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A nova dona ativo, uma usina de geração a gás natural, é a Âmbar Energia, uma empresa do mesmo grupo do qual faz parte a JBS
Demorou, mas veio: cinco meses após anunciar a venda da Usina Termoelétrica a Gás de Araucária (UEGA) para a Âmbar Energia, a Copel (CPLE6) recebeu a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para o negócio.
Originalmente, a compradora — que é uma empresa da J&F Investimentos, grupo do qual faz parte a JBS (JBSS3) — pagaria R$ 290,7 milhões por uma fatia de 81,2% da usina, segundo o comunicado divulgado em dezembro do ano passado.
De lá para cá, a Petrobras (PETR4), que detém o restante do ativo, decidiu vender também sua participação de 18,8%, elevando o valor total da transação para R$ 358 milhões.
Com o sinal verde do Cade, a Âmbar passará a ser dona de uma usina de geração a gás natural com capacidade de 484,15 MW. A unidade opera sem contrato, despachada geralmente em momentos emergenciais.
De acordo com a Copel, o desinvestimento é um "importante passo para o processo de descarbonização da matriz de geração e está aderente ao crescimento sustentável do negócio."
O avanço descarbonização foi uma das promessas feitas pela ex-estatal paranaense durante o processo de privatização.
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Dentro do plano de venda de ativos que a Copel anunciou na época, a expectativa agora fica para a negociação da participação de 51% na Compagas.
A eventual venda da empresa de distribuição de gás do Paraná pode ser um gatilho para a Copel distribuir dividendos extraordinários, segundo JP Morgan.
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
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