BTG Pactual revela motivos para o IRB Re (IRBR3) ser opção ideal para surfar nos juros altos em 2025 com mais tranquilidade
O banco definiu um preço-alvo de R$ 56,50, o que representa um potencial de valorização de 50,3% para as ações IRBR3

Os investidores que ainda não se separaram das mesas de operações para a ceia de Natal buscam as próximas oportunidades para 2025. E o BTG Pactual presenteou esses desbravadores do mercado financeiro com a recomendação do IRB Re (IRBR3) para 2025.
Segundo um relatório da última segunda-feira (23), o banco afirma que a resseguradora deve ser um dos nomes que pode se destacar em um cenário de juros elevados. Vale lembrar que o Boletim Focus, que compila as expectativas do mercado, apontou que a Selic pode chegar a 14,75% no final de 2025.
Além disso, os papéis do IRB Re devem chegar com um desconto relativamente bom em 2025, após as ações recuarem cerca de 15% nos últimos 12 meses, na contramão em relação às demais seguradoras. A cereja do bolo para o BTG Pactual é a potencial volta do pagamento de dividendos no ano que vem, algo que ainda não foi confirmado.
"Esperamos que o resultado de subscrição continue melhorando em 2020, o que combinado a uma Selic mais alta significa que a ação negocia a um múltiplo muito baixo de 5,5 vezes o lucro estimado, com base em estimativas conservadoras", afirma a equipe liderada por Eduardo Rosman.
Esse otimismo se reflete na recomendação de compra para os papéis do IRB. Ainda, o BTG Pactual definiu um preço-alvo de R$ 56,50, o que representa um potencial de valorização de 50,3% para as ações IRBR3 em relação ao preço de R$ 37,59 na última segunda-feira.
IRB Re (IRBR3) deve surfar nos juros altos, diz BTG
Na frente operacional, o BTG destaca que o IRB teve um ano positivo em 2024, com melhoria de resultados mesmo com as enchentes no Rio Grande do Sul, que impactaram os mercados de seguros e resseguros.
Leia Também
"O IRB continua a priorizar rentabilidade ao invés de crescimento, assegurando renovações de contratos a preços decentes", diz o banco.
Entretanto, se os juros altos tendem a piorar o desempenho das empresas, especialmente aquelas listadas em bolsa, então, como o IRB terá um bom desempenho?
Os analistas destacam que a resseguradora tem cerca de R$ 8,5 bilhões em ativos regulatórios, que tendem a se beneficiar do aumento da Selic. Assim, a receita financeira proveniente desses investimentos deve superar os R$ 800 milhões.
Parte desse ganho seria compensada pelo custo financeiro de debêntures da companhia, que pagam IPCA +6,5% aos investidores.
Do mesmo modo, o IRB possui uma parcela significativa de 35% dos seus investimentos fora do Brasil — em outras palavras, protegidos dos problemas locais. Dos outros 65% restantes, cerca de 50% desses ativos estão relacionados à inflação e ao crédito privado.
Mas atenção!
Ainda que o cenário-base seja positivo para o IRB, o BTG destaca que ainda há pouca clareza se a resseguradora será capaz de sustentar uma rentabilidade (ROE, na sigla em inglês) elevada por um longo período de tempo.
Do mesmo modo, novos eventos climáticos extremos, como aqueles ocorridos no Rio Grande do Sul, podem voltar a acontecer, impactando novamente os negócios do IRB.
Por último, há uma dependência significativa de uma Selic elevada para o resultado financeiro do IRB. Ainda que a perspectiva seja essa, uma queda inesperada dos juros pode afetar o desempenho da companhia.
CRESCIMENTO BOM PRA CACHORRO
Petz Cobasi (AUAU3) tem mais dinheiro em caixa — vêm mais dividendos por aí? Entenda os planos da empresa para gerar mais retorno
9 de setembro de 2026 - 6:11FAXINA NO ARMÁRIO
Enjoei (ENJU3) vai desapegar dos centavos com grupamento de ações na razão de 10 para 1
8 de setembro de 2026 - 20:04TROCA DE GUARDA
Marcos Cruz assume oficialmente como CEO da Tenda (TEND3); saiba o que muda na construtora
8 de setembro de 2026 - 19:15TESOURA NAS ESTIMATIVAS
BofA corta apostas em bancos, mas vê espaço para alta em Itaú, BTG e mais 3 ações; veja quais
8 de setembro de 2026 - 18:24EXPANSÃO INTERNACIONAL
Inter chega à Argentina com conta em dólar e acesso a Wall Street; veja o que está por trás da estratégia
8 de setembro de 2026 - 16:23ASSÉDIO ELEITORAL?
“Vocês vão ter que arranjar outro emprego”: a frase que levou o MPT para cima do “Véio da Havan”.
8 de setembro de 2026 - 11:11INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Sucessor de Warren Buffett diz como Berkshire Hathaway vai ganhar dinheiro com IA (a resposta não está só na bolsa)
7 de setembro de 2026 - 15:35FILHA DO DIVÓRCIO
Farm vale mais que a Azzas (AZZA3) na bolsa? Marca deve receber propostas neste mês após ruptura entre Arezzo e Soma, diz jornal
7 de setembro de 2026 - 10:35FALÊNCIA
190, 192 e 193: Anatel autoriza venda da telefonia fixa da Oi (OIBR3) por R$ 60 milhões
7 de setembro de 2026 - 9:20DE OLHO NAS DÍVIDAS
Adeus, CSN Cimentos? Novo CEO da CSN (CSNA3) prepara venda de ativos bilionários, diz jornal
6 de setembro de 2026 - 12:55PODCAST TOUROS E URSOS
Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?
6 de setembro de 2026 - 11:15AGENTES DE IA
O próximo concorrente de Visa e Mastercard pode não ser um banco, mas uma inteligência artificial
5 de setembro de 2026 - 14:55BENEFÍCIOS
A próxima batalha dos bancos é pelo mercado de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA)
5 de setembro de 2026 - 13:22PERDEU O ENTUSIASMO
Intelbras (INTB3): ação ainda pode subir 22%, mas JP Morgan já não recomenda compra; confira os motivos
4 de setembro de 2026 - 17:42GORDURA NO CAPITAL?
Méliuz (CASH3) diz que tem capital demais e quer ‘cortar’ R$ 160 milhões da própria conta; entenda
4 de setembro de 2026 - 16:37Conteúdo BTG Pactual
Em busca do próximo milionário: A maior competição de trading do país encerra as inscrições em 6 de setembro; veja como se inscrever
4 de setembro de 2026 - 16:00TOUROS E URSOS #286
Casas Bahia, Habib’s e mais: por que tantas empresas no Brasil estão quebrando?
4 de setembro de 2026 - 15:33MUDANÇAS EM BRASÍLIA
IRB (IRBR3): essa mudança de lei pode colocar mais de 20% de valorização no bolso de quem tem a ação; entenda
4 de setembro de 2026 - 11:02NOVA PROVA DE FOGO?
Sabesp (SBSP3) decepcionou no 2T26, mas ação ainda pode subir 40%; XP revela o que falta para destravar a alta
4 de setembro de 2026 - 10:30EXPANSÃO INTERNACIONAL