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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

EXPANSÃO INTERNACIONAL

Tchau, Lemann: Grendene (GRND3) rescinde joint venture no exterior com a 3G Capital e se torna a única dona da GGB

A dona das marcas de calçados Melissa, Ipanema e Rider vai pagar em torno de US$ 10,5 milhões à gestora de Jorge Paulo Lemann para adquirir 50,1% da GGB

Camille Lima
Camille Lima
2 de dezembro de 2024
12:46
Grendene Navio Containers Rider Ipanema Melissa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Fabricante de marcas de calçados como Melissa, Ipanema e Rider, a gaúcha Grendene (GRND3) decidiu se tornar a única dona da Grendene Global Brands (GGB), sua subsidiária focada em distribuição de produtos em mercados internacionais.

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Sediada no Reino Unido, a GGB nasceu em 2021 a partir de uma joint venture com a 3G Radar — gestora de recursos independente ligada à 3G Capital, fundada pelo trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira.

A gaúcha decidiu abocanhar a participação de 50,1% do total de ações da GGB detida pela gestora por US$ 10,5 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 63,69 milhões, no câmbio atual.

De acordo com o fato relevante enviado à CVM, a compra faz parte da estratégia da Grendene de internacionalizar suas marcas.

O aumento das vendas no exterior é visto como fundamental pela Grendene para manter o crescimento, acelerando a distribuição e a venda de seus produtos no exterior a fim de fortalecer a presença global da companhia.

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A operação ainda acompanha a estratégia da empresa em avançar na digitalização e na modalidade Direct-to-Consumer, um modelo de negócios de venda e relacionamento mais direto e personalizado com os consumidores finais, sem intermédio de varejistas ou distribuidores.

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Quando a Grendene (GRND3) e a 3G Radar fundaram a GGB em 2021, cada uma das partes aportou em torno de US$ 50 milhões (cerca de R$ 275,7 milhões). 

No entanto, o controle ficou com a gestora, que detinha 50,1% do capital social do negócio. Já a Grendene possuía 49,9% das ações.

Agora, a dona da Melissa e da Ipanema decidiu rescindir a joint venture com a 3G Radar por meio de um acordo de compra da participação detida pelos fundos da gestora, passando a deter 100% das ações da GGB.

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Do montante total, aproximadamente US$ 6,5 milhões (R$ 39,48 milhões) serão pagos à vista. A cifra ainda está sujeita a ajustes de preço, indenizações e outros termos estabelecidos em contrato.

Com a transação, a companhia também rescindiu o acordo de acionistas da GGB com os fundos Radar, fechado em outubro de 2021.

Além disso, o contrato master de franquia fechado naquela época, que regulava a venda dos produtos da fabricante no exterior, também perdeu validade.

Apesar da aquisição da fatia da 3G Radar, o objetivo da Grendene é manter a mesma estrutura atual da GGB, que já tem entidades nos Estados Unidos, na China e em Hong Kong dando continuidade às atividades.

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