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A nomeação do novo CEO da empresa foi oficializada após a assembleia geral de acionistas realizada na quarta-feira (11), que elegeu a nova diretoria
A Oi (OIBR3) confirmou nesta quinta-feira (12) o nome de Marcelo José Milliet, ex-presidente da Paranapanema (PMAM3), como novo diretor presidente e de relações com investidores da operadora, atualmente em recuperação judicial.
Já o executivo Rodrigo Caldas de Toledo Aguiar ocupará a função de diretor de Finanças e Fábio Wagner será o diretor jurídico.
Segundo o fato relevante, também foram nomeados os executivos Paul Aronzon e Francisco Roman Lamas para os cargos de presidente e vice-presidente do conselho de administração, respectivamente.
A nomeação do novo CEO da companhia foi confirmada após assembleia geral de acionistas realizada na quarta-feira (11), que elegeu um novo corpo diretor.
Marcelo José Milliet é bacharel em Administração de Empresas pela FGV-SP e foi CEO e presidente de relações com investidores da Paranapanema e de várias outras empresas em recuperação judicial, como Renova Energia e Companhia Albertina Industrial e Mercantil.
Também foi Presidente do Conselho da Brasil PCH S.A. e membro de conselhos de empresas como Fermenta Produtos Químicos e Trificel Indústria e Comércio.
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Além disso, foi CEO da HBO Brasil, membro do Comitê Executivo da HBO América Latina, CEO da Traffic Marketing Esportivo, e desempenhou funções de liderança em diversas empresas do Grupo Matarazzo.
Marcelo José Milliet substitui Mateus Bandeira, que anunciou a saída em carta aos funcionários nesta semana. O executivo estava no cargo desde janeiro deste ano.
Esses passos já estavam previstos no plano de recuperação judicial, por meio do qual houve conversão de dívidas em ações, levando os credores para o controle da operadora.
A gestora de recursos Pimco terá a maior fatia do grupo, ficando com 36,66% do capital, seguido por pelo SC Lowy (12,33%) e Ashmore (9,58%), como divulgado pela Oi. Outros acionistas ficarão com 39,48%.
Em junho de 2016, a Oi entrou com seu primeiro pedido de recuperação judicial, enfrentando uma dívida colossal de aproximadamente R$ 65 bilhões.
Este processo, considerado o maior da história do Brasil, envolveu mais de 55 mil credores e se estendeu por seis anos. O processo foi encerrado em dezembro de 2022.
Entretanto, os atuais problemas começaram em março de 2023, com um segundo pedido de recuperação judicial devido à continuidade das dificuldades financeiras da Oi, que agora enfrentava uma dívida total de cerca de R$ 43,7 bilhões e 35 mil credores.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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