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Atual conselheiro da Azzas 2154 e ex-diretor presidente da brMalls, Ruy Kameyama foi escolhido para chefiar a divisão
A nova gigante do varejo de moda Azzas 2154 iniciou nesta quinta-feira (29) o processo de transição depois da fusão entre Arezzo e Soma — dono da Hering. Com as alterações, um novo CEO assumirá o comando da AR&Co, antigo Grupo Reserva.
Atual conselheiro da Azzas 2154, Ruy Kameyama foi escolhido para chefiar a unidade de negócios que abriga as marcas de vestuário masculino Reserva, Reserva Mini, Oficina, Reserva Ink, Reserva Go, Reversa e Simples.
“Ruy terá como objetivo manter o forte histórico de crescimento e desenvolvimento de marcas da AR&Co, além de participar ativamente na integração com o AZZAS 2154, inclusive no ínicio do projeto de produção de algumas linhas da AR&Co na planta da Hering”, escreveu a empresa, em comunicado enviado à CVM.
Antes de ingressar como membro do conselho do Grupo Soma, Kameyama atuou como CEO da brMalls, onde foi responsável por liderar o crescimento e fortalecimento de cultura da empresa antes da união com a Aliansce Sonae.
Com a chegada de Kameyama ao comando da AR&Co, o quarteto de fundadores da Reserva — Rony Meisler, Fernando Sigal, Jayme Nigri Moszkowicz e José Alberto da Silva — deixará as posições executivas na AR&Co em dezembro.
No entanto, os executivos seguirão nos cargos até o final deste ano para “apoiar o processo de transição”, de acordo com a empresa.
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Já as marcas da unidade de negócios (Reserva, Reserva Mini, Oficina, Reserva Ink, Reserva Go, Reversa, Simples, Baw e Foxton) continuarão a ser conduzidas pelos seus times atuais.
Segundo a companhia, a Reserva, fundada em 2004, se tornou um dos “maiores sucessos no varejo brasileiro” nos últimos anos, mesmo antes da aquisição da companhia pela Arezzo&Co em 2020.
“Desde então, o sucesso foi potencializado pela combinação de talentos, expertise dos sócios e investimentos de desenvolvimento da marca”, disse a empresa.
De 2019 a junho de 2024, a AR&Co atingiu um crescimento de 297% na receita, saindo de aproximadamente R$ 400 milhões para R$ 1,6 bilhão de faturamento, considerando os últimos doze meses.
A Azzas 2154 vale hoje aproximadamente R$ 11 bilhões na B3.
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
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