O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Coprodec já havia rejeitado a operação entre as gigantes de frigoríficos em maio, alegando que a transação aumentaria a concentração de mercado no país
Mais de um ano depois, os frigoríficos Minerva (BEEF3) e Marfrig (MRFG3) concluíram a transação bilionária de ativos na América do Sul. No entanto, as companhias ainda enfrentam um impasse com as autoridades do Uruguai, que ameaçam parte do negócio.
Nesta quarta-feira (30), a Marfrig anunciou que a Comisión de Promoción Y Defensa de la Competencia (Coprodec) negou novamente o recurso para a venda à Minerva de três unidades de abate de bovinos, localizadas em Colônia, Salto e San José.
Em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa disse que a aprovação era necessária para finalizar a venda. fechada em R$ 675 milhões, valor que poderia sofrer possíveis ajustes contratuais e seria depositado em conta garantia.
A Minerva também informou que está analisando os detalhes da decisão e planeja apresentar recurso em breve. A decisão ainda pode ser contestada administrativamente junto ao Ministério de Economia e Finanças do Uruguai ou judicialmente.
A medida afeta apenas a operação no Uruguai, sem impactar a aquisição de unidades industriais e comerciais na Argentina, Brasil e Chile, concluída em 28 de outubro de 2024.
Vale lembrar que as operações do Uruguai são apenas uma parte da transação bilionária anunciada pelas companhias em maio do ano passado, no valor de R$ 7,5 bilhões.
Leia Também
Fora os negócios do Uruguai que ainda dependem da aprovação, a Minerva já finalizou a aquisição de 13 unidades industriais e de um centro de distribuição pertencentes à Marfrig.
A transação, no valor de R$ 5,68 bilhões, foi realizada após o cumprimento das condições estabelecidas no contrato de compra e venda entre as empresas.
A aquisição inclui estabelecimentos no Brasil, na Argentina e no Chile, e amplia a capacidade industrial da Minerva, que agora opera 46 unidades em sete países, incluindo Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai, Colômbia, Chile e Austrália.
A Coprodec já havia rejeitado a operação entre as gigantes de frigoríficos em maio.
Na negativa, o órgão informou que, se o negócio fosse aprovado, a Minerva passaria a deter uma participação de 43% no segmento de abate de carne bovina. Isso, segundo o Cade uruguaio, levaria a uma “posição dominante em um mercado altamente concentrado”.
No processo, as empresas defenderam que a dinâmica como os preços de compra de gado são definidos no Uruguai "segue uma lógica completamente independente das vontades das partes, sem influência após a operação." No entanto, o Coprodec contestou com a alegação deque a nova empresa dominante teria condições e incentivos para impactar esse cenário.
O entrave no Uruguai, contudo, parece não ter afetado o desempenho das ações das companhias na bolsa, já que nos demais países a nova dona deve começar a operar em breve. Por volta das 14h20, os papéis BEEF3 da Minerva subiam 2,42%, a R$ 5,93. No fechamento, a alta foi de 2,94%, a R$ 5,96.
As ações da Marfrig, por outro lado, operavam com alta volatilidade. Entre altas e baixas, os papéis MRFG3 subiam 0,46%, negociados a R$ 15,27. No mesmo horário, o Ibovespa operava próximo da estabilidade, com queda de 0,1%, aos 130.721,90 pontos.
Ao final do pregão, as ações MRFG3 subiram 0,99%, a R$ 15,35.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente