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Silvio Santos trabalhou como camelô na juventude antes de se transformar em um dos homens mais ricos do Brasil
O apresentador de televisão e empresário Silvio Santos faleceu neste sábado (17) aos 93 anos de idade.
A informação foi divulgada pelos perfis oficiais do SBT, emissora fundada pelo apresentador no início da década de 1980.
Silvio Santos estava internado desde o dia 1º de agosto no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
Em julho, o apresentador teve um quadro de H1N1. A infecção desencadeou uma broncopneumonia, que levou a sua morte.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou luto oficial de três dias.
Seu nome de batismo era Senor Abravanel.
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Filho de imigrantes de origem judaica, ele nasceu em 12 de dezembro de 1930 no Rio de Janeiro.
Senor Abravanel era o mais velho de cinco irmãos e talvez tenha sido um dos maiores self-made men da história do Brasil.
Estudou contabilidade e trabalhou como camelô nas ruas do Rio de Janeiro antes de começar a fazer bicos de locução de rádio aos 16 anos.
O primeiro contrato fixo de Silvio Santos como locutor foi assinado em 1954, com a Rádio Nacional de São Paulo.
Pouco tempo depois, a convite do empresário Manuel de Nóbrega passou a animar seu programa de rádio na mesma emissora.
A carreira de empresário começou em 1958, quando Silvio Santos assumiu o Baú da Felicidade, que antes pertencia a Manuel de Nóbrega.
A estreia na televisão ocorreu em 1959, quando Silvio Santos passou a apresentar o programa “Hit Parade”, da extinta TV Paulista.
O lendário Programa Silvio Santos teve início em 1963, que dois anos mais tarde passou a ser transmitido pelas TVs Globo e Tupi.
Depois de conseguir a concessão do canal 11 do Rio de Janeiro, Silvio Santos deixou a Globo e fundou a TVS em 1976.
Ele foi então acumulando concessões em outras praças até fundar, em 1981, o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
“Domingo no parque”, “Qual é a música”, “Show de calouros” e “Porta da esperança” são apenas alguns deles.
Sua risada e o bordão "quem quer dinheiro?" tornaram-se o carro-chefe de admiradores e imitadores do apresentador em todo o Brasil.
O "Show do Milhão" eternizou o "você está certo disso?".
Também fez sucesso com marchinhas como “Coração Corintiano” e “A pipa do vovô”.
Em 1989, Silvio Santos chegou a tentar se candidatar à Presidência da República, mas teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Nas semanas que antecederam o pleito, Silvio Santos chegou a aparecer à frente de Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de voto.
Em 2001, sua filha Patrícia foi sequestrada durante uma semana. Depois da libertação de Patrícia, o sequestrador invadiu a mansão de Silvio Santos no Morumbi e manteve o empresário como refém durante algumas horas.
A libertação ocorreu depois da intervenção pessoal do hoje vice-presidente e à época governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Ele saiu de camelô e chegou a ser banqueiro.
Silvio Santos fundou em 1990 o banco PanAmericano, mas passou o negócio adiante depois da descoberta de um rombo bilionário.
Ao longo da vida, o empresário amealhou uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão.
Durante muitos anos, ostentou o posto de maior contribuinte do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).
Isso quando a Receita Federal ainda identificava pelo nome os maiores contribuintes do Brasil.
Silvio Santos foi casado duas vezes.
Primeiro com Maria Aparecida Vieira Abravanel, que faleceu em 1977 devido a um câncer.
Depois com Íris Abravanel.
Desses relacionamentos nasceram seis filhas: Cintia, Silvia, Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
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