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Maria Eduarda Nogueira

Maria Eduarda Nogueira

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-graduação em Comunicação e Marketing Digital na ESPM. Atualmente, está baseada em Paris, onde faz mestrado em comunicação e mídias digitais na Sorbonne e cobre temas como luxo, turismo e arte.

MUDANÇAS NA LVMH

Para salvar a Moët & Chandon e Veuve Clicquot, Bernard Arnault aponta ‘nepobaby’ amigo de Trump para liderar a divisão de vinhos

Presidente da LVMH faz mudanças em diversos cargos de alto escalão do grupo de luxo, em um contexto desafiador para o mercado de bens de alto valor agregado

Maria Eduarda Nogueira
Maria Eduarda Nogueira
14 de novembro de 2024
14:01 - atualizado às 13:18
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Imagem: LVMH/Divulgação

A julgar pelo histórico de decisões e pelo quadro executivo da LVMH, o nepotismo não é um conceito mal visto por Bernard Arnault. Por isso, não causa nenhuma surpresa o fato de que o presidente acaba de indicar um de seus cinco filhos para a liderança de uma das divisões do maior grupo de luxo do mundo. 

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Alexandre Arnault será o vice-CEO da divisão “Wines and Spirits”, responsável por marcas como Moët & Chandon e Veuve Clicquot, a partir de fevereiro de 2025.

A principal missão no cargo? Fazer com que o segmento de vinhos e bebidas finas volte a brilhar.

Para isso, ele trabalhará junto a um veterano da companhia, Jean-Jacques Guiony. O membro do comitê executivo substitui Philippe Schaus, que vai seguir carreira fora do mundo executivo, depois de 21 anos trabalhando para o grupo francês.

Outro CEO no setor também foi anunciado: Charles Delapalme assume a marca de conhaques Hennessy.

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O custo de beber vinho francês 

Todas essas mudanças acontecem em meio a um contexto desafiador para o segmento de vinhos e bebidas da LVMH.

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De um lado do planeta, Donald Trump, como novo presidente dos Estados Unidos, pode endurecer as tarifas de importação para produtos franceses. De outro, a China cria barreiras para a venda de conhaque, como retaliação pela taxação de veículos elétricos na União Europeia.

Nos primeiros nove meses do ano, o segmento de vinhos e bebidas teve o pior desempenho do grupo, registrando desaceleração de 8%

A piora também está associada às turbulências que o mercado de luxo como um todo têm enfrentado em mercados considerados “chave”: a China e os EUA. 

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Pelas estimativas da consultoria Bain & Company, o mercado de bens de alto valor agregado terá uma redução de 2% em 2024, passando a valer € 363 bilhões (R$ 2,2 trilhões). O Seu Dinheiro falou sobre este assunto – e explicou o fenômeno mais a fundo – nesta matéria aqui.

Diante disso, o filho de Arnault e Guiony têm um desafio significativo à frente. 

No entanto, pode ser favorável para a LVMH o fato de que Alexandre Arnault mantem relações amigáveis com Trump. Em post no X (ex-Twitter) em fevereiro do ano passado, o presidente eleito fez elogios ao herdeiro. 

Vale lembrar que o filho do fundador do grupo de luxo tem experiências prévias no quadro executivo da joalheria Tifanny e da marca de malas, Rimowa.

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Outras mudanças na liderança da LVMH

Além das trocas no segmento de vinhos e bebidas, o grupo francês também anunciou outras mudanças:

  • Maud Alvarez-Pereyre assume como vice-presidente de Recursos Humanos e passa a integrar o comitê executivo, a partir do mês que vem; 
  • Cécile Cabanis, membro do comitê executivo, assume o papel de Guiony e torna-se CFO da companhia, a partir de fevereiro; 
  • Guillaume Motte, presidente e CEO da Sephora, participará do comitê executivo, a partir do ano que vem. 

* Com informações da Reuters.

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