O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Eletrobras deve emitir bonds com vencimento em 2035 para rolar dívidas assumidas logo após a privatização; veja os detalhes
Com a volta das férias no hemisfério norte, as empresas brasileiras se preparam para ir a mercado captar recursos no mercado internacional. A Eletrobras (ELET3) deve abrir a fila com uma emissão de bonds — títulos de dívida em dólar.
A elétrica confirmou a operação sem dar maiores detalhes. Mas a emissão deve movimentar até US$ 1 bilhão (R$ 5,6 bilhões, no câmbio atual), de acordo com a agência de risco Moody's.
Os papéis devem ter vencimento em 2035, ainda segundo a Moody's. A agência atribuiu nota "Ba2" à emissão, ou seja, dois níveis abaixo do patamar mínimo de grau de investimento.
A Eletrobras anunciou que pretende usar os recursos para o refinanciamento de dívidas. A Moody's deu mais detalhes sobre quais seriam essas dívidas.
A empresa deve usar o dinheiro que captar dos investidores estrangeiros para quitar parcialmente o empréstimo sindicalizado de R$ 4 bilhões que tomou em junho de 2024. Além disso, os recursos irão para o pagamento de R$ 2 bilhões em notas comerciais.
Ambas as dívidas têm prazo de dois anos e foram tomadas em junho de 2024 para honrar compromissos assumidos após a privatização da Eletrobras. Entre eles, o pagamento pela outorga e as despesas de renovação das concessões.
Leia Também
Além de alongar a dívida com a emissão de bonds, vale destacar que a Eletrobras reforçou o caixa em R$ 2 bilhões recentemente com a venda de ações da Cteep (TRPL4).
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço