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Apesar da classificação, Nubank e Inter são as ações com melhor desempenho na cobertura do banco na América Latina em 2024, segundo o BTG
Nos últimos dias da temporada de balanços do segundo trimestre, o mercado acompanhou com atenção a divulgação dos resultados dos principais bancos do país.
Apesar da euforia na bolsa com os números positivos do Nubank (ROXO34) e do lucro recorde do Inter (INBR32), os ativos ainda têm classificação neutra pelo BTG Pactual.
Conforme relatório divulgado nesta quarta-feira (21), o BTG decidiu reabrir sua chamada de negociação de preferência do Inter sobre Nubank para quem quer investir nos bancos digitais da América Latina.
Desde que a operação anterior foi fechada em 5 de agosto, na qual o banco mudou a preferência de Nubank para Inter, o roxinho subiu 35%, enquanto o Inter avançou 22%.
Para o BTG, os dois bancos digitais são as ações com melhor desempenho na cobertura da instituição na América Latina. No entanto, a escolha dos analistas continua sendo o Inter. “Esperemos que esta recente sequência de vitórias continue”, afirma o relatório.
Apesar da preferência pelo Inter, os analistas da instituição explicaram as razões por trás das classificações neutras para as ações dos bancos digitais. Confira:
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De acordo com a análise do BTG, embora Nubank tenha mostrado lucros mais fortes do que o esperado pelo mercado no segundo trimestre e retorno sobre o patrimônio (ROE) de 28%, haveria uma “superação em provisões de crédito mais baixas”, segundo os analistas.
“Obviamente, estamos falando sobre expectativas muito altas (ao contrário do Bradesco e da XP, onde as expectativas eram muito mais baixas). Mas parecia que a NU poderia (ou deveria) ter provisionado um pouco mais”, diz a instituição.
Os analistas do BTG também chamaram a atenção para as recentes teleconferências de resultados, em que a direção do Nubank não trouxe novas informações sobre a operação no México, clientes de alta renda ou sobre a área de empréstimo consignado do banco.
“Enquanto muitos dos analistas locais, mais focados em bancos, expressaram algum desconforto com a dinâmica da qualidade de ativos do NU, o banco provou até agora que pode continuar a aumentar rapidamente a receita (e os lucros), que é o que "importa".
“Ou talvez as ações estejam tão altas apenas por causa de sua inclusão no MSCI”, diz.
No caso do Inter, o BTG considerou os resultados do segundo trimestre do banco como encorajadores. No entanto, ressaltaram que o balanço trouxe novamente queda nos lucros, levando a uma correção das ações.
“Tivemos a chance de receber a alta gerência no Rio (“Reunião com a gerência no Rio”), onde eles transmitiram uma mensagem muito construtiva sobre a expansão contínua do ROE, que esperamos aumentar de 10% no 2T2024 para 15% no 4T2024.”
Por outro lado, outros fatores ainda podem impulsionar a rentabilidade do Inter, como “a recuperação da carteira de cartão de crédito e a implantação integral do Pix Crédito”.
“Para nossa surpresa, o Inter também foi incluído no MSCI, o que provavelmente também está ajudando”, afirma o BTG. Os analistas ainda destacam a alta de 11% nas ações do Inter desde a divulgação dos números do segundo trimestre.
As tendências são favoráveis não apenas para as companhias brasileiras, mas também para os bancos digitais em todo o mundo, afirmou o BTG, que mencionou as fintechs Kaspi, Monzo e Revolut.
Entretanto, “números impressionantes, narrativas fortes e a percepção geral de que a tese
do "banco digital" está se materializando explicam por que a Inter e a Nubank tiveram desempenho superior na cobertura do BTG para as ações e bancos digitais.
Embora o BTG tenha escolhido o Nubank no começo do ano, o rali contínuo da fintech — o qual os analistas acreditam ter sido “exagerado” — fez com que o BTG mudasse a preferência para o Inter. “Dado o grande desempenho superior da Nu desde então, juntamente com o seu prêmio muito maior, mais uma vez preferimos o Inter.”
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