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Chamado de “Gefion”, a ideia é que o supercomputador seja usado no desenvolvimento de “soluções inovadoras” para o mundo, como novos medicamentos e tratamentos
Uma união de gigantes dos mercados de ações internacionais acaba de se formar. A Nvidia decidiu se juntar à farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk para desenvolver um dos supercomputadores de inteligência artificial (IA) mais poderosos do mundo — e é justamente o sucesso das “canetas do emagrecimento” como o Ozempic que ajudará a pagar as contas da nova tecnologia.
A Fundação Novo Nordisk — responsável por fornecer uma base estável para as atividades comerciais e de pesquisa das empresas do grupo Novo — está financiando o novo computador da Nvidia.
Chamado de “Gefion”, a ideia é que o supercomputador seja usado no desenvolvimento de “soluções inovadoras” para o mundo, como novos medicamentos e tratamentos.
De acordo com a nota à imprensa, pesquisadores dos setores público e privado da Dinamarca poderão ter acesso ao supercomputador da Nvidia otimizado para projetos de grande escala através de IA.
Segundo a dona da Novo Nordisk, a descoberta de medicamentos, o diagnóstico e o tratamento de doenças são exemplos de áreas onde o poder de computação da IA pode “permitir a transformação positiva da nossa sociedade”.
“A colaboração com a Nvidia e o centro nacional de inovação em IA resultante pode ajudar os brilhantes investigadores e inovadores da Dinamarca a subir para o próximo nível”, afirmou a CEO da Fundação Novo Nordisk, Mads Krogsgaard Thomsen.
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A Fundação Novo Nordisk criou uma sociedade anônima, batizada de “Centro Dinamarquês para a Inovação em IA”, que será proprietária do supercomputador, com todas as receitas sendo reinvestidas na própria iniciativa.
A expectativa é que o Centro Dinamarquês para Inovação em IA esteja preparado para projetos-piloto do Gefion antes do fim deste ano.
A Fundação Novo Nordisk irá destinar cerca de 600 milhões de coroas dinamarquesas (algo próximo de R$ 436,8 milhões, nas cotações atuais) para financiar os custos iniciais do centro.
Além da Fundação, o Fundo de Exportação e Investimento da Dinamarca (EIFO) contribuiu com 100 milhões de coroas dinamarquesas (em torno de R$ 72,8 milhões) e será acionista minoritário do novo centro, com 15% das ações.
A Fundação Novo Nordisk ainda fechou um contrato com a Eviden, líder em computação avançada na Europa, que será responsável pela entrega, instalação e configuração do supercomputador ainda em 2024. A francesa ainda fornecerá suporte na fase de testes piloto.
Por sua vez, o fornecedor global de data centers Digital Realty hospedará o supercomputador em uma de suas instalações preparadas para IA na Dinamarca.
“O supercomputador terá o mais alto nível de segurança e apoiará a soberania de dados dinamarquesa. Uma vez totalmente operacional, poderá, portanto, apoiar projetos que envolvam dados sensíveis”, escreveu a Novo Nordisk Foundation.
Na visão do ministro dinamarquês da Indústria, Negócios e Assuntos Financeiros, Morten Bødskov, os investimentos em tecnologias como os supercomputadores da Nvidia irão aumentar a vantagem competitiva da Dinamarca no cenário mundial.
Vale destacar que, atualmente, a Dinamarca não possui supercomputadores alimentados por GPU.
O objetivo é que o supercomputador e a parceria com a Nvidia permitam que a Dinamarca realize projetos de grande escala com inteligência artificial.
“O supercomputador Gefion será uma ferramenta essencial para pesquisadores na Dinamarca impulsionarem descobertas em áreas críticas como computação quântica, ciências biológicas e transição verde”, afirma Tim Costa, diretor de computação de alto desempenho (HPC) e computação quântica da Nvidia.
Com a parceria, os pesquisadores dinamarqueses também poderão interagir com equipes de especialistas da Nvidia para desenvolverem em parceria soluções para problemas complexos.
Segundo o comunicado, isso inclui pesquisas em produtos farmacêuticos e biotecnologia com uso do NVIDIA BioNeMo e o desenvolvimento de computação quântica livre de erros com o NVIDIA CUDA Quantum.
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