O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Venda do controle da Sabesp ocorrerá via oferta de ações, com seleção de acionista de referência pelo mercado a partir das duas melhores propostas
A privatização da Sabesp (SBSP3), maior e mais aguardada operação do mercado de capitais em 2024, agora já tem um modelo definido.
Em uma indicação do tamanho do negócio, o conselho do governo de São Paulo que cuida da privatização autorizou a estatal a fazer um aumento de capital de até R$ 22 bilhões.
Lembrando que esse não é o valor da oferta de ações que vai marcar a privatização. O volume final ainda vai depender da demanda do mercado e de quantos papéis serão vendidos.
A operação deve contar tanto com a venda de ações que pertencem ao governo paulista como a emissão de novos papéis para reforçar o balanço da companhia de saneamento.
A oferta deve acontecer entre maio a meados de setembro, de acordo com o com o cronograma que o conselho estabeleceu.
Mas o governo de Tarcísio de Freitas ainda não definiu o quanto pretende vender nem qual será a participação do Estado após a privatização.
Leia Também
Ao contrário de outras privatizações como as da Eletrobras (ELET3) e da Copel (CPLE3), a venda do controle da Sabesp vai envolver a entrada de um investidor de referência no capital.
A oferta de ações, portanto, contará com duas tranches: uma para o investidor estratégico e a outra para o resto do mercado.
Na definição do acionista de referência, a Sabesp vai selecionar as duas maiores propostas por um bloco acionário da estatal. Mas no fim do dia quem vai decidir quem será o acionista de referência da companhia será o mercado.
Isso porque quem participar da oferta terá de propor não apenas o preço que deseja pagar pelas ações, como costuma acontecer, como também o acionista de referência.
Assim, o book que tiver melhor demanda e preço vence a oferta.
A privatização da Sabesp contará com o mecanismo de "golden share", uma ação que dá direitos especiais ao Estado. Entre eles, o direito de vetar a mudança de nome, da sede e da finalidade da companhia de água e saneamento.
A Sabesp também vai adotar o limite de voto de acionistas em 30%. Trata-se de um percentual maior que o da Eletrobras, que restringiu o poder de voto nas assembleias a 10% após a privatização, o que levou o governo Lula a questionar o mecanismo na Justiça.
O Estado também não poderá indicar mais que três integrantes do conselho de administração da companhia, que também precisará manter três membros independentes.
Por fim, a Sabesp contará no estatuto com uma cláusula de poison pill (pílula de veneno). O mecanismo dificulta uma tomada do controle ao estipular que o acionista que alcançar 30% de participação na companhia precisa realizar uma oferta publica de aquisição pelas demais ações por um valor 200% maior.
O conselho que trata da privatização da Sabesp aprovou ainda a celebração de acordo de investimentos com os investidores estratégicos. Entre os objetivos, está o de atingir a universalização do saneamento até 2029 nos municípios operados pela Sabesp no âmbito da URAE 1 – Sudeste.
O processo de privatização da Sabesp prevê ainda que os funcionários terão estabilidade por 18 meses após a operação — exceto em demissão por justa causa. Os funcionários poderão ainda comprar ações da companhia na oferta de ações.
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos