, o Santander espera que a companhia aumente gradualmente os preços ou ajuste sua variedade de produtos para compensar a nova legislação aprovada no Congresso. 

“Além disso, de acordo com nossa análise de sensibilidade, no pior cenário de aumentos de preços de 0%, juntamente com um aumento de 12% nos custos da folha de pagamento, o risco de queda para nossos lucros estimados para 2025 seria de 7%, com as ações ainda em 8,7x P/L (preço sobre lucro), abaixo das 11x das empresas de varejo de moda”, afirma o banco. 

De acordo com o Santander, o ano de 2024 tem sido mais desafiador do que o esperado para a empresa, devido à demanda ainda pressionada, concorrência e desaceleração na Argentina, um dos principais mercados externos da Vulcabras na América Latina. 

Por conta disso, os analistas reduziram em 4% as estimativas para as receitas da empresa e 7% o Ebitda entre 2024 e 2026. “Isso reflete os investimentos contínuos em marketing e o crescimento do e-commerce, juntamente com o crescimento de 6% nos lucros”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Por outro lado, aumentamos nossas estimativas de dividendos para R$ 1,80 por ação em 2025, para um dividend yield de 10,8%”, afirmam os analistas do Santander.

Os resultados da Vulcabras (VULC3) no segundo trimestre de 2024

O lucro reportado pela Vulcabras no segundo trimestre foi de R$ 139,7 milhões, uma alta anual de 0,5%, praticamente estável. Já as receitas somaram R$ 761 milhões, um crescimento anual de 5,1%.

As vendas no mercado interno cresceram 8,6%, somando R$ 723,5 milhões. E R$ 37,5 milhões são de vendas no mercado externo, uma queda de 35%.

Mas o destaque do balanço foi o e-commerce das marcas, que registrou um forte crescimento de 72,9% no trimestre em relação ao ano anterior, alcançando uma receita de R$ 98,7 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mês passado, a empresa também anunciou o pagamento de R$ 204 milhões em dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CAMINHO TORTUOSO

Como a Raízen (RAIZ4) chegou até a recuperação extrajudicial? As discussões que levaram a gigante dos combustíveis a renegociar dívidas de R$ 65 bilhões

11 de março de 2026 - 11:04

A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades

EM BUSCA DE FÔLEGO

Raízen (RAIZ4) tenta parar o relógio de R$ 65 bilhões em dívidas: empresa pede trégua em pedido de recuperação extrajudicial

11 de março de 2026 - 7:44

Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores

DE CARA NOVA

De ex-CEO do Banco do Brasil a ex-S&P: os três conselheiros que devem ajudar a acelerar a transformação do Bradesco

10 de março de 2026 - 19:48

A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado

VEREDITO DO MERCADO

A Vale ainda tem espaço para subir mais? O tripé que chama atenção do gringo para os ADRs da mineradora

10 de março de 2026 - 18:15

Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia

MRV DAY

MRV (MRVE3) quer pôr uma pedra no ‘problema Resia’ para focar no futuro: “certeza que será maravilhoso”, diz CEO

10 de março de 2026 - 16:43

No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas

SUBIU DEMAIS?

Hora de tirar o pé das Havaianas? Citi rebaixa ação da Alpargatas (ALPA4) após rali de quase 120% na B3

10 de março de 2026 - 14:41

Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese

CONFIANÇA RENOVADA

Embraer (EMBJ3) pode voar ainda mais alto: JP Morgan eleva preço-alvo e vê potencial de alta de 30%

10 de março de 2026 - 13:09

Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves

CRISE FINANCEIRA

Cosan (CSAN3) trava queda de braço com Shell sobre capitalização da Raízen (RAIZ4): “Formato atual não resolve”, diz CEO

10 de março de 2026 - 11:58

Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis

TENTATIVA DE RESPIRO

Após rombo bilionário do Master, Banco de Brasília (BRB) tenta captar R$ 8,9 bilhões para reforçar o caixa

10 de março de 2026 - 11:24

Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações

DÍVIDAS BATENDO À PORTA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecha acordo de recuperação extrajudicial com credores para negociar dívidas de R$ 4,5 bilhões; o que deu errado?

10 de março de 2026 - 9:08

A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas

BALANÇO DO 4T25

Conta da crise na Raízen (RAIZ4) chega à Cosan (CSAN3): prejuízo da holding de Ometto vai a R$ 5,8 bilhões no 4T25

10 de março de 2026 - 7:58

Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço

BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar