Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

ANO DA RECUPERAÇÃO?

Você pode reclamar do plano de saúde mais caro ou lucrar com isso; estas ações na B3 podem se beneficiar dos reajustes de preços

Na visão de analistas, esse ano será marcado pela recuperação de resultados e margens do setor, mas uma ação é a favorita para surfar essa retomada; confira

Camille Lima
Camille Lima
2 de fevereiro de 2024
6:23 - atualizado às 8:57
Empresas de saúde | Qualicorp, Rede D'Or, SulAmérica
Setor de saúde vive intensa consolidação nos últimos anos, puxada por Hapvida e Rede D'Or - Imagem: Shutterstock

Reajustes de preços comumente são seguidos por reclamações — afinal, ninguém gosta de pagar mais caro por algo que já consome. Mas, no caso do aumento dos valores dos planos de saúde, é justamente essa medida que pode ajudar a salvar as ações do setor na bolsa em 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segmento de saúde foi um dos setores afetados na B3 ao longo dos últimos três anos devido ao aumento da sinistralidade. O termo parece assustador, mas não significa nada além de uma maior utilização dos planos de saúde por parte dos beneficiários.

Na visão de analistas, porém, 2024 será um ano de recuperação de resultados e margens. Entre hospitais, laboratórios e planos de saúde, existem hoje dez empresas com ações listadas na B3. Mas uma delas apareceu como a favorita dos analistas com quem eu conversei.

Acompanhe esta reportagem para entender o que mexe com o setor de saúde na bolsa — e, claro, a companhia que deve ser destaque na bolsa, de acordo com os especialistas.

O que aconteceu com o setor de saúde — e o que esperar para 2024

Pode até parecer contraintuitivo, mas enquanto a pandemia do coronavírus estava no auge, o número de pacientes em hospitais desabou. Na realidade, foi só no fim da crise sanitária da covid-19 que as pessoas realmente voltaram a ir aos prontos-socorros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A redução da taxa de utilização de hospitais em 2020 permitiu com que os planos ficassem mais competitivos e entrassem em uma guerra de preços em 2021 e 2022.

Leia Também

Acontece que isso logo virou o cenário perfeito para problemas. Com o fim da pandemia, as pessoas voltaram a fazer os procedimentos que haviam adiado e a sinistralidade chegou às alturas: na época, muitas operadoras chegaram a superar a marca de 100% — neste indicador, também conhecido na sigla em inglês MRL, quanto maior o percentual, pior.

“As empresas entraram no ano de 2023 com uma margem muito pressionada”, ressalta Rafael Passos, da XP Investimentos.

O desafio das empresas de saúde, portanto, foi recompor os valores das mensalidades dos planos sem desagradar demais os usuários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De fato, no ano passado, o setor começou a dar sinais de recuperação e melhora na rentabilidade, com novos reajustes positivos — de mais de 20% — nos preços de planos de saúde e aumento do ticket médio das operadoras.

“As operadoras preferiram deixar de brigar por preço e tentar buscar rentabilidade”, afirma Fernando Ferrer, analista da Empiricus. Nesse sentido, os reajustes do início deste ano foram um bom sinal — pelo menos para o mercado. Ao mesmo tempo, a expectativa é de uma menor pressão do lado dos custos.

Vem aí mais reajustes nos planos — e isso é bom para os acionistas

Na visão do Bank of America (BofA), o setor de saúde deve apresentar menor taxa de sinistralidade médica (MLR) no comparativo em 2024 após os aumentos recentes nas mensalidades. 

Segundo os analistas, a taxa de sinistralidade médica do setor permanece elevada em 87%, contra uma média histórica de 82%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, o banco prevê outro ciclo de aumentos agressivos de preços de planos de saúde em 2024, com reajustes superiores a 15%. 

“Esperamos uma melhoria significativa da sinistralidade principalmente no segundo semestre, o que deverá levar a uma melhoria no ciclo de capital de giro do setor (hospitais, laboratórios e distribuidoras).”

Para o Santander, a rentabilidade deve continuar como o foco principal das empresas, apoiando um ambiente competitivo mais racional. 

Já para a Genial Investimentos, as companhias de saúde devem consolidar a recuperação em 2024 e levar as margens financeiras de volta a um patamar saudável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hapvida (HAPV3): Hora de brilhar?

Na visão dos analistas do Bank of America, as taxas de juros mais baixas devem ajudar nos resultados financeiros das empresas de saúde, especialmente no caso das companhias mais alavancadas, como Hapvida (HAPV3), Oncoclínicas (ONCO3), Dasa (DASA3) e Rede D’Or (RDOR3).

O BofA fixou um preço-alvo de R$ 6,50 para HAPV3 nos próximos 12 meses, implicando em um potencial de alta de 68,4%.

Para os analistas, a Hapvida deve atingir o nível histórico de 68% na MLR no segundo semestre de 2024, considerando os reajustes de preços de planos de saúde e a maior eficiência com a integração dos sistemas da NotreDame Intermédica.

“A retomada do crescimento orgânico no 2S24 deverá ser um dos pilares para fortalecer a tese de crescimento da companhia, reflexo de um alívio no reajuste dos preços dos planos de saúde”, afirmam os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas contas do BofA, a melhoria operacional da Hapvida deve impulsionar a geração de caixa neste ano e ajudar a reduzir a alavancagem da companhia, atualmente em um múltiplo de 1,6 vez a relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

A Empiricus também elenca as ações da Hapvida como uma das principais apostas no setor de saúde — especialmente devido à verticalização da empresa e à potencial entrega de sinergias operacionais com a NotreDame Intermédica após a fusão.

“Grande parte da operação dela é própria, o que aumenta o controle de custo. Além disso, a Hapvida tem conseguido repassar os preços e reduzir a sinistralidade. A empresa ainda possui um preço muito competitivo, então acaba sendo a porta de entrada para muitos beneficiários que não querem ficar no SUS”, avalia o analista Fernando Ferrer.

O Santander prevê que a Hapvida pode ganhar participação de mercado em um mercado fraco, proporcionando uma base de associados estável em 2024. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PODCAST TOUROS E URSOS - O ano das guerras, Trump rumo à Casa Branca e China mais fraca: o impacto nos mercados

Os riscos da Hapvida (HAPV3)

Já a Genial possui uma visão mais conservadora para os papéis, com recomendação de “manter” para HAPV3 e preferência pela SulAmérica — atualmente sob o guarda-chuva da Rede D’Or (RDOR3) — no segmento de operadoras de planos de saúde.

“A gente ainda está com um pé atrás na Hapvida em relação a rentabilidade e crescimento, porque eles sempre giraram muito a carteira de beneficiários, o que acabou exponenciando o crescimento das suas receitas. Então, com a diminuição disso, fica mais difícil rentabilizar os negócios”, afirma Guilherme Vianna, analista de ações da Genial.

O número de beneficiários da Hapvida ainda levanta preocupações entre analistas. Isso porque uma curva de crescimento orgânico dos beneficiários mais lenta do que o esperado pode provocar um avanço menor das receitas.

Além disso, o analista da Genial ressalta os riscos causados pela investigação da companhia pelo Ministério Público do Estado de São Paulo por descumprir decisões judiciais favoráveis aos beneficiários do plano de saúde, dificultando o acesso a tratamentos de doenças, principalmente graves, como casos de câncer. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O mercado de saúde funciona com base em reputação, e existe um risco reputacional grande entre os beneficiários da Hapvida caso essas acusações sejam confirmadas”, diz Vianna. “Não sabemos como essa ação vai andar e não temos ideia em relação ao risco financeiro desse processo.”

De fato, as ações da Hapvida iniciaram o ano no vermelho e ampliaram a queda para 9% em 2024 após a notícia sobre o suposto descumprimento de liminares. 

Outras apostas para o setor de saúde neste ano

Os analistas do Bank of America destacam a preferência pelas ações da Oncoclínicas (ONCO3) no setor de saúde, com preço-alvo de R$ 16 (valorização potencial de 39,9%), e Fleury (FLRY3), com target de R$ 21 por papel (alta potencial de 29,7%).

“As duas empresas com maior potencial de crescimento em nossa cobertura são ONCO3 e HAPV3. No entanto, reconhecemos que ambos os nomes apresentam riscos operacionais pela frente. Ajustado ao risco, também gostamos do Fleury.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E por falar em Oncoclínicas (ONCO3) e Fleury (FLRY3), essas são as duas maiores apostas da XP Investimentos para este ano.

No caso do ecossistema de oncologia, a XP acredita que a empresa está “um pouco mais protegida desse momento mais turbulento do setor”.

“A gente tem uma boa perspectiva de valorização para as ações da Oncoclínicas e acha que a empresa tem todas as pecinhas no lugar para entregar um bom ano e trazer retorno para os investidores.”

Entre os laboratórios, os analistas do BofA avaliam que o Fleury “vem demonstrando consistência de resultados no último ano com expansão de volumes e margens” e irá começar a colher as sinergias da fusão com a Hermes Pardini.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista da Genial tem visão semelhante e projeta que o Fleury ainda se beneficie no longo prazo do que chama de “desospitalização” no Brasil.

“A tese vê a criação de um ecossistema integrado de saúde com diferentes especialidades de medicina. Com isso, o beneficiário pode estar dentro sempre dessa roda do Fleury.”

Os riscos para o setor de saúde

Apesar da visão positiva dos analistas para o segmento de saúde em 2024, ainda existem riscos — não só do setor, como também macroeconômicos. 

Entre eles, estão uma possível piora dos níveis de desemprego neste ano, além de um ciclo de cortes da taxa básica de juros (Selic) mais lento do que o esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, muitas companhias do setor de saúde estão endividadas — e dependem de um alívio nos juros para facilitar o processo de desalavancagem.

Na visão do BofA, as discussões sobre a nova regulamentação são o principal obstáculo setorial para as empresas de saúde para 2024. 

Além disso, os analistas ressaltam a retomada de uma concorrência de preços mais agressiva por parte das operadoras. 

“Algumas operadoras podem querer retornar ao crescimento orgânico e iniciar uma nova guerra de preços, enfraquecendo mais uma vez as margens do setor.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco ainda destaca a redução da necessidade de novos leitos, o que limita o potencial de expansão orgânica de players hospitalares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE ABANDONAR OS PAPÉIS

Ação da Braskem (BRKM5) ainda pode cair pela metade: Bradesco BBI faz alerta para ‘situação insustentável’

22 de abril de 2026 - 15:11

Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos

VAREJO FARMACÊUTICO

A virada da Pague Menos (PGMN3): o que está por trás da recomendação de compra do BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 14:31

Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1

NOVA ESTRUTURA

Sai um, entram dois: Azzas 2154 (AZZA3) reorganiza a casa após baixas no alto escalão; veja como fica agora

22 de abril de 2026 - 13:01

Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino

COSTURANDO UM APORTE

Energisa (ENGI11) anuncia acordo de R$ 1,4 bilhão com Itaú (ITUB4) — e banco entra como sócio em divisão estratégica

22 de abril de 2026 - 11:00

Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica

À FRENTE DA REESTRUTURAÇÃO

Quem devem ser os novos líderes na Braskem (BRKM5), que tentarão recuperar a petroquímica após venda de fatia da Novonor para a IG4

22 de abril de 2026 - 10:27

Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4

O QUE FAZER COM A AÇÃO?

Construtora ‘queridinha’ do Minha Casa, Minha Vida se prepara para acelerar em 2026 — e ação deve saltar mais de 34%, segundo o BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 10:02

Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026

“ELEFANTE BRANCO” SAI DE CENA

Adeus, e-commerce: Sequoia (SEQL3) ‘joga a toalha’ no varejo digital e vende operação ao Mercado Livre (MELI34)

22 de abril de 2026 - 9:12

Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia

TEM FUNDAMENTO?

Alta de 115% é pouco? A preocupação de R$ 500 milhões que ronda a Tenda (TEND3), construtora queridinha do momento

22 de abril de 2026 - 6:01

Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?

ENERGIA SOB PRESSÃO

El Niño pode mexer com o seu bolso — e virar o jogo para as elétricas: as ações que ganham e perdem na bolsa, segundo o Safra

21 de abril de 2026 - 14:21

Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.

CORRIDA BILIONÁRIA

Amazon turbina aposta em inteligência artificial com investimento de até US$ 25 bilhões na Anthropic, dona do Claude

21 de abril de 2026 - 13:14

Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura

DO AVIÃO PARA A ESTRADA

Por que a alta do petróleo pode destravar potencial de até 30% para a Marcopolo (POMO4), segundo o Safra

21 de abril de 2026 - 11:19

Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas

TENTANDO VIRAR O JOGO

O “plano de resgate” do BRB: banco tenta limpar o balanço com venda de até R$ 15 bilhões em ativos do Master

21 de abril de 2026 - 10:22

Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital

ESCOLHA ESTRATÉGICA

Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3): as campeãs da XP para absorver os ganhos do petróleo mais caro

20 de abril de 2026 - 19:51

Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento

SOB A LUPA DOS ANALISTAS

A conta chegou para os bancos digitais? Safra liga alerta para “teste de fogo” de Nubank e Inter no 1T26

20 de abril de 2026 - 19:19

Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas

CHEGOU A HORA DE VENDER?

Vale (VALE3) ainda tem lenha para queimar após alta de 25%, mas o pote de ouro ficou mais longe; ação é rebaixada pelo Barclays

20 de abril de 2026 - 18:00

O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista

REESTRUTURAÇÃO

Azul (AZUL3) estreia novo ticker na bolsa após grupamento — e ação cai no primeiro pregão

20 de abril de 2026 - 16:40

Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento

ANÁLISE

Nvidia (NVDA) tem espaço para crescer, mas também possui 5 riscos, segundo nova tese do BTG Pactual; confira

20 de abril de 2026 - 14:08

O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais

NOVO CAPÍTULO

Sequoia (SEQL3) reduz dívida tributária em 84% e ações disparam até 42% na bolsa; entenda os detalhes

20 de abril de 2026 - 12:42

Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia

MUDANÇA NO COMANDO

Fim de uma era na Braskem (BRKM5): Novonor dá adeus, IG4 avança — mas mercado quer saber da OPA

20 de abril de 2026 - 12:37

Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte

SAÍDA TRAVADA

Virada para o GPA (PCAR3)? Justiça de SP impede Casino de ‘se livrar’ das ações da varejista brasileira; entenda o que está em jogo

20 de abril de 2026 - 10:43

Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia