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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

MAIOR CAUTELA

Fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi anima analistas — mas esse bancão ainda vê potencial de alta limitado para ações

Bank of America elevou o preço-alvo dos papéis da Petz nesta segunda-feira (20), mas manteve recomendação neutra; entenda

Camille Lima
Camille Lima
20 de maio de 2024
16:02 - atualizado às 17:50
Fusão de Cobasi com Petz. Montagem com dois cachorros felizes
Fusão de Petz e Cobasi - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

A potencial fusão entre a Petz e a Cobasi, as duas redes que lideram o varejo voltado para animais de estimação, animou os analistas do Bank of America (BofA) — mas o bancão ainda prevê um potencial limitado para as ações PETZ3 na bolsa brasileira.

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O banco norte-americano elevou nesta segunda-feira (20) o preço-alvo dos papéis, de R$ 4,00 para R$ 4,80, implicando em um potencial de alta de 7,8% em relação ao último fechamento.

Apesar das perspectivas mais otimistas de valorização das ações, o preço ainda está bem abaixo da avaliação da fusão, já que a relação de troca entre as companhias considera o valor de R$ 7,10 por papel.

O BofA ainda não acha que é hora de incluir PETZ3 na carteira. Os analistas mantiveram a recomendação neutra para os ativos.

As ações reagiram em queda à visão mais cautelosa do banco. Por volta das 15h25, os papéis caíam 2,02%, a R$ 4,36. Mas no final do pregão reduziram as perdas e terminaram o dia com alta de 0,45%, a 4,47. No acumulado do ano, a empresa marca uma escalada de mais de 12% na B3.

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O casamento vai ser consumado?

Na avaliação do Bank of America, a combinação de negócios entre as gigantes do mercado pet traz uma tese atraente e com “risco antitruste limitado”.

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Isso porque a Petz e a Cobasi possuem cerca de 7,9% e 6,7% de participação de mercado (market share), respectivamente. “O mercado varejista de animais de estimação no Brasil continua altamente fragmentado”, afirmou o banco. 

A expectativa é que a combinação possa ser cinco vezes o tamanho do concorrente mais próximo, a Petlove, de 2,9%. De acordo com dados do Euromonitor de 2023, o casamento entre Cobasi e Petz representaria um valor “relativamente modesto” de 14,6% de participação. 

Devido à quota limitada, os analistas projetam pouca oposição dos órgãos antitruste como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), especialmente diante da aprovação de acordos recentes com concentrações muito mais elevadas em outros segmentos e indústrias de varejo.

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Os potenciais da fusão

Nas contas do Bank of America, a empresa resultante da fusão “totalmente integrada” poderia quase triplicar o lucro líquido a partir de uma base deprimida, excluindo os custos de implementação.

Além disso, segundo o BofA, o acordo entre a Petz (PETZ3) e a Cobasi também permitiria uma “mudança no foco competitivo e uma alocação de ativos mais eficiente”.

“No entanto, vemos alguma probabilidade de desinvestimento em micromercados específicos.”

Para os analistas, a Petz deve passar por uma redução de 10% no número de lojas, além da terceirização de serviços, com uma reabsorção de 70% das vendas das lojas fechadas.

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Na avaliação do banco, a margem bruta da empresa combinada deve subir em 100 pontos-base devido às sinergias de preço. O banco ainda espera uma redução de 20% em despesas gerais e administrativas e melhoria modesta no prazo do fornecedor.

“As estruturas centrais e administrativas, no entanto, são em grande parte redundantes, implicando amplas oportunidades em todas as funções”, destacam os analistas.

Então por que o BofA não recomenda a compra de Petz (PETZ3)?

O Bank of America acredita que a fusão deve trazer um “potencial de valorização” para os negócios, com “extensas sinergias entre vendas, margem bruta e despesas administrativas centrais”.

Porém, os analistas projetam um crescimento de vendas mais lento em previsões independentes da Petz.

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Além disso, o banco assumiu um múltiplo mais conservador de preço sobre lucro (P/E) de 14 vezes para 2025, contra 16 vezes na avaliação anterior.

“Dados os riscos competitivos e de implementação, reiteramos nossa classificação neutra.”

Para o BofA, existem riscos para a empresa após a fusão. São eles: atrasos ou incapacidade de concluir a fusão com a Cobasi, sentimento mais fraco dos investidores, menor procura dos consumidores, desafios de execução, concorrência, custos de financiamento mais elevados, desafios de integração, saída dos principais gestores seniores e dinâmicas ou termos desfavoráveis ​​de consolidação do setor.

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