O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O plano de investimentos da montadora prevê a injeção de R$ 7 bilhões até 2028, mas o valor ainda pode subir mais; entenda
A montadora de automóveis General Motors (GM) anunciou nesta quarta-feira (24) que vai investir "apenas" R$ 7 bilhões até 2028 no Brasil — e a “culpa” é da regulação dos carros elétricos no país.
De acordo com o anúncio da empresa, o montante corresponde apenas à primeira fase e outros aportes poderão ser anunciados no período caso a montadora observe aceleração do mercado.
"O último ciclo foi de R$ 10 bilhões, mas foi anunciado de uma só vez. Agora, podemos anunciar outras fases neste período (de 2024 a 2028)", afirmou o vice-presidente de Políticas Públicas da GM para América do Sul, Fabio Rua.
Segundo o presidente da GM América do Sul, Santiago Chamorro, o investimento será feito na modernização das fábricas e na renovação de produtos, como Onix, Tracker, Montana e S10, além da incorporação de novos modelos e tecnologias.
O presidente da General Motors International, Shilpan Amin, disse que a companhia vai trabalhar com o objetivo de transformar o mercado brasileiro de automóveis em totalmente elétrico nos próximos anos.
Para alcançar esse objetivo, porém, Amin avaliou que há desafios e que novos modelos de veículos precisam atender à realidade local. "Precisamos de um portfólio de veículos 100% elétricos, mas isso não é rápido", afirmou.
Leia Também
Segundo o vice-presidente de Políticas Públicas da empresa, Fábio Rua, a avaliação será feita de acordo com a demanda.
"Teremos elétricos aqui. O timing para que isso aconteça vai depender das condições de mercado."
O foco em mobilidade sustentável inclui seis novos modelos de veículos, que devem ser "carregados de novidades", segundo o presidente da GM América do Sul, Santiago Chamorro.
Ainda não se sabe, mas os novos modelos poderão incluir elétricos e híbridos.
A GM afirmou ainda ter dúvidas sobre a regulação e em como funcionarão os estímulos aos veículos elétricos no Mover, programa de incentivos ao setor lançado no fim do ano pelo governo.
O governo não só tributou a importação de veículos híbridos e elétricos como criou vantagens a híbridos movidos a etanol em relação aos elétricos.
Fábio Rua disse não ver tratamento mais vantajoso aos híbridos e que, se este for o entendimento que prevalecer, defenderá a revisão do programa pelo governo federal.
O Mover terá etapas de regulamentação nos próximos meses, que ditarão regras sobre os investimentos que as montadoras deverão fazer no Brasil em pesquisa e desenvolvimento e ainda nas condições de tributação para os importadores de híbridos e elétricos que investem no Brasil, como é o caso da GM.
O executivo negou que a companhia tenha reduzido os investimentos em razão de vantagens tributárias concedidas à concorrente chinesa BYD, cuja futura fábrica de híbridos e elétricos será instalada em Camaçari, na Bahia.
Os benefícios fiscais de ICMS e também de impostos federais (IPI, PIS e Cofins) foram estendidos até 2033.
"Ele (o presidente Lula) reforçou o Mover para que a gente siga trabalhando para diminuir eventuais assimetrias tributárias que a gente sabe que existem, como o incentivo do Nordeste, que foi aprovado na reforma tributária, que ainda não pacifica a questão", disse.
Rua afirmou que montadoras que não estavam no Nordeste foram contra a renovação por uma questão competitiva e que houve um avanço em relação à ideia original.
"Agora temos um phase out (redução gradual). Esses degraus vão melhorar as condições de competitividade. Também houve a impossibilidade de que (o benefício) seja usado por fornecedores, de partes e peças da região. As coisas avançaram."
Além da GM, outras fabricantes de carros elétricos anunciaram recentemente investimentos no Brasil.
Em reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na semana passada, a chinesa GWM afirmou que pretende investir R$ 10 bilhões em dez anos no país e deve iniciar em maio a produção na antiga fábrica da Mercedes-Benz, em Iracemápolis (SP).
Já a BYD destinou R$ 3 bilhões para produzir na Bahia, na antiga fábrica da Ford.
Outros aportes vêm da Caoa Chery (R$ 3 bilhões), Stellantis (R$ 2,5 bilhões), Renault (R$ 2 bilhões) e Nissan (R$ 1,5 bilhão).
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada
Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora
Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa
O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações
Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”
Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira