O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na visão do JP Morgan, o aumento acima do IPCA é visto com bons olhos, dado que as expectativas do banco eram de aumento de 3,73% na recomposição de preços
O processo de privatização da Sabesp (SBSP3) é um dos mais aguardados pelo mercado financeiro. Em dezembro do ano passado, a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) levou vitória com a aprovação do texto que libera a desestatização da empresa de águas na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
Em meio ao processo, a Sabesp recebeu nesta terça-feira (9) o aval da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) para reajustar as tarifas em 6,4469%.
O aumento dos preços dos serviços de água e esgoto pode não ser tão positivo para a população. O próprio Tarcísio afirma que a privatização da Sabesp não terá como consequência um aumento das tarifas. Porém, quando o assunto são os investidores, a história é diferente.
Na visão dos analistas do JP Morgan, o reajuste é visto com bons olhos, tendo em mente que o banco norte-americano esperava um aumento de 3,73%.
O principal fator de otimismo foi o ajuste ter sido acima da inflação — e não abaixo, como esperava o JP Morgan.
Segundo os documentos da ARSESP, o reajuste acima da inflação oficial acumulada em 12 meses até fevereiro, de 4,49%, se deve principalmente a fatores de eficiência, como índices gerais de qualidade e ajustes compensatórios diversos para compor a nova tarifa.
Leia Também
O novo valor passa a vigorar a partir da próxima terça-feira (10).
Assim, o banco norte-americano está otimista com os caminhos da privatização (veja o cronograma mais abaixo), reiterando a recomendação overweight (equivalente a compra) para os papéis SBSP3.
Já o preço-alvo das ações estimado pelo banco é de algo próximo a R$ 125, um potencial de alta é da ordem de 47%, levando em consideração as cotações de fechamento do pregão da última segunda-feira (8).
O aumento da tarifa acima das projeções abre espaço para que novas correções acima da inflação sejam comuns no período pós-privatização, segundo o JP Morgan.
Um dos argumentos utilizados é de que a privatização traria não apenas uma melhora dos serviços, mas também uma queda nas tarifas, na visão do mercado.
Aqui no Seu Dinheiro nós já falamos dos argumentos a favor e contra a privatização da Sabesp — a análise completa você lê aqui.
Além disso, após os apagões de novembro do ano passado, a privatização da Sabesp foi muito comparada com a da Enel, que gere o serviço de luz na capital paulista e em outras regiões. Nesta outra matéria, você encontra um comparativo entre as duas privatizações.
Os analistas do JP Morgan dividiram o andamento da privatização em etapas. Vale lembrar que são apenas algumas estimativas de quando os eventos devem acontecer para que a desestatização aconteça dentro do cronograma do governador de São Paulo.
Sendo assim, alguns eventos podem ser antecipados ou atrasados, a depender de como o jogo político irá correr.
O CEO da companhia de saneamento paulista, André Salcedo, já afirmou que a oferta de ações poderia acontecer entre o fim de maio e início de junho. Confira as etapas a seguir:
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas