O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desde outubro, o conglomerado Cosan (CSAN3) tem feito uma série de reestruturações no alto escalão; nova mudança ocorre menos de uma semana depois da saída de Ricardo Mussa
A semana no mercado financeiro começou movimentada após Ricardo Mussa sair do conglomerado de Rubens Ometto, onde ocupava os cargos de CEO da Cosan Investimentos e membro do conselho de administração da Raízen (RAIZ4) e da holding Cosan (CSAN3).
“Obrigada” a arrumar a casa, a Raízen anunciou hoje uma reestruturação na diretoria executiva, órgão que é responsável pelo “gerenciamento dos negócios, bem como pela implementação das políticas e diretrizes gerais estabelecidas periodicamente pelo conselho de administração”, segundo a página de RI da empresa.
Com a nova configuração, a diretora agora se compõe da seguinte forma:
Três dos membros – Griner, Lacroze e Oliveira – não compõem a chamada diretoria estatutária da companhia, ou seja, as funções que desempenham não estão formalmente previstas no estatuto social. Apesar disso, seguem tendo autonomia e responsabilidade nas decisões da empresa.
À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Raízen também informou que Gadotti Filho passará por um período de transição com Teofilo Lacroze para assumir a vice-presidência de Mobilidade Brasil.
Leia Também
Todos os cargos passam a valer oficialmente a partir do dia 1º de fevereiro de 2025.
A ação não reage bem às mudanças, caindo cerca de 2% hoje por volta das 12 horas.
Esta mudança não é a única feita pelo conglomerado Cosan (CSAN3) nos últimos meses. Em 21 de outubro, a empresa anunciou uma reestruturação completa no alto escalão do grupo.
Foi nesse contexto em que Mussa foi para o cargo de CEO da Cosan Investimentos e que Nelson Gomes assumiu o controle da Raízen.
As mudanças administrativas acontecem em um momento de forte pressão para o conglomerado — com destaque especial para a produtora de biocombustíveis.
Nos últimos anos, a companhia esteve muito focada em crescimento com altos níveis de investimento, o que explica parte dos problemas que enfrenta atualmente do lado dos indicadores financeiros.
A Raízen não só teve um prejuízo milionário, como ainda registrou forte desaceleração na geração de caixa no segundo trimestre da safra 2024/2025..
Não à toa, uma das principais cobranças do mercado hoje é que a empresa se mantenha no curso da desalavancagem e contenção de gastos, a fim de melhorar a geração de caixa e a rentabilidade.
Devido ao patamar elevado de endividamento, as ações da Raízen também foram penalizadas na bolsa brasileira pelo aperto monetário.
É preciso lembrar que o mercado brasileiro encontra-se em um dos momentos mais altos da curva de juros futuros (DIs) do ano, especialmente após o pacote de corte de gastos do governo federal frustrar as expectativas do mercado.
Isso impacta diretamente empresas de crescimento e endividadas, como a Raízen. Afinal, quando a taxa Selic está alta, o custo dos empréstimos aumenta, o que impacta diretamente as empresas mais alavancadas, que veem os gastos com juros subirem e pressionarem as finanças como um todo.
Nesse contexto de pressão financeira, a Raízen avalia deixar para trás a era de expansão agressiva e se desfazer da participação na rede de lojas de conveniência Oxxo, após abertura de inúmeras unidades pelo estado de São Paulo.
A empresa detém 50% do Grupo Nós, que opera a marca no Brasil, e teria planos de vender essa fatia, conforme o Seu Dinheiro explicou em detalhes nesta reportagem aqui.
O objetivo seria levantar recursos para novos investimentos e também avançar no processo de desalavancagem — não só da companhia, como também da holding controladora Cosan.
Até o momento, não há qualquer confirmação de que a Raízen vá fechar acordos em breve. No entanto, o CEO Nelson Gomes já deixou a porta aberta para “dar o tratamento necessário” a negócios secundários, como é o caso do próprio Oxxo.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor