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Varejista deve tirar o pé da concorrência com nomes como Mercado Livre e se concentrar na venda de produtos com maior retorno, diz Renato Franklin, CEO da Casas Bahia
A Casas Bahia (BHIA3) enfim começou a colher os primeiros frutos da reestruturação iniciada há um ano. Em busca da rentabilidade perdida, a varejista comandada por Renato Franklin decidiu “voltar às origens”. Assim, reduziu o escopo de apostas em produtos, cortou custos e despesas e focou naquilo que de fato “dá dinheiro”.
“Na estratégia de longo prazo, a gente quer realmente nos fortalecer como destino especialista”, afirmou o CEO, em entrevista ao Seu Dinheiro. Não à toa, a empresa parou de vender 23 categorias de produtos de menor valor no segundo trimestre de 2024.
Para o executivo, atualmente as varejistas locais e rivais estrangeiras “brigam pela mesma coisa, num negócio que tem margens muito baixas e um custo muito caro para crescer” — mas o objetivo da Casas Bahia é sair desta competição e se posicionar como o primeiro especialista.
“Tem players como Mercado Livre que vendem de tudo para todo mundo, e a gente estava caminhando para uma estratégia eventualmente parecida com essa”, afirmou o diretor financeiro (CFO) da varejista, Elcio Ito.
Nesse sentido, a Casas Bahia decidiu se voltar para as próprias fortalezas, o que inclui ampliar o foco no que gera retorno e nas categorias core, de acordo com o diretor.
Em meio à “volta ao básico”, o plano de transformação da Casas Bahia (BHIA3) também trouxe efeitos colaterais. Entre eles a perda de receita, que caiu 13,5% no segundo trimestre em base anual.
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É por isso que a “redução de despesas e custos”, que incluiu o fechamento de 54 lojas, nove centros de distribuição e redução do quadro de funcionários em cerca de 10 mil pessoas, continua sendo uma etapa fundamental do plano da varejista.
“A gente sabia que a receita iria cair e o nosso desafio era não que essa queda não fosse tão grande, mas conseguimos fazer com que a equação ficasse balanceada. À medida que a gente volte a crescer de forma rentável, a margem potencial de crescimento será muito grande porque a gente já ajustou para um patamar de curso estrutural mais ajustado.”
Na avaliação de Franklin, a venda de ativos pode ser uma forma de a Casas Bahia levantar caixa nos próximos 12 meses — e hoje a varejista possui seis imóveis que podem ser vendidos ou locados em operações de "sale & leaseback” no próximo ano, com valor total estimado em R$ 200 milhões.
Do lado financeiro, ainda que o mercado tenha se surpreendido com o anúncio do primeiro resultado positivo desde o início da reestruturação, a expectativa é que esse cenário não volte a se repetir em 2024.
Afinal, segundo o diretor financeiro da Casas Bahia, nesse momento, a lucratividade não é o foco atual da varejista.
“Foi um efeito não recorrente [do reperfilamento de dívidas] que nos levou ao lucro neste trimestre, mas isso não significa que a nossa vida mudou para lucros daqui para frente. Estamos caminhando a passos sequenciais e graduais”, afirmou.
Lembrando que a Casas Bahia entrou em recuperação extrajudicial no fim de abril, quando fechou acordo com os credores para equacionar em torno de R$ 4,1 bilhões em dívidas.
A expectativa do CFO é que os resultados positivos de forma recorrente aconteçam apenas a partir do segundo ou terceiro trimestre de 2025.
Na avaliação de Renato Franklin, uma das principais avenidas para ganho de participação de mercado (market share) da Casas Bahia será a melhora da experiência dos clientes nos canais digitais.
“Estamos focados nessas melhorias no site primeiro para depois acelerar o crescimento, que deve acontecer por volta do segundo semestre do ano que vem. Por enquanto, estamos protegendo o nosso market share.”
Além da operação de e-commerce, o CEO vê a possibilidade de uma retomada do ciclo de expansão geográfica da expansão da operação física da varejista no Brasil no segundo semestre de 2025.
“A gente tem um share muito alto no Sudeste, mas em outras regiões do Brasil, nossa participação ainda é perto de 10%, então tem muito potencial de crescimento. Em loja física, só atendemos 500 cidades, mas na nossa visão, há pelo menos 200 municípios que a gente poderia ter lojas Casas Bahia e crescer lá na frente.”
Questionado sobre potenciais parcerias comerciais com varejistas internacionais — como aconteceu entre o Magazine Luiza e o AliExpress —, o CEO afirmou que há interesse de players internacionais, mas não faz sentido para “o momento atual da companhia”.
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