O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os próximos dias, nomes como Microsoft, Visa, IBM, Qualcomm e Amazon também publicam seus dados do segundo trimestre
O foco dos mercados nos últimos meses tem sido o setor de tecnologia, e nesta semana vêm à tona os balanços das big techs, as grandes empresas desse segmento dos Estados Unidos. E os primeiros resultados de Tesla (B3: TSLA34 | Nasdaq: TSLA) e Alphabet (B3: GOGL34 | Nasdaq: GOOG), dona do Google, dão uma primeira pista para os investidores.
Isso porque o segmento de tecnologia vem apresentando um crescimento robusto em meio à febre de Inteligência Artificial (IA). Essa nova fronteira tem inflado os balanços e sendo captadora de recursos das empresas.
Contudo, alguns analistas acreditam que a IA formou uma nova “bolha” no setor de tecnologia. Já outros creem que os investidores agora querem menos projetos e mais entregas das empresas e os balanços ajudam a ajustar essas posições.
Para os próximos dias, nomes como Microsoft, Visa, IBM, Qualcomm e Amazon também publicam seus dados do segundo trimestre. Veja a agenda completa aqui e acompanhe os resultados do dia:
Começando pela montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk, a queda de quase 8% no pré-mercado em Nova York já mostra que os investidores não gostaram do que viram.
No balanço do segundo trimestre, a Tesla já afirmou que o crescimento do ano de 2024 será “notavelmente menor” do que aquele visto em 2023. Ainda, o EPS (earnings per share, ou lucro por ação) foi de US$ 0,52, contra as expectativas levemente mais altas de US$ 0,60.
Leia Também
Além disso, o número de veículos entregues no segundo trimestre foi 5% menor do que no mesmo período do ano passado. Foram 443.956 unidades, contra as expectativas de entrega de 439.302 da Bloomberg.
Como destaque positivo, a Tesla apresentou uma receita maior do que o esperado, de US$ 25,05 bilhões contra US$ 24,63 bilhões das projeções. O dado também foi maior do que o apresentado no mesmo período do ano passado, de US$ 24,93 bilhões.
Por fim, as despesas operacionais cresceram 39% no período, chegando a quase US$ 3 bilhões, o que fez com que o lucro operacional totalizasse US$ 1,605 bilhão — valor 33% menor do que no mesmo intervalo de 2024.
“Importante notar que parte relevante do aumento nos custos operacionais está ligado ao maior montante de investimentos em projetos de Inteligência Artificial (IA), os quais a empresa tem a expectativa de serem recuperados mais à frente”, afirma Enzo Pacheco, analista de tecnologia da Empiricus.
Já a Alphabet apresentou um balanço em linha com o esperado e as ações recuam pouco mais de 3% no pré-mercado em Wall Street.
Aqui cabe uma explicação: o setor de tecnologia tem batido com facilidade as projeções do mercado. Em outras palavras, as ações caem porque a Alphabet não apresentou um balanço “surpreendente” — apenas, “bom”.
Analisando por linha de negócio, a parte de publicidade teve vendas de US$ 64,616 bilhões, crescimento de 11,1% quando comparado com o segundo trimestre de 2023. O resultado foi impulsionado tanto pela sua ferramenta de busca (US$ 48,509 bilhões, +13,7%) como pelos anúncios no YouTube (US$ 8,663 bilhões, +13%).
Um dos principais negócios do Google é a computação em nuvem, que apresentou receita de US$ 10,347 bilhões, uma alta de 28,8% na comparação anual.
Dessa forma, o lucro operacional do Google Cloud foi de US$ 1,172 bilhões, comparado com US$ 395 milhões um ano antes — passando de um margem de menos de 5% para mais de 11% no segundo trimestre deste ano.
Por fim, o lucro líquido da Alphabet totalizou US$ 23,619 bilhões, ou US$ 1,89 por ação, valor 27% maior do que no mesmo trimestre de 2023.
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis