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NAS TELONAS

Harmonização dos heróis e vilões: como a Disney quer recuperar bilheterias bilionárias ao redor do mundo

Divertida Mente 2 é agora o filme de animação de maior bilheteria de todos os tempos e o primeiro filme da Marvel — “Deadpool & Wolverine” — quebrou recordes de fim de semana, mas a Disney quer mais

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11 de agosto de 2024
14:07 - atualizado às 15:21
Disney+ Brasil
Imagem: Divulgação

Quando Bob Iger subiu ao palco do Honda Center em Anaheim, Califórnia, na sexta-feira (9) à noite, 12.000 fãs da Disney se levantaram e aplaudiram — era a primeira vez em cinco anos que o CEO comparecia ao evento de exposição, já que ele se ausentou do cargo de presidente-executivo por quase dois anos antes de retornar ao comando, em novembro de 2022.

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A ausência de Iger coincidiu com uma desaceleração nos negócios da Disney que, como outros estúdios, foi interrompida por paralisações pandêmicas e greves trabalhistas em Hollywood

No entanto, a bilheteria pós-pandemia da empresa também foi assolada por decisões executivas de aumentar a produção de conteúdo para abastecer o serviço de streaming Disney+ — o próprio Iger admitiu em inúmeras ocasiões que a Disney sacrificou a qualidade pela quantidade e que o objetivo ao retornar era endireitar o navio.

À medida em que busca reconstruir a reputação e recapturar a magia nas bilheterias, a Dinsey está contando muito com franquias existentes e amadas. E, enquanto se aventura em um novo território, explora talentos testados e comprovados na frente e atrás das câmeras.

Sucesso de bilheteria de duas franquias

"Divertida Mente 2", a última produção da Pixar, é agora o filme de animação de maior bilheteria de todos os tempos, ultrapassando US$ 1,5 bilhão (US$ 8,3 bilhões) no mundo

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O filme da Marvel "Deadpool & Wolverine" quebrou recordes de fim de semana de estreia para um filme com classificação R (quando menores de 17 anos precisam ser acompanhados pelos pais ou por um adulto responsável) e deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão (R$ 5,51 bilhões) já neste fim de semana.

Leia Também

Disney traz mais um clássico: Star Wars

A estratégia da Disney em todos os seus estúdios é fornecer ao público uma seleção de favoritos familiares junto com novos participantes.

Na Lucasfilm, o primeiro longa-metragem de Star Wars desde “The Rise of Skywalker” de 2019 chega em 2026 e é intitulado “The Mandalorian and Grogu”. O filme seguirá a dupla muito amada de “The Mandalorian”. 

A Lucasfilm também deve lançar a segunda temporada de “Andor”, uma série que se passa antes de “Rogue One: A Star Wars Story” e segue o herói relutante Cassian Andor enquanto ele atravessa um mundo sufocado pelo Império Galáctico.

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Essas histórias populares também incluem "Skeleton Crew", que foi anunciada como uma série de aventuras do tipo "Goonies". É estrelado por Jude Law ao lado de um elenco de quatro crianças que acidentalmente se lançam no espaço e se perdem nas estrelas.

Há mais dois filmes de Star Wars no calendário — datados de dezembro de 2026 e dezembro de 2027 — mas não está claro quem os dirigirá ou em qual enredo a Disney se concentrará. 

Star Wars continua sendo uma das principais franquias de bilheteria global, tendo gerado mais de US$ 10 bilhões em vendas de ingressos desde que "Uma Nova Esperança" chegou aos cinemas em 1977.

Outras sequências que chegarão às telonas pela Disney nos próximos anos também incluem o terceiro filme Avatar intitulado "Avatar: Fire and Ash"; uma sequência de "Freaky Friday" chamada "Freakier Friday" e um terceiro filme Tron chamado "Tron: Ares". 

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Também haverá um remake live-action de "Branca de Neve" chegando aos cinemas em março nos EUA e um filme live-action de "Lilo e Stitch" chegando mais tarde em 2025.

  • Veja também: Analista entrevistado diz que muitos investidores perdem a oportunidade de lucrar em dólar esperando a queda da moeda – veja as 10 ações recomendadas

A reforma dos heróis e vilões da Marvel

No Marvel Studios, uma reforma está acontecendo. O estúdio está no processo de equilibrar histórias centradas nos personagens existentes enquanto tenta trazer novos heróis — e vilões — para o grupo.

Após a derrota de Thanos, a Disney lançou 10 séries de televisão (algumas com várias temporadas) e uma dúzia de filmes para o cinema — a superabundância de conteúdo parecia dever de casa para o público que antes abraçava todas as produções da Marvel.

Mas o fato de "The Marvels" de 2023 gerar a menor abertura doméstica (US$ 46,1 milhões) e a menor bilheteria global (abaixo de US$ 200 milhões), fez o estúdio limitar o número de séries para a Disney+ e manter o foco nas telonas. 

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Há algumas semanas, Kevin Feige, chefe da Marvel Studios, impressionou o público na San Diego Comic Con com novas revelações de títulos de filmes e o anúncio de que o próprio Homem de Ferro, Robert Downey Jr., retornaria para interpretar o Doutor Destino.

*Com informações da CNBC

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