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Empresa de medicina diagnóstica está em negociações avançadas para fusão de hospitais com a Amil; Alliança Saúde também está preparando nova proposta
A Dasa (DASA3) confirmou nesta segunda-feira (10) que está em negociações avançadas com a operadora de planos de saúde Amil para uma fusão dos negócios.
Segundo fato relevante, o acordo prevê que cada empresa terá 50% do capital da Ímpar Serviços Hospitalares. A notícia foi antecipada pelo Valor nesta manhã.
De acordo com o documento, a Ímpar receberia 12 hospitais da companhia de medicina diagnóstica como parte da transação, além de hospitais da Rede Américas, da Amil.
Não fazem parte do negócio os hospitais da Rede Américas da operadora de planos no Ceará e no Rio Grande do Norte, além dos hospitais verticalizados da Amil.
Além disso, o acordo prevê a transferência de, pelo menos, R$ 3 bilhões da dívida da Dasa para a Ímpar.
Apesar das negociações avançadas, a Dasa ressaltou que ainda não há “qualquer acordo ou decisão da administração da companhia aprovando a transação”.
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“A companhia não pode garantir nesse momento que tal negociação será concluída ou que os termos finais da transação estarão de acordo com as negociações atualmente em curso”, afirma a empresa.
Vale lembrar que o Grupo Dasa é controlado pela família Godoy Bueno, antiga dona da Amil. Pedro de Godoy Bueno, vice-presidente do conselho e ex-CEO, é filho de Edson de Godoy Bueno, bilionário fundador da Amil que construiu um império no setor e sofreu um infarto fulminante aos 73 anos, em fevereiro de 2017.
Em janeiro deste ano, a Amil foi vendida pelo UnitedHealth Group (UHG) para o empresário José Seripieri Filho.
Não é só a Amil que está de olho na Dasa. No fato relevante, a empresa também confirmou que recebeu do empresário Nelson Tanure uma proposta de potencial combinação de negócios com a Alliança Saúde (AALR3).
O acordo, no entanto, prevê um aumento de capital em dinheiro da Dasa, sem que haja a aquisição do controle da empresa de medicina diagnóstica.
As negociações entre Dasa e Tanure foram reveladas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Após a recusa da oferta inicial de aproximadamente R$ 3 bilhões pela Dasa na sexta-feira (7), a Tanure está planejando uma nova proposta.
Segundo a Dasa, “não há qualquer decisão da administração da companhia a respeito do assunto”.
Antes da publicação do fato relevante nesta segunda-feira sobre os acordos, as ações da empresa de medicina diagnóstica tiveram a negociação suspensa, mas logo voltaram a subir. Os papéis DASA3 subiram 4,87%, a R$ 4,09 nesta segunda-feira (10).
No ano, no entanto, os papéis acumula perda de 58% e, em 12 meses, de -63,3%. Acompanhe a cobertura ao vivo dos mercados.
O gráfico abaixo mostra o desempenho das ações da Dasa no ano:
Fonte: TradingView
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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