O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco norte-americano reduziu o preço-alvo dos papéis de R$ 27 para R$ 24,50 — o que representa um potencial de valorização de 16,5% com relação ao último fechamento
A Rumo (RAIL3) apresentou lucro líquido 418% maior no primeiro trimestre, mas as ações da transportadora de logística patinam na bolsa, com queda acumulada de quase 10% no ano. A empresa ainda lida com previsões de redução das exportações de grãos este ano — uma combinação que fez o Goldman Sachs rever a classificação dos papéis da companhia.
Nesta sexta-feira (17), o banco norte-americano manteve a indicação neutra para a ação da Rumo, mas reduziu o preço-alvo de RAIL3 de R$ 27 para R$ 24,50 — o que representa agora um potencial de valorização de 16,5% com relação ao último fechamento.
O corte pesou nas cotações dos papéis da companhia, que chegaram a aparecer entre as cinco maiores perdas do Ibovespa de hoje. As ações da Rumo fecharam os papéis hoje em queda de 1,43%, a R$ 20,74. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
A atualização da Rumo pelo Goldman Sachs acontece na sequência da divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2024 da companhia.
A transportadora logística registrou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 1,689 bilhão entre janeiro e março deste ano, um aumento de 43% em base anual.
Só que o banco ajustou as estimativas de Ebitda para este ano para um valor um pouco abaixo do ponto médio da orientação (guidance) fornecida pela empresa (cerca de -2%), para R$ 7,28 bilhões. Já a previsão para 2025 é de R$ 7,825 bilhões.
Leia Também
As estimativas de receita unitária, por outro lado, subiram em 4%, 5% e 6% para 2024, 2025 e 2026, respectivamente, resultando em um aumento das receitas líquidas de 4%, 5% e 5% para os mesmos períodos.
O custo caixa foi revisado para cima em cerca de 10%, 12% e 13% para 2024, 2025 e 2026.
A Rumo deve se beneficiar de alguns fatores importantes para o segmento. Dados recentes da indústria indicam revisões positivas nas safras de milho e soja para 2024.
O Goldman destaca ainda os preços do frete rodoviário, que têm mostrado evolução positiva.
Mas também haverá tropeços no caminho — e por isso o banco manteve a indicação neutra para as ações.
A Rumo enfrenta previsões de redução das exportações de milho e soja em cerca de 20% neste ano, o que pode pressionar os preços do frete rodoviário e causar efeitos negativos nas negociações de preços da Rumo para 2025.
As previsões de volumes ferroviários para 2024 foram ajustadas em cerca de -1%, enquanto as estimativas para 2025 e 2026 permaneceram inalteradas.
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou