Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

TENDÊNCIAS

C&A (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e mais: Varejo de moda deve se manter resiliente em 2024, diz BTG; veja os planos das principais empresas

Em meio ao consumo baixo, juros altos e concorrência com plataformas estrangeiras, empresas apostam em novas lojas físicas e estratégias para impulsionar vendas

Micaela Santos
Micaela Santos
1 de julho de 2024
17:11 - atualizado às 16:30
Fachada de loja da C&A (CEAB3). Uma mulher vestida de preto caminha no primeiro plano; o logo da empresa, nas cores vermelho, azul e branco, aparece ao fundo
C&A (CEAB3) - Imagem: Shutterstock

O setor varejista de moda no Brasil foi um dos mais afetados nos últimos anos. Diversas empresas de vestuário ainda se recuperam dos impactos da covid-19 em meio à vendas mais fracas, juros altos e concorrência com plataformas estrangeiras, especialmente as chinesas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar da desaceleração, o mercado ainda deve permanecer resiliente em 2024, segundo um novo relatório divulgado pelo BTG Pactual nesta segunda-feira (01). 

O documento traz perspectivas e planos de expansão de algumas das principais varejistas de moda do país, de acordo com os CEOs da Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3), Track&Field (TFCO4), Grupo SBF (SBFG3), Vivara (VIVA3) e Arezzo (ARZZ3)

Resiliência em meio à desaceleração global

Nos últimos anos, o consumo no Brasil foi impulsionado pelo isolamento social da pandemia e por benefícios sociais concedidos pelo governo, como o auxílio emergencial. 

Além disso, o país vivia em uma época de juros mais baixos e inflação controlada. Mas esse cenário deu lugar a juros e inflação mais altos e uma recuperação econômica desigual. Por outro lado, as famílias com renda mais alta puxaram o consumo das varejistas de moda. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar da tendência de desaceleração global, os resultados das varejistas de moda devem se manter resilientes em 2024, segundo os analistas do BTG. 

Leia Também

O banco destacou quatro tendências que devem impactar as empresas do setor: 

  1. Desaceleração nos players com consumidores de renda mais elevada;
  2. Busca por poder de marca/preço e concorrência com plataformas estrangeiras;
  3. Fragmentação de pedidos a fornecedores e busca por coleções de moda mais assertivas;
  4. Mudança no clima, com temperaturas mais altas impactando vendas sazonais (inverno).

Confira as projeções das seis principais varejistas do país:

  • No caso da Lojas Renner (LREN3), o novo centro de distribuição inaugurado no ano passado em Cabreúva (SP) vai permitir que a empresa trabalhe com estoques mais enxutos. Além disso, a expectativa é de que a Realize, divisão financeira da Lojas Renner, impulsione gradualmente as vendas. Ao BTG, o CEO da empresa, Fabio Faccio, disse que a atual estrutura de capital da Renner não é a ideal, “mas é uma escolha conservadora no atual cenário de taxa de juros”. Com uma melhoria no cenário, a Renner espera investir mais em lojas físicas (inaugurações e reformas) e tecnologia.
  • A C&A (CEAB3) espera que o investimento no relacionamento com cliente – entendendo o perfil e suas necessidades –, aumente a conversão de vendas, junto com o C&A Pay, que oferece cartão de crédito aos consumidores da varejista. A empresa também vai investir em testes e análise de dados para o lançamento de novas coleções de moda. Com um caixa extra para o próximo ano, a C&A espera abrir entre 15 e 20 novas lojas. A empresa também vai reforçar o marketing em campanhas publicitárias mais atrativas, incluindo o festival Rock in Rio, em setembro.
  • Já o crescimento da Track&Field (TFCO4) virá das franquias, com o aumento de franqueados da marca. A expectativa é que sejam inauguradas 40 lojas até o final do ano. Com presença em mais de 160 cidades, a empresa de moda esportiva quer abrir novas lojas em cidades pequenas, enquanto nas capitais o foco serão as lojas de rua. 
  • Grupo SBF (SBFG3): Depois de um 2023 difícil, o Grupo SBF vive uma recuperação gradual. O foco é mais rentabilidade e menos alavancagem financeira, mesmo que isso signifique menor crescimento das receitas. Em termos de crescimento, a SBF quer ser referência em categorias como futebol e tênis de corrida. Em seu plano de expansão, a companhia controladora da Centauro e operadora da Nike do Brasil vai usar suas 150 lojas no país para oferecer novos produtos aos consumidores por meio de suas marcas. 
  • Após mudanças na gestão, uma das principais mensagens que ficaram para a Vivara (VIVA3) é de que os fundamentos da empresa de produção de joias estão sólidos e as perspectivas de crescimento estão consolidadas. O Dias das Mães e o Dia dos Namorados foram fortes em termos de vendas esse ano, segundo a marca, com maior lucratividade na operação digital. A Vivara também se prepara para abrir suas primeiras lojas no exterior. Em 2023, o total de novas unidades deve chegar a algo entre 70 e 80. 
  • Arezzo (ARZZ3): A integração com o Grupo Soma após fusão vai impulsionar novos investimentos e otimização na logística. Para acelerar o crescimento, a nova empresa vai apostar em iniciativas de marketing, inovação de produtos, desenvolvimento de novas coleções, expansão de canais de venda e produção mais eficiente. Entre as principais marcas do grupo, a Hering pode entregar um crescimento de dois dígitos em poucos trimestres, de acordo com a varejista. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

REAÇÃO AO RESULTADO

Nem o lucro acima do esperado salva o Bradesco (BBDC4) na bolsa hoje, e ação cai forte na B3. Mercado ainda não comprou a virada?  

7 de maio de 2026 - 11:30

Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas

1T26 À PROVA

“Isso não é piora de risco”, diz CEO do Bradesco (BBDC4) após salto nas provisões do 1T26; desafio agora é convencer o mercado

7 de maio de 2026 - 10:55

Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) segue movendo céus e terra para crescer: no 1T26, vendas devem subir forte, enquanto lucro não acompanha

7 de maio de 2026 - 10:33

Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘30% de ROE é atingível’: CFO do Inter afirma estar ‘mais convencido do que nunca’ no plano 60-30-30 — mas relógio da rentabilidade segue correndo

7 de maio de 2026 - 8:07

Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027

QUAL O FOCO AGORA

“2026 ainda é um ano muito incerto”, diz CFO da Espaçolaser; veja como foi o resultado no 1T26, e como empresa trará retorno ao acionista

6 de maio de 2026 - 20:47

“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro

SD ENTREVISTA

Nem o “trimestre mais fraco” segurou a Mater Dei (MATD3): lucro salta quase 80% no 1T26 e CEO aposta em virada das ações

6 de maio de 2026 - 20:07

Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço

BALANÇO 1T26

Ânima (ANIM3) sente as dores e delícias das novas regras do EaD, mas CEO crava: ‘mais positivo do que negativo’; veja destaques do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:10

A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período

BALANÇO

Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 156 milhões e VGV sobe 255%; CEO revela o motor dos números do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:03

Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia